CONTO ERÓTICO CONTO DE VERÃO

Um Conto De Verão

Conto Erótico - Um conto de Verão

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Estava de olhos fechados, tomando sol na espreguiçadeira, o dia estava lindo e eu estava relaxada. Senti algo tapar o sol e dois braços se colocarem ao lado do meu corpo, abri os olhos e encontrei minha namorada olhando para mim com um sorriso lindo. Sorri de volta para ela, que alcançou meus lábios para deixar um selinho rápido, depois jogou a perna por cima de mim, sentando em meu colo. Coloquei meus óculos escuros em minha cabeça para conseguir vê-la melhor, minhas mãos apoiadas em suas coxas, ela se abaixou para alcançar minha boca de novo, dessa vez me beijando mais demoradamente, eu retribui o beijo, levando minhas mãos até suas costas para deixar um carinho ali. O beijo foi finalizado com um selinho e ela colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha dizendo...

— Oi. — ela falou, ainda pertinho da minha boca.

— Oi. — respondi sorrindo.

— Quer entrar na piscina comigo? — ela perguntou, já se levantando para me puxar da espreguiçadeira.

Fiz manha primeiro antes de aceitar o convite. Nosso ano tinha sido um tanto estressante, então decidimos alugar uma casa numa cidade tranquila do interior para passarmos todas nossas férias lá. Como era verão, era o momento perfeito para banhos de piscina e festas regadas a álcool. Entre nós duas apenas porque era também o nosso momento.

Meu amor pulou na piscina enquanto eu decidi sentar na borda apenas para colocar os pés na água, com minha garrafa de cerveja ao lado. Ela veio nadando até mim, saindo da água bem na minha frente.

— Não acredito que você não vai entrar na piscina, meu bem. — ela falou indignada.

— Eu já tô na piscina. — falei dando de ombros, bebendo um gole da minha cerveja.

Ela jogou água em mim.

— Entra aqui, mulher. Por favor. — ela pediu, fazendo biquinho. Eu fiz que não com a cabeça. — Quero te dar uns beijos. — falou colocando as mãos nos meus pés e subindo um carinho pela minha perna até chegar à minha coxa.

— Vem cá. — chamei, colocando as mãos em seu rosto e me abaixando para alcançar sua boca, deixando vários selinhos demorados antes de começar a beijá-la de língua, suas mãos estavam em minhas costas e o toque gelado me fazia arrepiar.

Lentamente, ela colocou as mãos ao lado do meu corpo e se impulsionou para fora da água para continuar me beijando enquanto eu me levantava, coloquei minhas mãos em seu pescoço para mantê-la perto, me aprofundando naquele beijo gostoso que começava a me esquentar por dentro. Eu estava pronta pra puxá-la para cima de mim quando ela se jogou de volta na água, apoiando em minhas coxas. Eu abri os olhos confusa e ela estava rindo.

— Eu não tenho braço pra ficar me segurando assim, não. — falou e eu dei risada.

— Sobe aqui então. — falei abrindo mais as pernas e me afastando da beira da piscina. Ela tomou impulso e se colocou para fora da piscina, coloquei as mãos em suas costas para puxá-la pra cima de mim enquanto eu deitava no chão.

Ela ficou entre minhas pernas, o cabelo molhado pingava em meu rosto, mas eu não ligava, beijei ela na boca com vontade, coloquei minhas mãos em seu pescoço, escorregando até a nuca pra puxar seu corpo para mais perto do meu. Agora seu corpo sobre o meu me molhava inteira. Ela mordeu meu lábio, colocando uma das mãos em minha barriga para subir lentamente até meu peito. Eu desci minhas mãos por suas costas, sentindo sua pele molhada e gostosa sob minhas mãos até chegar em sua bunda, onde escorreguei meus dedos por dentro de seu biquíni para depois passar as mãos por dentro e apertar pele na pele aquela bunda gostosa. Ela gemeu contra minha boca e afastou com o indicador um dos lados da parte de cima do meu biquíni deixando meu peito à mostra, a fricção do tecido com meu mamilo me fez arrepiar e querer mais daquilo, sentindo minha buceta pulsar.

Eu voltei uma das mãos para o pescoço de minha namorada enquanto ela descia com os beijos pelo meu corpo, enfiei meus dedos entre seus cabelos, deixando carinhos ali para demonstrar que eu estava gostando quando ela desceu a boca até meu peito, lambendo meu mamilo e chupando. Meu corpo inteiro estava respondendo positivamente, sentia a umidade em minha calcinha e não era da água da piscina com certeza. Ela usou uma das mãos para acariciar meu abdômen levemente antes de escorregar os dedos por dentro do tecido e alcançar minha buceta. Eu gemi em antecipação enquanto ela lentamente chegava ao meu clitóris.

Então ouvi meu telefone tocando na mesa que havia na área da piscina, isso não foi interrupção alguma para minha namorada que atingiu seu objetivo fazendo movimentos circulares dentro da minha roupa de banho. Segurei sua mão e seu queixo para virar seu rosto em minha direção.

— Meu bem. Preciso atender. — falei, deixando um carinho em sua bochecha e um selinho em seus lábios.

Eu estava esperando uma ligação importante naquelas férias, uma editora grande estava interessada em publicar meu livro, então eu precisava atender aquela ligação. E se não fosse a editora, a gente poderia continuar tudo de onde havíamos parado.

Tirei gentilmente minha namorada de cima de mim e corri até o telefone, olhei a tela e era um número que eu não tinha salvo. Atendi, ainda sem fôlego pela pegação, desejando voltar para lá o mais rápido possível.

— Alô!? — ouvi do outro lado uma voz feminina. — Raquel?

— Oi, sou eu mesma. — respondi.

Senti os braços da minha namorada ao meu redor, ela me puxou para perto dela, grudando em minhas costas, levou os lábios até meu pescoço, distribuindo beijos lentos e arrepiando meu corpo todo. Suspirei.

— Oi, tá tudo bem? — ouvi a voz ao meu ouvido no telefone e percebi o que tinha acontecido.

— Oi, tá sim. Pode falar. — falei tentando clarear a voz.

A mulher começou a me explicar que era a representante de uma editora enquanto minha namorada se ocupava em subir meu biquíni para me provocar usando o dedo médio para fazer uma carícia sutil em meu mamilo, causando arrepios intensos. Eu queria gemer, eu queria xingar. Dei uma leve cotovelada em minha namorada e ela tirou as mãos de mim, se afastando, porém eu a segurei com a mão livre, trazendo-a para perto novamente. Eu não queria que ela parasse.

No telefone, a mulher me explicava o interesse que tinham de publicar meu livro e algumas coisas mais. Pessoalmente, minha namorada soltava uma risada baixa perto do meu ouvido, eu queria rosnar para ela. Eu estava com tanto tesão que só queria que tudo continuasse e acabasse ao mesmo tempo. De preferência, que a ligação acabasse e o sexo continuasse. Ela me virou de frente para ela, analisando meu corpo mordendo o lábio inferior, eu senti um frio na barriga com isso, ansiando pelo que ela planejava fazer comigo. Enquanto eu tentava prestar atenção no que a moça falava ao telefone, minha namorada me abraçava, lentamente desfazendo o nó da parte de cima de meu biquíni, eu mordi meu próprio lábio. Ela colocou a boca em meu pescoço, começando a me chupar lentamente ali, escorregando com beijos por meus ombros e terminando de tirar minha roupa de banho.

Fui empurrada até estar grudada a mesa, ela colocou uma de suas pernas entre as minhas, fazendo com que eu sentisse a fricção em meu clitóris, usei minha mão para me segurar em seu ombro e ela começou a beijar minha clavícula, descendo até meus seios, uma de suas mãos descia pela parte de trás de minha coxa.

— Agora queremos marcar uma reunião formal com você. — a moça no telefone falou e eu estava tão sensível que respondi apenas com “uhum”. — Raquel? — ela perguntou.

— Sim, podemos marcar. — respondi com o pouco fôlego que me restava. Minha namorada abriu um sorriso e eu a fuzilei com os olhos.

Ela se afastou, pegando-me pela mão e me guiando até a espreguiçadeira que eu estava anteriormente, deitou-me ali e dedilhou todo meu corpo até chegar aos nós da calcinha do meu biquíni, desfazendo-os rapidamente e tirando o tecido da frente de seu objetivo.

— Puts, cê é muito gostosa. — ela sussurrou apenas para que eu ouvisse, eu a segurei pelo queixo e a trouxe pra perto para deixar um selinho em sua boca. Ela riu e voltou seus beijos para meu corpo, eu parei de olhar para ela pra tentar me controlar um pouco mais.

Nesse momento, coloquei meus óculos escuros de volta e comecei a passar os dados que a representante da editora me pedia, tentando lembrar de tudo corretamente, enquanto a mulher da minha vida estava agachada, beijando a parte interior da minha coxa com intenções de ir até minha buceta, eu não via mas eu sentia aquela boca gostosa seguindo seu caminho e tudo que eu pedia mentalmente é que ela continuasse. E ela continuou, dando um beijo gostoso em meu grelo, enquanto segurava meus tornozelos.

Eu prendi minha respiração e fechei os olhos, segurando forte no braço da espreguiçadeira, a moça ao telefone confirmava os dados que eu tinha passado e eu respondia com um sim rápido, minha namorada me chupava gostoso, e no telefone eu me despedia da mulher o mais rápido possível, agradecendo por ter me ligado. Quando finalmente pude desligar, deixei o celular de lado e segurei minha namorada pelos cabelos.

— Filha da puta gostosa do caralho. — xinguei enquanto ela dava uma risada gostosa. Abri mais minhas pernas, trazendo seu rosto pra minha buceta. — Agora me chupa, caralho. — quase ordenei com o tesão me deixando completamente doida.

Ela obedeceu, descendo a boca para o meio de minhas pernas, chupando com vontade minha buceta molhada, eu segurei seu cabelo, incentivando-a a continuar, eu sentia o meu prazer aumentando, meu interior esquentando, ela sabia exatamente como me fazer gozar, passando a língua pelo meu clitóris e acariciando minhas coxas e minha barriga. Em pouco tempo, eu estava gozando, minhas pernas tremendo, meu interior todo quente, a sensação de orgasmo se espalhando pelo meu corpo sentindo os lábios ali entre minhas pernas.

Eu soltei os cabelos de minha namorada, colocando as mãos uma em cada lado de seu rosto e trazendo-a pra cima para poder beijar seus lábios de novo, ela correspondeu meu beijo, enroscando a língua na minha, ainda dava pra sentir meu gosto em sua boca e aquilo me deixava com vontade de mais. A gente se beijou intensamente por um tempo, enquanto eu ainda me recuperava de meu recente orgasmo, minha respiração estava ofegante, mas eu não queria largar aqueles lábios macios que se misturavam com os meus, então comecei a desfazer os nós de todas as partes de seu biquíni para deixá-la nua como eu. Ela me ajudava a deixar as peças de roupa pro lado à medida em que elas iam se soltando.

Empurrei-a para que ela deitasse com as costas na espreguiçadeira e subi em cima dela, sentando em cima de uma das suas coxas com as pernas abertas, ela sorriu descendo uma de suas mãos pela lateral do meu corpo, acariciando e fazendo com que eu voltasse a me excitar.

— Você é uma filha da puta, sabia? — sussurrei próxima a seus lábios, ela abriu um sorriso safado e eu mordi seu lábio, escorregando minhas mãos por seu corpo, apertando seus peitos, espalhando os dedos pela sua barriga até chegar em sua buceta. Ela pousou uma de suas mãos em minha bunda e a outra me puxou para um beijo.

Eu coloquei minha mão livre em seu pescoço, mantendo-a com o corpo bem grudado ao móvel, beijei sua boca com vontade, penetrando dois dedos nela que estava tão molhada que eu escorreguei para dentro, sua respiração ficou descompassada e eu decidi adicionar mais um dedo, fazendo movimentos de vai e vem e estimulando seu clitóris com o polegar. Ao mesmo tempo, ela me incentivava a rebolar em sua perna, segurando firme em minha bunda, então comecei a beijá-la com vontade, rebolando e metendo do jeito mais gostoso possível em sua buceta. Ela usou a mão livre para estimular seu próprio peito, então decidi chupá-los para ela, enquanto melava minha mão com sua lubrificação.

Percebi quando ela começou a gemer mais alto, então fui até seu ouvido sussurrar:

— Eu sei que você quer gozar gostoso pra mim, goza, meu bem... Isso ativou algum gatilho e senti seu corpo tremer embaixo de mim, então continuei os movimentos que fazia até que ela gemesse mais alto, dizendo que tinha gozado. Eu continuei rebolando em sua perna até que eu mesma gozasse pela segunda vez, e nós duas ficamos deitadas ali na espreguiçadeira, exaustas.

Minha namorada tirou o cabelo do meu rosto para me dar um beijo.

— E aí, vai conseguir a publicação? — perguntou.

— A gente vai ter uma reunião ainda. — falei. — e a senhorita tá proibida de ficar me chupando enquanto eu tô com editora no telefone. — declarei.

Ela caiu na risada.

— Eu sei que você gostou… — provocou. — e gozou duas vezes.

Isso eu não podia negar: eu tinha gostado demais e gozado muito gostoso. Só espero que da próxima vez eu não esteja numa ligação tão importante.

Texto por: Ivy Gray

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