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Sextou com S de Sex Toy

Conto Erótico - Sextou com S de Sex Toy...

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Nada para fazer... Que tédio. Sextou com S de sentada sozinha em casa, KKKKKKcrying e cada K é uma lágrima. Foto de gente sem noção, foto de gatinhos fofos, memes, ai ai ai. Mas eis que hum.... Uau que foto linda. A "moliér" sem sorrir para a câmera, os olhos dela são tão intensos, é como se ela olhasse diretamente para mim. Lembrei na hora da célebre frase de Machado de Assis, “olhos de cigana, oblíqua e dissimulada”, comentei “-Capitu, é você?”.

Ela curtiu na hora, vi a notificação do bate papo e respondeu com “hahahahaha, lisonjeada estou” curti e escrevi “amada, que olhos! e essas pérolas aí... chiquérrima.”

-Foi de um ensaio boudoir que eu fiz, estou postando todo dia uma! Me achando a própria modelo fotográfica.

-Pois nada de “se achar” a senhora pode ter certeza. Uau, que fotona, e rindo, mas de desespero porque perdi as anteriores.

-Ah pois! Eu te mostro as que eu publiquei.

E né que ela mostrou mesmo? Três fotos, uma ela estava agachada no chão corpo sensualmente recostado na cama com os braços jogados para trás, era visível que ela estava sem calcinha e sem sutiã, usando só pérolas e salto alto, mas a foto foi feita lateralmente, não se via nada além da silhueta.

Na próxima ela estava descalça, contemplando o longe, olhando pela janela. De costas para o fotógrafo, tinha uma rosa com espinhos tatuada na panturrilha e aquela bunda? Caralho. A deusa tem suas preferidas mesmo. Diferente de outras fotos que já vi do estilo, aquela não parecia tratada, parecia real, eu podia ver a suavidade da pele dela, a textura, era como se ela estivesse na minha frente.

E a última, ela deitada na cama, os cabelos espalhados pelo colchão, sem sutiã, as mãos segurando e cobrindo os seios. Usava calcinha de renda um modelo que me atrai justamente por acomodar nosso corpo. De repente me deu uma vontade louca de beijar aquela barriga, passar a língua na cicatriz que ela tinha ali.

-Essas fotos deviam estar expostas num outdoor. Acho que tô apaixonada.

-Ah que exagerada você... Obrigada pela gentileza.

-Tô sendo gentil não, me deu até um siricutico aqui. Você trabalha como modelo?

- Nada disso, sou secretaria numa clínica odontológica.

-Faz sentido.

-Como assim?

-A dentista te paga para fazer o que você faz de graça: deixar todo mundo de boca aberta.

-Socorro. – mandou um gif de uma mulher engasgando de rir, resolvi mandar outra.

-Se a dentista plotar suas fotos na parede do consultório nunca mais ela tem que dizer “abre a boca”

-Você é muito engraçada, sério. E olha que na minha cabeça estou postando da pior para a melhor, você não viu as melhores ainda.

-Mas já ativei o sininho para não perder as notificações, não perco uma que seja mais.

-Ah mas depois de tanto elogio, claro que vou te mostrar minha preferida.

-Mostra.

A foto veio. Não me ocorreu um gracejo que fosse para fazer, ela posava de frente para o fotógrafo, se via das coxas até a linha do ombro. Uma mão no seio, a outra tapando o prikito. Não se via o outro seio porque vários colares de pérolas estavam no pescoço dela e da maneira como eles forram arranjados só se entrevia a pele.

-Essa foi a que eu mais gostei. – ela falou depois de alguns minutos.

-Ainda bem que meu celular é a prova de respingos, porque estou babando.

-Boba.

-Não, sério, me deu tanto calor que achei que o ar tinha parado de funcionar.

-Gostasse então?

-A foto me fez chorar, não disse por onde.

-Sério?

-Tão sério quanto um infarto.

-Gostou mesmo das fotos?

-Gostar, gosto das minhas... Gostar é uma palavra fraca pra suas fotos. E amei as pérolas.

-E se eu te disser que estou usando elas?

-Terei que lançar a clássica “manda foto de agora”

E ela mandou. Uma selfie, ela estava mesmo usando as pérolas, infelizmente para mim estava de vestido e não de lingerie.

-Quanta elegância! Vai em algum lugar formal receber um prêmio talvez?

-Você é demais!! Não, fui jantar e cheguei agora.

-Com o mozão?

-Não deixa de ser, jantei com meu pai.

-Vocês moram juntos?

-Não, moro com minha mãe e vejo meu pai de vez em quando, divorciados. E você? Mora com seus pais?

-Sozinha.

-Sozinha... Então, poderia atender uma chamada de vídeo? Tenho algo além das pérolas para te mostrar.

-Se a internet cair, eu processo.

Ela me ligou e eu atendi na hora.

-Olha só o que tem embaixo do vestido.

-Já sei, esse corpão maravilhoso.

-Adivinhou.

E porra, adivinhei mesmo, porque ela abriu o zíper do vestido deixando ele cair aos pés dela e né que a safada tava peladona do jeitinho que veio ao mundo?

-Agora sabemos que não tenho problema cardíaco. Mulher, isso não se faz, e se eu morro aqui?

-Te agrada?

-Tenho nem palavras pra te fazer entender.

-Então mostra.

-Como assim?

-Você não disse que eu te fiz chorar e não ia dizer por onde? Então, seu olhos estão secos, será que tem outra parte molhada?

Senti o grelo pulsar com a pergunta, enfiei a mão dentro do short do pijama e toquei meu prikito melado, mostrei os dedos pingando pra ela que olhava fixamente e em silêncio. Lambi meus dedos, queria provocá-la.

-Delicia, queria provar também, mas você não me mostrou a bucetinha. Você não quer?

Nem respondi. Botei o celular na cama e levantei, tirei minha roupa numa velocidade que faria inveja ao Usain Bolt e peguei o celular na mão, me mostrando para ela.

-Linda você. Deixa ver mais.

E eu nego? Não né. Botei o celular bem no meio das pernas de frente pro crime e toquei com meus dedos de um jeito conhecido, me sentindo toda melada. Ouvi ela gemer e quando peguei o celular eu estava olhando a língua dela. Ela estava lambendo meu prikito e eu curti demais.

-Cachorra. – falei pra ela.

-E o cuzinho? Deixa ver?

Me posicionei de quatro e com a ajuda do espelho da porta do guarda roupa, mostrei o cu pra ela.

-Tesão demais. Lambi sua bucetinha e seu cuzinho e agora quero comer. – eu via ela deitada na cama usando só as pérolas e com as pernas abertas, mandando ver no serviço de Dj, os olhos me fitando com desejo. Porra, vontade demais de dar pra essa mulher e esse é um trabalho para a Didi, minha Dilda, meu vibro preferido e olha que tenho vários.

Mas aquela gostosura merecia algo especial, e se ela gostava de ver eu ia providenciar um espetáculo.

Eu ouvia ela gemendo e ouvia o som da siririca dela, tesão a mil e peguei minha Didi e sabia exatamente o que ia fazer. Grudei no espelho do guarda roupa, uma altura que eu alcançaria sem dificuldade, nunca tinha colocado a Dilda lá, mas já tinha colocado no box do banheiro e na cadeira do escritório e ela aderia com a mesma força em qualquer superfície, então fui com fé. Peguei meu celular e mostrei a ela o que estava fazendo. Estava passando um lub a base d’água na Dilda, esfregando com minha mão.

-Isso safada, esfrega bastante. – ela respondeu, e eu fechei os olhos e curti a textura macia da Dilda na minha mão, e junto com a ação do lub eu quase podia imaginar estar tocando a pele dela, gemi.

Dei um jeito de equilibrar o celular para ficar com as duas mãos livres e de joelhos passei a tocar uma siririca totalmente molhada enquanto alisava toda a extensão da Dilda, a vibração gostosa na minha mão.

-Vem cachorra, tô quase gozando, dá pra mim. – eu ouvi ela dizer.

Abri meu prikito com as mãos, encaixei o grelo na ponta da Dilda, usei o controle para ir aumentando a velocidade na medida que aumentava os gemidos dela.

Eu olhava para ela e ela me encarava de volta, a gente gemendo e porra, eu ia gozar.

-Vai, goza safada. – ouvi a ordem dela e sem fechar os olhos gozei, nem tinha enfiado ainda e nem tinha usado todo o potencial do vibro e caralho... tava gozando muito.

Gemendo e rebolando, me sentindo escorrer, eu via ela com as pernas muito abertas, uma visão completa da bucetinha dela.

-Bota a língua pra fora cachorra, tô gozando... Lambe minha buceta.– ela falou e eu botei a língua pra fora mesmo, como se de alguma forma pudesse sentir o gosto dela. Ela gemia alto e por mais que esfregasse aquele grelo ela não parava. – Isso, começamos brincar e agora vou gozar comendo sua bundinha. Vai, bota no cuzinho que ele é meu hoje.

Fiquei de quatro, virei a bunda pra Dilda que continuava no mesmo lugar, firme no espelho do guarda roupa. Celular na mão para eu poder vê-la e dar a ela a visão da Dilda no cool pelo espelho. Peito no chão e controle na mão, comecei.

Diminui a vibração pelo controle e meti na ppk, eu tentava manter os olhos abertos o tempo todo, mas o encaixe da Dilda, caraca... Ia direto ao ponto. Gemi alto, rebolando meu quadril, fazendo a porta do espelho mexer.

-Bucetinha gostosa... Mas quero o cuzinho, vai... tô esperando...

Eitaaaaa mulher safada, gosto assim. Me mexi, tentando fazer a Dilda entrar na minha bunda e quando senti que acertei a posição, empurrei devagar.

-Mais forte... Mete mais forte. – A mulher era insaciável e isso me dava um tesão absurdo. Senti a pressão da Dilda entrando no meu cool, a maciez, a vibração que no momento eu mantinha suave. Deixei ela ali um momento, pro meu corpo relaxar e acostumar pra eu poder enfiar toda a extensão dela em mim. Eu gemia e suspirava e também ouvia ela fazer o mesmo.

Quando senti que meu corpo estava pronto para mais, empurrei minha bunda mais e mais para trás e quando entrou tudo eu não só estava todinha arrepiada como estava quase gozando de novo, que trepada foda!

-Que delícia... Que cuzinho lindo e apertadinho você tem. Vem pra mim vem, tô te comendo gostoso.

Aumentei a vibração com o controle que estava na minha mão e comecei a rebolar, meu quadril se mexendo, ela gemendo, nossas vozes desconexas, frases que não faziam tanto sentido, mas que se encaixavam perfeitamente na situação.

Olhava ela nos olhos que tanto tinham me atraído e podia vê-la vidrada na Dilda no meu cool.

-Vou gozar... Ah... Porra... Vou gozar.. – avisei sem qualquer necessidade e tive o prazer de ouvir a resposta dela de imediato.

-Me espera, tô indo também gostosa... Porra... Caralho...

Gozamos juntas e meu coração estava disparado como não ficava em muito tempo. Eu fui diminuindo a vibração da Dilda devagar, curtindo o momento, estendendo a sensação de prazer, e quando enfim desliguei abri os olhos, ela me olhava com a mão descansada na xaninha dela, me observando com um sorriso no rosto.

-Fala sério, isso aconteceu mesmo? – eu perguntei, o coração desacelerando devagar.

-Talvez seja um sonho.

-Não... Meu inconsciente não é tão gostoso assim.

-Difícil acreditar. – ela falou sorrindo.

Levantei, e tirei minha fiel Dilda do espelho.

-Hora de tomar um banho e dar um banhozinho em Didi também.

-Eu gostei de Didi viu? Quanta versatilidade.

-Espero ter o prazer de te apresentar a ela pessoalmente.

-Eu também espero.

O sorriso bobo na cara dela deveria estar quase tão grande quanto o meu.

-Ei, e seu nome? Sei que você é gata, mas não acho que @gatinha_1979 seja seu nome verdadeiro. – percebi que não tinha perguntado antes.

-Me chamo Rosana.

-Não... Quer dizer então que hoje eu “comi uma deusa...” – não pude perder a oportunidade do trocadilho infame.

-Você não existe. E o Dê do seu @ é Dê de quê?

-Denise.

-Prazer Denise.

-O prazer foi todo meu Rosana.

-Não... Só metade.

Desligamos e levei Didi pro nosso banho sem acreditar em como de repente meu sextou com S de sentada em casa sozinha tinha se tornado Sextou com S de Sex to u and Sexy Toy. Enfim, chegou o dia dos humilhados serem exaltados. Obrigada deusa.

Texto por: Madame Tê

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