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Crush Colegial

Conto Erótico - Crush Colegial

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Olá minhas beloveds, tudo bem? Digamos que meu nome é Estela, risos, porque não posso me envolver em polêmicas, e vou contar para vocês a aventura que tive esse final de semana passado. Ainda não consigo esquecer dessa foda deliciosa que tivemos.

Eu fui para uma baladinha, coisa que a tempos eu não fazia, ando sempre tão ocupada com estudos e trabalho, que normalmente meu final de semana é reservado para descanso e eventos familiares, más vez ou outra equilibro em sair com os amigos. Pois essa era a festa de aniversário de um grande amigo meu da época de colegial, e ele me cobrou muito de ir, e acabei cedendo ao convite. Botei meu vestidinho, fiz make bafo e fui, chegando lá, foi divertido, encontrei um pessoal que há tempos não via. Entre elas, Marilia, faz de conta que o nome dela era esse. Marilia era uma das populares do colégio, conhecia todo mundo, agitava as festinhas e encontros, ela se destacava, já eu sentava no outro canto da sala, e tínhamos grupinhos diferente, nos conhecíamos, más nunca fomos próximas, porém naquele amontoado de novos rostos, nos reconhecer fez com que nos aproximássemos para conversar

- Eu conheço você, éramos da mesma sala – Marilia dizia.

-Sim, sou a Estela.

- Ai que bom encontrar um rosto conhecido, posso me juntar a você?

- Claro, também estou sozinha. - Eu vim achando que ia encontrar bastante gente do colégio, más aparentemente depois que saímos de lá perdemos contato com todo mundo né?

Marilia e eu conversávamos bastante e riamos bastante lembrando da época de colegial, porém eventualmente a música estava começando a me irritar porque mal conseguíamos conversar sem gritar uma para outra.

- Marilia, vamos para um barzinho, só a gente está interagindo uma com a outra. Já viemos e demos parabéns, bora vazar?

- Arrasou menina, excelente ideia.

Nos despedimos do nosso amigo falando que precisávamos ir embora, más que foi muito divertido rever ele e vazamos. Pegamos um Uber para um barzinho bem próximo e lá nos instalamos, já pegamos o cardápio, pedimos um chopp e voltamos a gargalhar com nossas histórias e trajetória pós colegial.

- Ai menina, como a gente era besta né? Éramos tão preocupadas com o que o colégio pensaria. – Marilia dizia após um longo gole

-Do que você ta falando? Você era tão popular, conhecia todo mundo, até namorava o cara mais desejado do colégio. Aliás, vocês estão juntos ainda?

- Ah, aquele embuste, acredita que descobri ele me traindo com uma outra menina?

- Nãããooo.

- Siiiiimmmm, a menina apareceu na porta da minha casa, para falar que descobriu que ele namorava comigo, enquanto ele dizia que estava namorando com ela, foi o maior b.o. Más juntas arrasamos com a cara dele, decidimos ir juntas na festa de aniversário do pai dele para mostrar para a família dele o lixinho de pessoa que ele era.

- Chama a ambulância Marilia, que eu to NO CHÃO com essa história. Más e agora, você está saindo com alguém?

- Aii Estelinha, se você soubesse?!

- O que, contaaa. Estou atentíssima.

- Eu meio que comecei a sair com meninas, faz um tempo já?

- AHHHH, chocada. Você está namorando uma mulher agora?

- Não, agora eu estou solteira, más meu último relacionamento foi com mulher.

- Me conta mais.

- Ah Estelinha, na real, eu sempre curti os dois, más né?! Era difícil assumir isso no colegial, minha família é mega quadradona, más depois que a gente cresce, mete o foda-se, e estou feliz assim.

- Eu ainda estou perplexa, muitos plot twistes.

- Hahaha, sim, más e você? Namorando alguém? Nunca vi você com ninguém no colégio.

- Então, pelo mesmo motivo que você não explorava seu lado bi, eu não explorava meu lado lésbico.

- AAAAHHHHH, MENTIRAAAA.

- Sim, hihihihi.

- Então um brinde a nós!!

A noite foi passando e Marilia ficava cada vez mais radiante, e a cada drink nós nos soltávamos mais e mais. De repente estávamos segurando as mãos uma da outra e nos olhávamos profundamente.

- Poxa, não acredito que a gente passou anos na mesma sala e nunca trocamos ideia, capaz que se tivesse descoberto o tanto que temos em comum, eu teria me apaixonado por você ao invés do embuste.

- Nunca que imaginei ter chance com a miss popular.

- Ai Estela, que mané popular, não surta. Um mulherão que nem você, quem não iria querer ter chance contigo.

Do nada esse mulherão que Marilia falava tanto tomou conta de mim e já joguei papo reto.

- Então que tal conversarmos mais sobre essas chances no meu apartamento? Marilia tomou seu último gole e apenas sorriu dizendo.

- Achei que nunca pediria.

O lance de amiguinhas agora fora tomado pelo ar de flerte, ela agora segurava minha mão, e eu abraçava ela. Pedimos um Uber e agora o destino seria a minha casa. No trajeto segurávamos a mão uma da outra enquanto conversávamos com a motorista, parecia tão natural, me sentia tão próxima a ela, era como se ainda fossemos colegiais e do nada minha memória fosse tomada por momentos nostálgicos.

Ao entrar no meu apartamento, pedi para que ela sentasse e se sentisse confortável, perguntei se poderia oferecer algo para ela, afinal bebemos bastante, más precisávamos comer algo. Decidimos pedir uma pizza e enquanto isso, me sentei ao lado dela no sofá, nos encaramos novamente em silêncio até Marilia quebrar o gelo

- Porra Estela, ta esperando o que, um convite? Me beija logo.

Rimos, más entendi a dica, segurei o rosto de Marilia pelo queixo, delicadamente e me aproximei para um beijo, só o contato com o seu lábio fez meu coração disparar, e lentamente nossos rostos se encaixavam e se movimentavam para dar espaço para um beijo quente e apaixonante, nossas línguas se encontravam e se exploravam. Marilia tinha um gosto de frutas vermelhas, e sua língua era macia e aveludada, um dos melhores beijos que eu já havia tido. Minha mão agora a segurava pela nuca, meus dedos se entrelaçavam nos cabelos de Marilia.

Eu sentia sua pele macia roçando contra o meu rosto e seu perfume delicioso se impregnando em mim. Ela então agarrou meu seio por cima da roupa, e isso fez meu corpo vibrar, não percebi que eu estava tão sensível aos toques dela, claramente meu corpo estava em chamas, senti minha buceta piscar quando ela fez isso. Prontamente ela já começou a abaixar as alças do meu vestido, ela possuía um olhar angelical misturado com desejo, seu rosto estava corado, ela também estava em chamas, lentamente ela puxou meu vestido pra baixo revelando meus seios, ela deu uma longa pausa para admira-los e em seguida começou a mama-los, dei um gemido alto olhando pra cima, senti um arrepio subindo minha espinha até minha nuca quando meu mamilo sentiu o toque molhado e quente da língua de Marilia, Eu então puxei a camisa dela por cima de seus ombros e desabotoei seu sutiã, e enquanto ela me mamava eu também brincava com seus seios. Tão macios, também queria mamar os seios de Marilia, levantei o rosto dela e dei um selinho estalado como um pedido de desculpa por interrompe-la, a deitei no sofá e me deitei por cima dela e comecei a lamber a auréola do seu seio, ela segurava a minha cabeça e brincava com meus cabelos enquanto eu chupava o bico do seu peito.

Eu podia sentir a sua respiração acelerada então decidi por minha mão por cima da sua boceta, ela gemeu alto e se contorceu, a esse momento nossas roupas estavam se tornando muito inconvenientes. Puxei a calça dela para baixo e a sua calcinha veio junto, rapidamente ela estava nua, e eu me desfiz do meu vestido que ainda me cobria da cintura para baixo.

- Como você é gostosa. – Marilia dizia

- Não tanto quanto você - eu retribuía o elogio.

– Que tal continuarmos isso na cama? – Sugeri estendendo minha mão para ela.

Fomos rápido para o meu quarto e nos jogamos em cima da minha cama.

- Quero fazer um 69 – Marilia dizia. E eu lógico que aceitei.

Prontamente me deitei, abri as pernas e em seguida Marilia ficou por cima de mim se invertendo. E lá estava a boceta de Marilia na minha cara, aquele cheirinho delicioso de boceta melada de tanto tesão, como um animal faminto eu cai de boca na vulva de Marilia e ela gemeu alto, senti seu corpo tremer com meu contato em seu corpo, eu a chupava como o fruto mais delicioso do planeta, e de fato ela era, e os gemidos de prazer dela só me estimulavam mais e mais a chupa-la, logo mais era a vez dela de me causar uma onda de prazer com a sua língua, senti meu clitóris pulsar quando ela me chupou.

Eu a agarrava pelas nádegas e a puxava contra a minha língua, eu queria lamber cada dobrinha daquela boceta gostosa, coloquei um dedo nela e ela estava tão meladinha, ela era tão quente e macia por dentro, me ajeitei e tentei penetrar minha língua em sua vagina. Aquilo tudo era muito bom, más o fato dela estar me chupando também só intensificava mais e mais as sensações. Marilia também copiava meus movimentos, era como se estivéssemos sincronizadas, ela me chupava, assoprava minha vulva e dava leves tapinhas na minha buceta, ela brincava com os meus estímulos, que mulher fenomenal, eu também enfiava um dedo no cú dela e sentia ela morder meu dedo.

Nós brincávamos com o corpo uma da outra, ficávamos lambuzadas de saliva e nossos sucos vaginais. Eu podia sentir o corpo de Marilia ficar mais e mais suado, e suas pernas tremiam, eu sabia que ela não seguraria o seu orgasmo por mais tempo, e eu pude escuta-la quase que gemendo para si

- Eu não aguento mais, eu vou gozar a qualquer instante.

- Goza na minha boca sua gostosa, me deixa beber você.

Como que impulsivamente ela desfez o 69 e se posicionou entre o meu rosto, eu deitada e aquela musa ajoelhada e aberta em cima do meu rosto, eu podia ver aquela boceta molhada na mesma perspectiva que via seu rosto extremamente corado de tesão, ela me puxou pela cabeça contra a sua vulva e me esfregava contra seu corpo, ela roçava aquela boceta gostosa e molhada contra a minha língua e boca, meu nariz roçava em seu clitóris e ela começava a gemer mais intensamente. Procurei pelos seus seios e ela conduzia minhas mãos para eles, e agora ela ficava cada vez mais molhada, e ela gemia, e ela gemia alto e...

- AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH Marilia desaguava em minha boca, e seu suco se misturava ao suor de seu corpo e da minha saliva.

- Meu Deus Estela, o que foi isso. Nunca gozei assim?

- Me mostra então - eu lembrava ela que ainda não tinha gozado.

- Com todo Prazer.

Ainda exausta Marilia se posicionou entre as minhas pernas e voltava a me chupar, ela conduzia minhas mãos para segurar a cabeça dela e pressiona-la contra a minha vulva. Eu estava tão sensível depois de ver aquela mulher explodindo na minha boca e rosto que logo foi minha vez, uma sensação elétrica percorreu meu corpo e minhas pernas tremiam, meus dedos dos pés se contorciam e eu comecei a arquear minhas costas contra a cama

- Marilia, eu vou... AAAAAAAAHHHHHHH. Eu também gozava.

Após terminar Marilia se deitou ao meu lado e juntas respirávamos ofegantes.

- Em pensar que essa máquina sexual estava na minha sala por anos, hein? – Marilia dizia

Eu ri, eu ia responder algo quando o interfone tocou.

- Nossa pizza chegou. – Respondi

- Te falar que depois desse banquete de buceta que tive, a pizza vai virar sobremesa.

Gritei com o comentário dela. Me troquei e fui receber a pizza, que Marilia insistia em chamar de sobremesa. Depois disso dormimos juntinhas assistindo um filme.

Desde então não paramos de nos falar, e esse fim de semana vamos nos encontrar de novo, quem sabe não volte aqui pra contar como foi.

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3 comentários


  • Bibi

    Adorei qurro uma foda assim


  • Geiza

    Adoreeeeiii o conto!!
    Acabo d conhecer a página é já virei fã!
    Agora Vou fazer maratona com suas ótimas histórias


  • Ana

    Que delícia! Eu só conseguia pensar q a pizza iria chegar a qualquer momento


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