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Brinco de Pelúcia

Conto Erótico - Brinco de Pelúcia

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Marta estava dando o último gole de sua segunda cerveja da noite, dançando ainda meio tímida na pista de um clube de música eletrônica do centro de São Paulo, quando viu Gabriel a olhando. Ela já era habitante naquele espaço, mas nunca tinha visto aquele cara. Gabriel aparentava uns 35, 36 anos, não era muito alto, mas tinha mais de 1,70, com certeza. Ele dançava contido, mas não parecia timidez, era como se ele estivesse mais sentindo a música do que tentando expressar isso na dança. Ela achou ele gatinho, mas não deu muita confiança, já que a noite estava apenas começando. Procurou sua ficha de cerveja e foi até o bar pegar outra bebida. Quando ela estava voltando para a pista, viu que o garoto que a olhava estava na outra extremidade do balcão. Achou curioso que ele tivesse vindo atrás dela, mas que estivesse de alguma forma disfarçando.

Ele pegou uma gin tônica e, quando se virou com o copo na mão, deu de cara com Marta o observando. Ela ficou sem graça, mas não desviou o olhar. Ele sorriu, veio na direção dela e se apresentou.

- Oi, Gabriel - e deu um beijinho de bochecha nela.

- Olá, Marta. - Quer dançar?

Ela fez que sim com a cabeça e eles voltaram para a pista. Foram mais ou menos uns cinco minutos de dança, entre goles nervosos na bebida e olhares conectados, até que Gabriel se aproximou de Marta e deu um beijo curto no pescoço dela. Ela deixou e ficou um pouco arrepiada com a respiração dele no seu pescoço. Ele a olhou nos olhos e os dois começaram a se beijar de verdade.

O set do DJ que estava tocando estava chegando no seu auge e as batidas iam ficando cada vez mais rápidas, o que fazia com que Marta e Gabriel acabassem dançando mais perto. E o atrito entre o corpo deles se transformava em beijos, abraços e mordidas na orelha. Gabriel usava um short preto esporte, uma camiseta de malha preta e tênis. Marta estava vestida com um macacão de alcinha branco solto no corpo e não usava sutiã, o que deixava seus movimentos ainda mais sensuais, com seu peito protegido pelo tecido, mas quase aparecendo.

Ela também usava um brinco comprido, com uma cordinha prateada que descia da orelha e, na ponta, tinha um pingente de pelúcia azul. Gabriel passou o braço pela cintura de Marta, que também alisava as costas e os braços dele, chegou o corpo dela mais para perto do seu e, quando pararam de se beijar, ele pegou no pingente do brinco dela, apertou com uma das mãos e elogiou, disse que tinha achado bonito. Ela sorriu, achou inusitado que ele tivesse reparado logo em seu brinco.

Quando o set que eles estavam dançando acabou, Gabriel propôs que fossem para casa dele. Disse que lá tinha algumas cervejas na geladeira e ele poderia colocar um som legal para eles continuarem a noite. Apesar de terem conversado pouco enquanto dançavam e se beijavam, Marta topou. Teve a intuição de que poderia ter uma boa surpresa em dar uma chance para aquele cara que aparentava ser tranquilo e despachado.

No táxi, eles conversaram um pouco mais, apesar de não conseguirem parar de se beijar. Marta, quando teve oportunidade, perguntou o signo de Gabriel: peixes. A resposta deixou ela bem excitada, porque sua experiência era a de que os boys de peixes geralmente não têm muitas frescuras com o sexo, já que, mesmo se acabaram de conhecer uma pessoa, querem saber tudo o que ela pode oferecer. Gabriel devolveu a pergunta do signo, mas já adiantou que não saberia muito bem o que aquilo poderia significar. Marta era canceriana.

Gabriel morava em um apartamento térreo, que tinha um pequeno quintal. Quando eles chegaram, ele ligou umas luzes amarelas bem baixinhas, colocou uma música, como havia prometido, e deu uma cerveja para Marta. Ele mostrou o quintal, disse que ela podia ficar à vontade e perguntou se ela se importava se ele fosse tomar um banho. Ela disse que não e decidiu fumar um cigarro sentada do lado de fora ouvindo o som. Ele pediu que ela prestasse atenção na música e que lhe dissesse o que achou depois. Gabriel não demorou no banho, logo que Marta terminou de fumar, ele chegou e se sentou, só de toalha, na cadeira ao lado dela, sorriu, estendeu a mão e puxou ela para o colo dele.

Ela se sentou sobre as pernas dele meio de lado, ele deu um beijo longo no pescoço dela, que se arrepiou de novo com o gesto, mas agora tinha sido ainda mais gostoso porque ele cheirava sabonete e água morna, e seu cabelo molhado encostava no rosto dela. Eles começaram a se beijar, retomando a pegação gostosa que tinham começado na boate. Gabriel passava a mão na barriga dela por cima do macacão e procurou o zíper nas costas para poder tirar sua roupa. Enquanto isso, ela sentia que a roupa começava a ficar úmida, por estar sentada em cima da toalha molhada dele. Ela desenrolou a toalha de Gabriel e começou a massagear e sentir o pau dele. Gabriel tinha poucos pelos na barriga, no peito, na perna… e no saco também! E Marta estava gostando disso, apesar de não ter nada contra pelos, mas naquele dia sentir a pele lisa estava aguçando seu toque e a excitando ainda mais.

Gabriel conseguiu abrir o macacão de Marta e, enquanto chupava o bico de um de seus peitos, acariciava o outro com a outra mão. E foi alternando esse movimento até que voltou a beijá-la na boca e levou a mão até a boceta dela. Primeiro, ele acariciou por fora da calcinha, que era também branca para não marcar a roupa, e de renda de algodão. Todos os movimentos de Gabriel eram delicados e sem pressa. Ele foi afastando a calcinha de Marta aos poucos, sentiu que o clitóris dela estava super quente, e então ele massageou um pouco e foi descendo. Ele enfiou um dedo dentro da boceta molhada de Marta. Ela, já sensível, mordeu os próprios lábios e gemeu baixinho no ouvido dele. Ele a pegou pela mesma posição em que ela estava sentada no colo dele, deixando sua toalha caída em cima da cadeira, e a levou para o quarto.

Gabriel deitou Marta em sua cama, enquanto se beijavam, e depois que ela estava com corpo todo esticado sobre o colchão, ele foi descendo devagar a boca pela sua barriga até chegar na posição perfeita para chupa-la. Ele foi lambendo cada um dos lábios e, depois de cada movimento com a língua, sorvia a pele que tinha entrado em contato com sua saliva, molhando e aspirando. Marta gostou da técnica dele e a cada movimento que ele fazia com a boca, ela se retorcia no colchão, segurando firme o lençol com as mãos e sentindo seus músculos das pernas se contraírem. Às vezes, Gabriel passava com a ponta da língua por alguma partezinha específica em que Marta sentia mais prazer e suas pernas e pélvis chegavam a dar uma leve tremida. Mas ela não queria gozar assim, rápido, nem direcionar ele para ficar focado no clitóris para ela chegar lá.

Marta segurou a cabeça de Gabriel e puxou ele para cima dela, para começarem a se beijar de novo. Ela o abraçou e girou seu corpo por cima, e então foi sua vez de deitá-lo e ir lambendo a barriga dele até chegar no pau duro de Gabriel. Marta não fez muito rodeios, segurou o pau dele pela base, lambeu de baixo para cima e então caiu de boca, primeiro chupando a cabecinha e deixando a região bem molhada. Para Marta, o pau de Gabriel parecia ter um tamanho perfeito, nem muito grande que incomodasse na hora do boquete, nem muito pequeno que não a preenchesse durante a penetração.

Gabriel pediu a Marta que ela se virasse, para que eles pudessem se chupar ao mesmo tempo. Ela atendeu ao pedido, ficou de quatro com a boceta na cara dele enquanto se apoiava com o cotovelo no colchão para continuar chupando Gabriel. Com seu movimento, seu brinco de pelúcia, que Gabriel tinha elogiado, começou a encostar na coxa dele enquanto ela subia e descia a cabeça e ele começou a gemer cada vez mais forte enquanto chupava ela.

Os dois estavam muito excitados, Marta sentia que o pau de Gabriel ficava cada vez mais duro dentro da boca dela, enquanto ela sentia sua boceta chegando no combo perfeito entre molhada, inchada e quente. Mas ela ainda queria muito saber como Gabriel iria meter nela. Ela parou de chupá-lo e se virou de volta na cama, para voltar a beijá-lo. Assim que ela começou, ele tocou no brinco dela e disse que a sensação do toque da pelúcia na pele dava muito tesão, que ele adorava que o pingente encostasse nele enquanto eles transavam.

Marta perguntou se ele tinha camisinha. Ele disse que sim e que até já tinha deixado uma do lado da cama. Enquanto ele colocava a camisinha, ela ficou acariciando o rosto dele com o brinco. Depois, ela sentou no pau de Gabriel bem devagar, sentindo cada centímetro que entrava nela e, quando estava toda preenchida, se inclinou e ficou metendo e o beijando, deixando seu brinco roçar no pescoço e no rosto dele. Marta e Gabriel transaram como se já conhecessem o corpo um do outro. Ele segurou o quadril dela, massageou sua bunda.

Ele lambeu seu dedo indicador e foi deslizando o dedo lubrificado pelo cu de Marta. Ela gemia e sinalizava para ele que estava gostoso o que ele estava fazendo, então ele colocou um dedo e depois outro. Ela parou de beijá-lo e também enfiou um dedo na boca dele, depois o levantou para que ele pudesse alcançar seu peito e lambê-lo de novo. Eles ficaram nesse balanço, aumentando e diminuindo a velocidade, até que Gabriel pediu no ouvido de Marta que ela passasse de novo a parte de pelúcia de seu brinco no rosto dele. Ele ficou louco e começou a meter mais rápido e disse que, naquela posição, ele não ia mais conseguir segurar o gozo. Ela disse que tudo bem se ele gozasse naquela hora.

Gabriel gozou, gemendo, com a boca no pescoço de Marta. Eles ficaram uns segundos abraçados, e ele tirou o pau de dentro dela, a puxou para a beirada da cama, abriu suas pernas e se ajoelhou em sua frente. Dessa vez, Gabriel começou a lamber Marta direto no clitóris, enfiando um dedo, depois outro, depois mais um dentro de sua buceta. Marta segurava a cabeça dele, fazia um carinho em seu cabelo, puxando um ou outro de seus cachos loiros de vez em quando e, quando sentiu que o gozo estava vindo, apertou a cabeça dele contra si para que ele a chupasse mais rápido e mais forte. Marta gozou soltando um gemido mais alto do que o de Gabriel.

Os dois ficaram deitados um tempo, em silêncio, aproveitando a sensação do gozo. Ele chamou ela para voltar ao quintal, para tomarem mais uma cerveja e, por fim, perguntou se ela havia gostado da música que ele tinha colocado enquanto tomava banho. Era um techno com batidas brasileiras, mais grave do que o som do DJ da boate em que estavam. Marta disse que adorou, de fato ela tinha gostado. Gabriel revelou que era uma composição dele, que ele era músico e estava migrando de sua formação de música clássica para a música eletrônica. Marta tinha se formado há dois anos em dança e estava ganhando alguns editais com peças coreografadas por ela, mas que também trabalhavam com a improvisação.

O papo, depois do sexo, começava a fluir entre os dois. Mas eles não estavam muito a fim de ficar falando de si ou se gabando de seus próprios trabalhos. Gabriel colocou um outro som e eles começaram a dançar no quintal, descobrindo movimentos um do outro. Ele confessou que ficava muito excitado com o toque de texturas diferentes e macias, e que o brinco dela tinha deixado ele muito excitado. E continuava deixando, cada vez que ele a beijava e o brinco encostava nele. Eles dançaram e se pegaram madrugada adentro e, quando se deram conta, o dia já estava amanhecendo.

Marta pediu para tomar um banho, pois teria que ir direto para o trabalho, mas antes eles foram de novo para a cama. Marta tirou seu brinco, sentou sobre a barriga de Gabriel e ficou brincando de excitá-lo com o pingente de pelúcia. A brincadeira acabou excitando não só ele, mas os dois, e ficaram transando até a hora dela ir para o trabalho.

Texto por: Pérola

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