Conto erótico dia dos namorados sexo lésbico

Um Dia dos Namorados Vibrante

Conto Erótico - Um Dia dos Namorados Vibrante...

Prefere ouvir? 👩🏻‍🎤 Não tem problema, clique play👇  e ouça o conto erótico narrado por nós.

 

Eu e minha namorada completamos 2 anos de namoro e eu estava bem apreensiva para o nosso segundo dia dos namorados juntas. A primeira vez que comemoramos a data foi um dia muito especial, estávamos super apaixonadas e nos empenhamos bastante em comprar presentes que agradassem uma a outra, pra elaborar uma noite sensual. Já esse ano, eu queria manter o clima de romantismo para dar uma levantada na relação. Há 8 meses estamos morando juntas por causa da pandemia - decidimos que seria melhor que fôssemos para uma mesma casa, para diminuir os riscos e economizar no aluguel. E, como todo mundo sabe, morar junto é bom, mas às vezes o stress do dia a dia acaba fazendo com que a gente transe menos, ainda mais nessa situação.

No tal 12 de junho, durante o dia eu precisaria trabalhar, mas a Fê estaria de folga. Então, quando tocamos no assunto há umas semanas, ela disse que se encarregaria de preparar o jantar e as bebidas e eu disse que prepararia uma surpresa para nós duas – além disso, pedi que ela focasse nesse preparo e não se preocupasse com presente. Isso porque eu sabia exatamente o que comprar para o nosso dia dos namorados e seria um presente não apenas para ela, mas para nós duas. Eu já estava há um tempo namorando um vibrador que é, ao mesmo tempo, penetrável e sugador clitoriano.

Eu e a Fê já estamos acostumadas a usar um dildo e um vibrador Rabbit antiiiigo– a Fê ama penetração e estimulação no ponto G; e eu amo que ela me faça sexo oral e massagens de todos os tipos. Decidi que um presente que agradasse às duas e esquentasse o sexo seria a melhor opção para esse ano pandêmico e fiz o pedido no site da Pantynova – que faz questão de frisar que a embalagem de entrega é super discreta e nem o porteiro, nem os vizinhos vão ficar bisbilhotando sua vida íntima. Mas eu também queria que fosse absoluta surpresa para a Fê, fiquei monitorando a entrega e pedi que o porteiro avisasse diretamente para mim se tivesse alguma encomenda. Quando o Putz chegou! – sim, esse é o nome perfeito do nosso novo vibramor – eu o guardei bem escondidinho no armário.

E eis que chegou o grande dia, eu acordei animadíssima! Pensei no nosso jantar de dia dos namorados a semana toda. A Fê me acordou com uma super conchinha, com suas pernas grudadas nas minhas, quadril encaixado e massageando meus seios, mas como nossas manhãs são corridas, ficou por aí mesmo: só nos amassos e na promessa de que teríamos uma grande noite logo mais.

Levantamos, tomamos café e Fê não quis me contar o que ela prepararia para o jantar. Eu também consegui guardar o segredo sobre vibrador sem dar nenhuma pista. Enquanto ela arrumava a cozinha, eu troquei nossa roupa de cama, coloquei novos difusores aromáticos de alecrim, arrumei as roupas espalhadas no quarto e fui trabalhar no home office. Na hora do almoço, quando saí do escritório, a casa estava um brinco! Parece que a Fê estava tão animada quanto eu para a nossa noite romântica. Comemos e eu voltei a trabalhar, só estaria livre às 18:30h.

Quando deu o horário, fechei o computador e fui direto para o banho! Queria ficar linda e cheirosa. Separei uma lingerie branca de renda que é minha preferida, com a calcinha com uma tirinha lateral, que além de sexy é fácil de tirar. Passei meu hidratante com cheiro de limão siciliano no corpo todo, de aroma cítrico que a Fê gosta, e arrisquei até uma maquiagem. Como seria uma noite em casa, coloquei um vestido leve e soltinho, de algodão branco também, que não marcava meu corpo, mas deixava insinuando a minha roupa íntima.

Depois do banho fui para a sala e a Fê já estava de banho tomado, enrolada na toalha e com seu cabelo longo molhado escorrendo pelos seus ombros. A Fê tem um cabelo lindo com cachos volumosos, eu acho lindo como a toalha enrolada nela encaixa um nó perfeito entre seus seios. Fiquei com vontade de começar nossa noite ali mesmo, mas tínhamos um combinado a cumprir. Ela se assustou que eu já estava pronta e foi correndo para o quarto colocar uma roupa; Quis perguntar qual roupa ela tinha escolhido para o nosso dia dos namorados, mas me segurei para ver como ela me surpreenderia.

Ela voltou para a sala com um top bege e uma saia de tricô cheia de transparências. Disse que já estava tudo preparado para os nossos drinks, era só montar: E depois ela colocou vários petiscos na nossa mesinha de centro da sala, sentamos no tapete, ligamos o abajur de luz amarela para deixar uma penumbra no ambiente e escolhi uma playlist de música românticas, Marvin Gaye, Steve Wonder, Al Green, Prince... nessa pegada. Conversa vai, conversa vem, demos uns beijinhos aqui, mordidinhas no pescoço ali e dancinha juntas.

Depois disso pedi para que a Fê esperasse um pouco, porque eu tinha uma surpresa. Fui no quarto buscar o presente e entreguei a ela. Ela já ficou empolgada quando viu a caixa e abriu a embalagem super ansiosa. Vocês tinham que ver a cara da Fê quando ela pegou o vibrador na mão, ficou com a boca aberta de espanto, dizendo:

- Que lindo! Essa cor é perfeita! E olha, é super macio!

- Sim, e versátil, acho que a gente vai poder inventar várias coisas com ele. 

- Amei, Lia! 

- Deixa eu ver uma coisa nele, Fê.

Peguei o vibra na mão, liguei no primeiro modo de vibração e passei pelo braço da Fê, que disse que achou a sensação “gostosinha”. Aumentei a vibração e passei ao longo do pescoço dela e deu para ver que ela se arrepiou toda, até encolheu os ombros. Do pescoço fui deslizando nosso novo brinquedo até seus seios, fiz um círculo por toda a extensão deles. Abaixei uma das partes do top dela e encostei uma das pontas do vibrador na aréola marrom e grossa do mamilo da Fê, que estava duro e arrebitado. Eu estava ficando animada, terminei de tirar sua blusa e comecei a mamar muito gostoso seu peito. Enquanto isso, fui descendo o vibrador ligado pela sua barriga até chegar no meio de suas pernas.

Levantei a saia da Fê, sem tirá-la. Ela já estava completamente relaxada, sentada no chão com os braços jogados para trás e as pernas abertas e dobradas. Antes de levar o vibrador até sua boceta e foder ela muito, até ela esguichar em mim, coloquei a minha mão sobre sua calcinha, que estava completamente molhada. Ela mesma começou a tirar a calcinha enquanto eu me abaixava para chupá-la. Queria sentir o gosto dela naquela noite, a deixando ainda mais excitada e molhada. Massageei seu clitóris com minha língua, fui descendo o vibrador que estava sobre seu peito pela barriga, passei pelas partes internas das coxas e, quando coloquei a pontinha dentro da Fê, ela começou a gemer baixinho e dizer “me fode gostoso, Lia, quero ver se você tem coragem!”. Eu sei que ela estava dizendo aquilo porque gosta que eu faça pressão quando estou metendo nela. Mas eu fui bem devagarzinho, só para ver ela gemendo mais e mais, mordendo o lábio e implorando para eu fazer ela gozar.

A Fê foi se rendendo à sensação aos poucos e deitou-se completamente sobre o tapete da sala. Eu comecei a penetrá-la mais e mais com o vibrador, fazendo diferentes movimentos e nisso seu gemido que antes era baixinho agora ficava mais alto. Eu fui aumentando a velocidade da vibração uma por uma, enquanto me deitava e mamava mais seus seios. Depois a beijava na boca, coordenando para que minha mão não parasse os movimentos do brinquedo dentro da boceta encharcada da Fê. Ela suspirava enquanto me dizia que estava com muito tesão e me implorava para fazer ela gozar. Foi aí que eu aumentei a velocidade da vibração no máximo e a Fê, sem pudor nenhum, gritou para vizinhança inteira ouvir que ela ia gozar e soltou um espasmo delicioso, junto com um esguicho. Eu acho que nunca tinha visto a Fê gozar tão forte e aquilo me deixou feliz e excitada ao mesmo tempo. Ela me pediu para deitar ao lado dela uns segundos para se recuperar.

Depois, a Fê disse para eu esperar dois minutinhos e me chamou para ir ao nosso quarto. Ela me deitou na nossa cama, tirou meu vestido e pegou um óleo de massagem que temos e começou a me massagear desde as pontas dos pés. Achei que ela pararia na minha boceta e me chuparia muito, mas ela deu um beijinho lá e continuou espalhando o óleo pelo meu corpo, até chegar no pescoço, massageando inclusive as minhas palmas das mãos. Minha vontade era de pular em cima dela para a gente foder muito, mas confesso que eu me entreguei, fechei os olhos e fui sentindo seu toque suave deixando meu corpo cada vez mais sensível. Ela massageou meus seios e os soprou, meus mamilos ficaram duros na hora. Foi então que ela limpou as mãos numa toalha e vi que ela também tinha limpado o vibrador que eu tinha usado nela.

Ela pegou um lubrificante à base de água e jogou bastante na minha boceta, passando dedo por dedo nos meu grelinho e me perguntou “tá pronta para ver estrelas agora?”. Eu nem consegui responder, só fechei os olhos e deixei a Fê fazer o que ela quisesse comigo, estava entregue. Ela encaixou o bocal do vibrador em mim, com uma sucção leve e que ia, aos poucos, levando todo meu sangue para a minha boceta. Não demorou muito e parecia que minha alma tinha saído do meu corpo e depois voltado, de tão forte que eu gozei. A Fê desligou o vibrador e colocou sua mão na minha boceta e começou a me dedar. Achei que eu já estava satisfeita, mas eu gozei de novo e a sensação foi tão boa como na primeira. Ela ainda queria me chupar, mas eu pedi para que ela esperasse e se deitasse comigo. Ela fez o que pedi, descansamos um pouco e a noite ainda foi longa. Depois a Fê quis experimentar a parte do sugador e passamos a noite toda gozando de formas diferentes.

Foi um dia dos namorados memorável!

Texto por: Pérola

Que tal seguir o nosso podcast e receber notificações a cada nova publicação? Assine o nosso canal no Spotify, ITunes ou Google Play, é grátis! Clique no ícone abaixo para assinar.