CONTO ERÓTICO TINDERELO

Tinderelo

Conto Erótico - Tinderelo

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Quando iniciei minha vida sexual aos 25 anos não imaginava que seria tão complicada...

Sexo para mim sempre foi naturalizado como prazer a se explorar a dois, de forma justa e sem frescuras, mas para a minha surpresa acabei por descobrir que na verdade, tudo o que acreditava não se passava de uma propaganda enganosa qualquer. Uma garota treinada pelo pornô e apaixonada por romances literários, não teria como não ficar frustrada diante de tal realidade, então sexo para mim hoje, se tornou o emocionante mundo exploratório e nada satisfatório...

De qualquer forma, depois que eu transei, percebi que existe muito roteiro e performance para algo que deveria ser tão natural, mas como eu fiz sexo poucas vezes, e vale lembrar mucho locas, ainda tinha que lidar com o fato de que o meu tesão estava descontrolado nos últimos tempos... Emocionada do jeito que sou, acabei sendo encorajada por amigas próximas a piriguetar pelo Tinder e foi assim que, em uma quinta-feira comum, conheci o meu Tinderelo.

Apesar de nunca ter usado o aplicativo, encontrei dentro do meu cardápio de matches uma conversa com o Sir. Jorge. Seu perfil era apropriado, tinha algumas fotos interessantes de seu corpo e lembro que quando demos match além termos feito a mesma faculdade, seu rosto me parecia familiar. Movida a curiosidade em uma breve e rasa pesquisa pelo o instagram, vi que tínhamos alguns amigos em comuns da instituição, assim como algumas fotos dessas cervejadas, que talvez, tivéssemos ficado... De qualquer modo, foi o suficiente para não acreditar que ele pudesse ser um psicopata qualquer e o chamei como quem não quer nada.

Prontamente ele se ofereceu em vir na minha casa, e para não perder a coragem acabei respondendo que viesse. Claro que depois de confirmado o encontro, minha ansiedade não me deixou quieta e sem saber como lidar com a situação, mandei mensagens desesperadas para minhas amigas, atrás de orientações sobre o que estava prestes a acontecer.

Ainda estava cedo e ninguém respondia ao meu habitual ataque de pelanca por isso decidi elevar a autoestima e relaxar. A semana tinha sido boa e escutar a Ariana Grande como um mantra enquanto tomava banho, me parecia a melhor forma de distração, me ajudava a ficar mais confiante. Passei um esfoliante corporal de castanhas e lavei meus os cabelos.

Quando terminei, me sequei olhando no espelho e me chamando de gostosa que nem a Nazaré Tedesco. Fui para o quarto atrás do secador e uma lingerie, optando em colocar um par de veludo preto bem sexy! Usa-lo embaixo do meu conjunto de moletom, pode ser uma surpresa agradável... Dou uma risadinha cretina e me arrumo apropriadamente.

A essa altura do campeonato, já tinha lido as respostas dos meus chamados, ajustado a playlist e a luz da sala conforme as orientações, e como um piscar de olhos, Jorge tocava a campainha do meu apartamento. Ele apareceu com uma garrafa de vinho e com cheiro de banho muito gostoso e mesmo que fosse um pouco diferente nas fotos, não deixava de ser bonito. Alto, com porte elegante e com estima por si próprio que me deixava confortável e excitada ao mesmo tempo.

Deixei que entrasse iniciando uma conversa protocolada e fácil de conduzir, enquanto caminhamos até a sala para beber seu vinho e diminuir a tensão. Papo vai, vinho desce e então chegou o grande momento de tudo acontecer. Jorge me olha meio sem saber o que falar e se me lança um olhar como quem diz, "Bem, chegou a hora" e se aproxima de mim para me beijar. Seu beijo não era dos melhores, tinha que admitir, e com ele ansiosamente em cima de mim ficava ainda pior, por isso começo a ficar por cima para poder sentar nele e ter um pouco mais de controle sobre a situação.

Seu pau estava cheio na calça e meu clitóris já se roçava no tecido da calcinha, me fazendo gemer e ele também. Ele segura a minha cintura conduzindo meu corpo para frente e para trás... de um lado para o outro, uhmmmm, deixando o clima da sala ainda mais quente.

Suas mãos firmes pegavam meu corpo com gosto me deixando mais excitada. Ele então decidiu passar as pontas dos dedos por baixo do meu casaco, gemendo quando percebeu que não tinha roupa nenhuma entre o moletom e a lingerie, por isso ao levantar a minha roupa ele lambia os lábios como se quisesse me comer inteira, fazendo meu corpo se arrepiar.

-Que gostosa que você é- disse passando o meu cabelo para trás, enquanto beijava o meu pescoço e segurava um de meus seios- Posso chupar?- pergunta lambendo a minha orelha, me deixando ainda mais melada.

Eu estava completamente entregue e esperava que ele me conduzisse da forma que quisesse, por isso concordei com a cabeça e gemi alto quando ele tirou o pedaço do tecido e o envolveu com a boca por inteiro.

Sinto meu coração a milhão e sentir seu pau duro me deixava maluca enquanto me esfregava ainda mais nele. Jorge tirou o restante e fez a mesma coisa do outro lado, enquanto eu o segurava pelos cabelos.

-Quer ir para o quarto?- me peguei falando ofegante e ele concordou.

Sai de cima dele e o conduzi seminua até meu santuário dando tempo a uma conversa sem graça sobre o espelho da frente para a cama enquanto ficávamos pelados. Entreguei a camisinha para ele e esperei que colocasse para nos deitarmos e começarmos o grande ato da noite. Jorge estava em cima de mim olhando minha boca com muito tesão e eu também. Gosto de ver sua admiração por esse momento, me fazendo ansiar enquanto ele ajeitava seu delicioso pau em mim.

No meu caso, esse é o momento que eu mais gosto, a penetração! E ele entrou gostoso me fazendo gemer e contrair um pouco.

-Caralho... Que delicia!- urrou.

Ele geme, seguro em sua bunda enquanto ele entra e sai gostoso, me fazendo sentir cada músculo de mim se envolver em seu pau tão perfeito, que juro, fora esculpido pelos deuses! Minhas pernas prendem sua cintura para receber ainda mais e com um gemido alto ele treme duas vezes e me olha com um sorriso amarelo.

-Opa, desculpa- disse de repente- Gozei.

O que? GOZOU?

-Tudo bem lindo- respondo sorrindo e passando a mão em suas costas para não deixá-lo tão constrangido.

Decepcionada com o sexo que mal tinha começado e já tinha acabado, esperei ele sair de mim e jogar a camisinha para o lado. Bom, foi perfeito enquanto durou- pensei- e é claro que como um cavalheiro ele quis se justificar que fazia muito tempo e que eu era muito gostosa, mas apenas respondi que não se preocupasse e deixei ele rolar para o meu lado para me puxar para um abraço.

Então estávamos juntos na cama e desconfortáveis pelo fato da gozada a jato, mas para quebrar o clima, ele quis retomar o assunto sobre a que eu gostava quando transava.

-Qual foi a coisa mais diferente que você já fez no sexo?- me perguntou.

-Ah nada fora do padrão – respondi.

-Mas dentro de tudo, o que você mais curtiu? Tipo quando te chupam? Você gosta?

Me lembrei da vez que Fábia me chupou, ou quando o Marcos o fez também... Mas em ambos os casos foram igualmente ruins.

-Ah sei lá... Ninguém foi bom nesse departamento, mas a única coisa que eu posso dizer é que gosto de penetração...- suspiro- Sabe não é atoa que eu tenho um vibrador, ele realmente da conta do serviço, mas ...né? As vezes preciso de uma pessoa...

-Você nunca gozou? - me pergunta surpreso.

-Claro que já, não preciso de ninguém para me dar prazer.

-Uhm... Interessante- diz pensando enquanto começo a sentir seus dedos subirem e descerem pelas minhas costas lentamente, provocando arrepios jamais explorados nessa área.

Aquilo começa a trazer como um passe de mágica o fogo que estava a pouco tempo atrás, me acendendo e endurecendo meus seios, fazendo meu corpo se mexer.

-Você gosta disso?- perguntou enquanto continuava a passar os dedos, vendo como eu reagia à ele.

-Gosto....- respondo sussurrando.

-E se eu te chupasse? Será que me daria bem nesse departamento?

Feliz que voltamos a ação, comecei a rir quando ele naturalmente me deita de costas para o colchão e começa a beijar meu pescoço, lambendo meus seios e descendo para a barriga até chegar na cintura e se posicionando entre minhas pernas de forma determinada. Sinto ele segurar minhas coxas para que eu ficasse bem encaixada em seu rosto para poder sentir suas habilidades que estavam reservadas para outros lábios...

O que Jorge não sabia beijar, ele sabia chupar! Começou devagar e prolongado enquanto usava a boca, língua e nariz, enquanto pressionava o monte de vênus, fazendo meu corpo ficar completamente sensível e molhado. Ele segurava minhas coxas e massageava elas ao mesmo tempo que trabalhava sua boca em mim sentindo o corpo vibrar.... Sinto seu dedo entrar devagar acompanhando os beijos que me dava.... E ah que delicioso! Seguro no lençol e sinto contrações na vagina que estavam frenéticas, fazendo minhas pernas darem espasmos. Recebo seu segundo dedo, Jorge ativa algo em mim que não sabia que ficava ali e instantaneamente gemo alto fazendo ele sustentar a dedada bem ali.

-Aimm que gostosoooh- grito de prazer.

Jorge não parou e começou a passar seu rosto inteiro em mim quando começo a sentir aquela sensações maravilhosas de levitação do orgasmo, junto a uma sensação molhada que descia de mim e banhava todo seu rosto. Gritava de prazer sem pudor e o prazer aumentava conforme ele seguia me chupando e me tremia toda. Só sei que eu devo ter ficado horas gozando e gritando pois quando não podia sentir mais minhas pernas direito o puxei pelos cabelos para beijar a sua boca.

-O que foi isso?- pergunto ofegante, vermelha e completamente desnorteada só que querendo mais, puxando ele para deitar em cima de mim, para poder meter em mim. Queria seu pau agora.

-Foi você... Gozando muito na minha boca- diz satisfeito e com cara de safado. -Foi incrível- digo rindo. -Você goza muito gostoso na minha boca- respondeu se enfiando em uma nova camisinha para logo em seguida entrar em mim- agora quero ver no meu pau.

Meu Deus sim! E eu podia senti-lo por inteiro e firme mas dessa vez ele bombava forte e rápido fazendo eu ver literalmente estrelas!

-Issooooh- suplicava- ah que delicia! Mais!

Jorge me comeu como se eu fosse seu vício particular e pela forma como nos dedicamos, sentia que eu mesma tinha sido introduzida a ele também... E quando digo que não paramos, não paramos mesmo! Ficamos transando como dois alucinados por horas seguidas, com pequenos intervalos entre uma rodada e outra para conversas banais.

No final da noite estávamos esgotados e ele deu indiretas sobre dormir em casa, mas eu teria que acordar cedo para trabalhar e dormir agarradinha não era uma opção para mim. Ele insistiu um pouco, mas no final, foi embora com a promessa de que voltaria mas, nunca mais voltou...

Sei que ele deve ter se ofendido por não tê-lo deixado ficar, eu mesma ficaria, mas minhas referências eram baixas e depois daquele sexo, minhas apostas eram altas para o mundo do Tinder, então por que eu deixaria ele ficar? No final me comportei como todo o homem que um dia já julguei e como diria Carrie Bradshaw, tinha transado como um. Acabei por julga-lo mal e até tentei achar em outros caras, o tipo Jorge, mas sem muito sucesso no mercado escasso de hoje... Mas de uma coisa eu tinha certeza, se existe virgindade, a minha só tinha sido tirada naquele dia, e foi Sir Jorge quem me ensinou a sentir prazer.

Texto por: Catharina Ferrari

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