Carnavrau

CarnaVRAU

Conto Erótico - CarnaVRAU

Prefere ouvir? 👩🏻‍🎤 Não tem problema, clique play👇  e ouça o conto erótico narrado por nós.

Sexta feira que deveria ser de carnaval, e quando a gente pensa que os humilhados, enfim vão ser exaltados e o bloquinho vai voltar, vem a recomendação para o uso da planta: PLANTA A RABA EM CASA AMADES! Sofro, choro, é tanta saudade de um carnaval no bloquinho que sinto um aperto no peito. Tantas boas memórias dos últimos carnavais que eu fui.

Me pego pensando num dos últimos carnavais que eu fui, nos boys que os cinco dias de CarnaVRAU me renderam... Os gêmeos, Ctrl + C, Crtl + V, o boy com a plaquinha “virei Uber, te pego quando? ”, o grupo de amigos fantasiados de Pedra, Papel e Tesoura. Tão lindos! Tão gostosinhos! E no Júlio, é claro. Meu namorado. Que eu conheci aos 45 do segundo tempo e estava comigo desde então.

Passamos uma vergonha juntos naquele dia! Eu e o Júlio nos conhecíamos do curso de inglês, então quando nos encontramos no bloquinho não éramos totalmente estranhos. A gente começou se pegar e o negócio ficou quente demais. Resultado, lá vamos nós entrar de fininho na casa da tia dele que era ali perto para dar uma trepada. O problema é que a gente ficou naquela pegada logo ali na sala e ele me deitou no tapete ali mesmo. Bom, eis que a tia dele chega do nada, o que botou nós dois no caminho da rua bem rápido, deixamos o tapete da sala todo trabalhado no glitter e me dei conta que a cara do Júlio também tinha glitter (que saiu do meu peito aliás),inclusive acabei deixando a calcinha lá. Sabe a deusa onde. HeheheHELP.

A tia dele nos dedou para a família inteira e reclamou de perca total do tapete dela de tanto glitter. Como ele teve que comprar outro para ela, ficou com o tapete brilhante para ele, e posteriormente quando ele se mudou para minha casa, o tapete veio junto. Segundo Júlio, havia no tapete uma concentração de brilho suficiente para iluminar um aeroporto, mas nunca nos desfizemos dele. Boas lembranças das tentativas frustradas de limpar ele.

Mas o que eu queria mesmo era pular carnaval e ir para o bloquinho, não ficar lembrando de carnavais passados e sonhando com carnavais futuros, eu estava parecendo um Scrooge Carnavalesco.

Pera. O Scrooge recebe o espírito de três Carnavais, digo, Natais! O passado e o futuro estavam lá, mas tem o PRESENTE! E hoje, mesmo que dentro de casa, É CARNAVAL BEBÊ! E ao invés de me apegar a lamentações eu acho que vou é aproveitar o dia de hoje. Um minuto para encontrar uma playlist apropriada, celular tocando alto e bora ver minha caixa de adereços e alegorias no guarda roupa, porque sim, amige, eu tenho uma caixa de adereços e alegorias.

Para tudo! Vai rolar a festa! Encontrei uma fantasia de fada que usei certa vez, 15 minutos na lava e seca função rápida e tá pronta para ser vestida. Vesti minha fantasia, minhas asas, tudo muito lindo, azul e prata e era hora da make bafônica.

Daqui a pouco quando Júlio chegasse do trabalho ele iria me encontrar pronta para nosso carnaval!

Me arrumei linda e cheirosa, a grande gostosa que eu sempre fui toda trabalhada em generosas camadas de glitter e só faltava um detalhe: minha varinha mágica! Presente do Júlio! Eu era louca por aquele vibramor que sempre chamei de varinha mágica e hoje de fada, era dia de realizar fantasias! Liguei a varinha e não resisti a me tocar pelos seios e pela barriga. A sensação foi ficando mais forte e bem, estar em casa tem suas vantagens: tirei o shortinho da fantasia e com uma cerveja na mão e a varinha na outra, partiu dançar no tapete da sala.

E tô dançando, e tô me acabando, e tô rebolando a bunda e... Ai ai ai... A Duda quer fazer carinho na Dudinha dela. Outra vantagem de se estar em casa.

E foi assim que Júlio me encontrou, dançando feliz, a varinha mágica dando umas cutucadinhas marotas na Dudinha para esquentar o clima e me acabando de dançar na sala. Ele entrou e enquanto botava a chave do carro na mesinha, já sorriu e me olhou, entendendo rápido.

-Então estamos comemorando o carnaval? – Ele falou dando um gole na minha cerveja e um beijo no meu pescoço.

-Estamos! Bota sua fantasia e vamos curtir.

-Cinco minutos. Um banho rápido.

-Não demora heim? Hoje vou realizar desejos com minha varinha mágica. – Mostrei a varinha para ele e coloquei entre minhas pernas.

-Desejos meus ou seus?

-Seus... pode pedir o que quiser que sua fada madrinha realiza. – Falei colocando a varinha bem na “mala” dele que ficou quase pronta para viagem.

Júlio foi tomar banho cheio de pressa e eu continuei esparramando glitter, alegria e tesão pela sala. Coloquei minha varinha mágica ligada dentro da calcinha e com as duas mãos livres me joguei na coreografia da Dança da Manivela, aproveitando para rebolar e deixar a vibração espalhar correntes de... alegria... pelo meu corpo. E olha, vou te falar, eu já estava quase explodindo de tanta alegria.

Júlio apareceu. Eu não estava preparada para isso. Ele usava uma gravatinha borboleta, uma sunguinha de oncinha e trazia um vibro vestível de controle remoto nas mãos. Eu abri os braços para ele toda faceira, ele me abraçava e beijava, seu corpo gostoso tocando o meu no ritmo da música. Júlio se abaixou e puxou minha calcinha, tirou minha varinha dali e lambeu minha Dudinha inteira... Nossa... A língua dele úmida e morna no meu grelo sensível depois de tanta vibração...hummm. Meu boy sabe o que faz e colocou o vibro vestível na minha calcinha, ajeitou o imã direitinho e de mãos dadas comigo dançávamos “a brincadeira da tomada”.

Quando a música disse remexe e agacha, eu agachei. Júlio aumentou a intensidade da vibração através do controle e quase eu não levanto, já assim, de cara.

-Reage mulher, esse carnaval não vai se pular sozinho. – Ainda ouvi ele me provocar.

-Tô quase gozando... Júlio. Faz mais.

-Ainda não... Vai lá na cozinha e pega duas cerveja para nós.

Eu fui, porque também queria prolongar a brincadeira, afinal, ela tinha começado agora. Quando estava voltando, ele aumentou novamente a vibração, meu passo falhou e ele olhava para mim triunfante.

Voltamos a dança, eu já estava com muito tesão e louca para gozar. Acho que se eu espirrasse, gozava. Bebíamos juntos e ele segurava minha mão, me fazendo dar voltinhas, batendo na minha bunda e tocando meus seios. Eu sambava, aproveitando a música, bebendo e curtindo o tesão daquela hora. Júlio dançava muito mal, mas dançar com ele sempre era bom, ainda mais em casa, que não tínhamos nada com que nos preocupar...

Senti ele puxar minha fantasia, expondo meus seios. Ele chupou e massageou aumentando ainda mais meu estado de excitação.

-Preciso gozar agora. – Falei manhosa, querendo fazer daquele começo de noite o prelúdio de uma noite perfeita.

-Então goza... Dança para mim e goza. – Ele tirou minha sainha também, me deixando só com a calcinha para sustentar o vibro vestível e usando minhas asas de fada e glitter, senti o gozo se aproximar. – Fecha os olhos.

E eu fechei. Ele mudava o tempo todo a velocidade do vibro, hora chupava meus seios, hora lambia minha bunda. Senti que ele colocava algo em minhas mãos e era minha varinha. Massageei meus seios nus com ela e dançando descalça no tapete da sala gozei, um gozo longo e úmido. Ainda bem que meu brinquedinho era a prova d’água.

-Caramba... Que maneira de começar o carnaval em casa heim? – Falei entre suspiros para o meu amor.

-Você disse que era uma fada e que ia realizar desejos, não foi?

-Foi.

-Pois eu desejo que você se deite aqui porque eu quero te comer aqui e agora.

Tirei minhas asas e me deitei. A música tocava alta, Júlio havia colocado no som da sala, mas eu poderia jurar que ouvia minha respiração entrecortada. Júlio se aproximou, se deitou sobre mim e me beijou. Eu sentia a dureza dele mal contida pela sunga tocando minha perna, ele tirou minha calcinha e me deixou nua no chão. Beijava meu corpo, lambendo e mordendo meus seios, minha barriga, chegou na minha xota e lambeu de baixo para cima: passando pelo períneo, pela minha xota inteira e pelo grelo, que chupou devagar e com atenção. Levantou o rosto e disse:

-Como a Dudinha tá melada... Tá querendo brincar mais? – Eu só fiz que sim com a cabeça e ele meteu o pau dentro de mim. Eu estava tão pronta para ele que só conseguia gemer em resposta. Ele se posicionou entre minhas pernas segurando-as abertas pelo tornozelo e arremetia dentro de mim alternando movimentos e rebolando. Deu minha varinha mágica na minha mão e eu estimulava o grelo enquanto ele me comia gostoso.

Nossos corpos unidos, suados, a música alta.. Júlio gemia se aproximando do gozo e antes dele, senti meu gozo se aproximar... O peso no meu ventre, a quentura no meu corpo, me percorrendo, se concentrando toda no meu interior para explodir e me fazer gritar de paixão. Abri os olhos e Júlio olhava para mim extasiado, pronto para gozar também.

-Gostosa... Que delícia você... Seu gozo. – Ele disse.

Eu só suspirava, gemendo, o corpo pesado com a força do meu gozo. Júlio tirou o pau de dentro de mim e gozou na minha barriga. Deitou-se ao meu lado e ficamos em silêncio aguardando a respiração voltar ao normal.

Logo só ouvíamos a música e já me sentia disposta a voltar para nossa comemoração, então me pus de pé.

O tapete estava novamente em estado de miséria, com cerveja, gozo e glitter.

-Júlio, acho que estragamos o tapete, enfim. – Falei para ele que se levantou e olhou o estrago.

-Parece que passou um bloquinho por aqui heim? – Eu ri e concordei.

-Ô. Até parece carnaval.

-Se é carnaval, vem aqui para os meus braços minha deusa e vamos comemorar.

-Espera, vou tomar um banho, tô toda suada.

-Banho? A noite nem começou! É sexta de carnaval.

Ri abraçando meu maluquinho e esqueci de tudo, me joguei na curtição. Não tem bloquinho, mas com certeza tem festa nesse carnaVRAU! .

Texto por: Madame Tê

Que tal seguir o nosso podcast e receber notificações a cada nova publicação? Assine o nosso canal no Spotify, ITunes ou Google Play, é grátis! Clique no ícone abaixo para assinar.