Banheirão Executivo

Conto Erótico - Banheirão Executivo

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Toda manhã é a mesma coisa, eu acordo, me arrumo para o trabalho e vou até o meu escritório. Eu estou no mundo corporativo e tenho uma posição de poder. Tem algumas coisas do meu trabalho que eu amo e outras que eu odeio. O que eu mais curto é o poder e o dinheiro que a minha posição me proporciona, mas também amo o fato de ter que usar ternos e roupas para executivas, me sinto poderosa!

Ser uma top executiva na firma que trabalho me proporciona muitos luxos, um deles é poder me vestir do jeito que eu amo, eu adoro vestir ternos caros, camisas e sapatos de couro. Eu amo estar ao redor de mulheres bem femininas, esse é o meu perfil, são elas que me deixam toda molhada de tesão. Acho que muitas delas ficam intimidade na minha presença, com o meu poder, e isso me excita. Eu me sinto confortável dominando as minhas parceiras sexualmente e psicologicamente.

Quinta-feira, o dia mais corrido da semana, bem nesse dia a minha secretária se demitiu. Eu tive sorte de conseguir chamar uma secretária temporária para a manhã seguinte. Tudo o que eu queria é que ela fosse competente o suficiente para me ajudar e seria um extra se ela fosse sexy, afinal de contas, eu não estou morta.

Cheguei no trabalho na sexta-feira pela manhã, vestia o meu terno de flanela belga e vestia uma camisa que havia sido passada minuciosamente, além da camisa branca também vestia uma cueca boxer clara. Eu me sentia limpa e poderosa. Na noite anterior uma massagista veio no meu apartamento, geralmente eu me masturbo após as massagens, mas dessa vez não consegui, estava muito tensa com trabalho. Enfim, como não me masturbei eu estava muito sensível, a minha xoxota queria muito ser tocada, apesar de estar lá trabalhando o que eu queria mesmo era gozar.

Lá estava ela, a minha secretária temporária, ela era pontual e sexy. Asiática, mais baixa que eu, um corpo magrinho e longos cabelos negros. Apesar de bem magra os seus seios tinham um formato lindo e eu podia ver os seus mamilos durinhos através da sua blusinha branca. Ela não vestia um sutiã e apesar de leve, eu poderia ver um pouquinho da cor do seu mamilo através do tecido. Meu clitóris começou a pulsar e eu sabia que aquele dia no escritória seria um delicioso desafio.

Ela levantou a cabeça logou que me ouviu entrando no meu escritório. Ela me esperava em pé, logo veio em minha direção e me deu alguns papéis enquanto eu colocava as minhas coisas em cima da minha mesa. Ao sair da sala ela se virou e olhou bem nos meus olhos. "Bom dia, senhora Carla. Meu nome é Beatriz".

A manhã passava lentamente. Os negócios não iam bem e tudo o que eu poderia me concentrar era em transar com a minha nova secretária, a Beatriz. Eu fantasiava em chamar ela no escritório, fechar a porta e fazer várias loucuras sexuais. Primeiro eu iria pedir para ela ficar nua bem devagarzinho enquanto eu me mastubava a vendo se despir. Depois iria colocar um dos meus strapons que eu guardo no meu armário aqui do meu escritório. E daí em diante eu meteria muito nela, iria chupar muito a bucetinha daquela gostosa, queria ver ela se derretendo na minha boca. Me fantasiava dominando ela completamente.

As horas passam e agora é é meio dia. Beatriz bate na porta, entra timidamente na minha sala e me pergunta se ela pode ir almoçar. Tinha algo especial sobre a timidez daquela mulher… Eu então a encarei, olhei para ela de cima a baixo, eu estava louca de tesão mas não falei nada, apenas balancei a minha cabeça como um sinal de ok enquanto olhava dentro dos seus olhos.

12:30, decido que é hora de tirar um break. Tiro o meu casaco, me levanto, me espreguiço e vou até o banheiro das mulheres. Encontro Beatriz, ela está na pia lavando as suas mãos meticulosamente. Eu então dou um tapinha em suas costas e entro em uma das cabines do banheiro decidida a me masturbar, a minha xoxota estava molhada e pedida pelos meus dedos. No segundo seguinte as luzes se apagam e escuto alguém trancando a porta do banheiro. Abro a porta da minha cabine, quando estou prestes a falar algo vejo Beatriz, estamos sozinhas, ela que apagou as luzes, ela que trancou a porta! Eu tenho tantas dúvidas quanto tesão, ela então me beija e começa a tirar o meu cinto.

Eu podia sentir o calor do corpo dela através dos seus lábios. A sua mão estava agitada, ela tinha pressa em desabotoar e abaixar as minhas calças. Eu a beijava e tentava tirar a sua blusa, mas ela se afastou e disse que queria cuidar da minha xoxota primeiro. Eu estava tensa, confusa, nervosa e cheia de desejo. Em poucos minutos eu já estava pelada, apenas vestindo a minha cueca enquanto aquela mulher maravilhosa me dominava. Geralmente, na verdade sempre, eu sempre domino as mulheres que dormem comigo, então ela me deixava desconfortável mas ao mesmo tempo aliviada de poder deixar ela tomar conta do meu prazer sexual.

Beatriz comecou a se despir tranquilamente. Enquanto fazia isso ela me encarava, não tinha nenhuma expressão em seu rosto, e ela ficava nua sem pressa. Seu corpo era lindo, mais lindo do que eu havia fantasiado, e aquela mulher poderosa e nua me deixou acuada, com muito tesão mas acuada.

Ela ordenou que eu ficasse em pé e colocasse o meu rosto contra a porta do banheiro, ela mandou que eu não me mexesse. Beatriz veio por trás de mim, alisou a minha xoxotinha por trás de leve, e pediu que eu abrisse bem as minhas pernas. Abri, estava entregue, então ela agachou, se posicionou entre as minhas pernas e enfiou a sua boca na minha buceta. A sua língua explorava a minha xoxota, tocava meu clitóris e de vez em quando até lambuzava o meu cuzinho. Eu então fiquei ofegante, me contorcia mas ela me segurava com força como mandando que eu ficasse quieta.

"Hmmm" gemi, gemi alto. Beatriz se levantou, pegou a sua blusa e mandou que eu enfiasse na boca.

"Põe isso na boca, não geme tão alto, ainda tenho muito o que fazer com o seu grelinho" Beatriz disse sussurrando no meu ouvido. Eu então coloquei aquilo na minha boca, e tudo o que eu sentia era a minha buceta pulsar, ela estava muito sensível.

Ela se posicionou novamente entre as minhas pernas, agachou e mais uma vez caiu de boca na minha xoxota. Beatriz então começou a massagear o meu clitóris levemente, a sua saliva com os meus sucos vaginais deixava tudo mais excitante. O meu clitóris pulsava, estava sensível demais, eu estava prestes a gozar. Ela então mantia a sua boca sugando o meu clitóris enquanto me penetrava com um dos seus dedos. Que gostoso, o meu corpo tremia e eu gozei.

Eu então me virei e tentei dominar aquela mulher, mas não deu, Beatriz sim era uma dominadora nata, ela não deixou nem por um segundo que eu tomasse as rédeas da situação Ela segurou as minhas perna trêmulas com a sua mão firme e mandou que eu continuasse de costas e eu me virei. Ela então foi logo chupando a minha bucetinha de novo, a sua língua passeava entre a minha xoxota e meu cuzinho, ela chupava todo o suco que a minha buceta jorrava.

"Que cuzinho lindo que você tem" ela disse bem baixinho enquanto dava mordidinhas na minha bunda. Eu fiquei tensa, nunca ninguém penetrou o meu ânus, mas ela havia me dominado e eu não falei nada, apenas a deixei controlar a situação.

Ela então parou a sua língua na região do meu ânus, enquanto chupava o meu cuzinho ela penetrava a minha bucetinha com os seus dedos. Ela então tirou os dedos da minha xoxota lentamente, tirou e começou a acariciar o meu cuzinho. Ela mandou que eu relaxasse e então começou a me penetrar por trás. Aquilo tudo era muito esquisito, muito surreal, mas confesso que era muito bom sentir aquela mulher maravilhosa me dominando e penetrando o meu ânus. Eu apertava o meu cu mas ela continua enfiando os seus dedos e brincando dentro de mim.

"Alguém já comeu o seu cuzinho antes?" ela me perguntou.

"Não, nunca, geralmente eu que como, ninguém me come" respondi. Ela sorriu baixando ao ouvir a minha resposta e voltou a enfiar a sua boca quente na minha bunda. Ela foi me chupando e brincando comigo e tudo que eu podia sentir era o meu corpo relaxando em sua boca, a minha buceta não parava de pulsar e jorrar sucos, e ela se divertia me comendo. Eu virei o rosto e olhei para baixo, o rosto de Beatriz estava coberto pelos meus sucos vaginais, que delícia… Eu então tentei tirar o seu rosto da minha bunda mas ela não deixou, ela forçava o seu queixo e lábios contra o meu ânus. Depois de gozar muito eu pedi que ela deixasse eu chupar a buceta dela, mas quanto mais eu insistia, mais nervosa e agressiva Beatriz ficava.

Antes que eu pedisse de novo ela foi logo enfiando mais dedos dentro de mim, era uma mistura de dor e prazer. Ela foi colocando e tirando, quando percebi ela já enfiava 3 dedos dentro de mim, o meu ânus estava relaxado demais e eu massageava o meu clitóris, eu estava prestes a gozar mais uma vez. Eu gemia de prazer, a minha buceta pulsava, e eu podia sentir que eu ejacularia. Beatriz sentiu o que estava por vir e logo enfiou a sua boca na minha xoxota, e eu ejaculei em sua boca. (squirt)

Eu estava exausta, moída. Eu não aguentava mais, eu olhei para Beatriz e ela disse "Se entregue". Eu não entendi bem no começo mas logo entendi o que ela queria. Ela me posicionou de quatro e deitou em baixo de mim, o seu rosto estava frente a frente com a minha xoxota, e ela então começou a penetrar a minha xoxota e ânus ao mesmo tempo com as suas mãos, e de vez em quando levantava o seu rosto para lamber o meu clitóris. Quer mulher era aquela? O que era aquilo? Eu apertava o meu anus e contraia o meu ânus e gozava, gozei como nunca havia gozado, eu mal podia entender o que era aquilo acontecendo dentro do meu corpo, um êxtase sem fim.

Esse foi o fim, Beatriz sorriu e se levantou, e eu deitei no chão do banheiro em êxtase, mal podia me mover. Ela se trocou em alguns segundos sem nem olhar para mim e recomendou que eu entrasse em uma das cabines pois ela precisava voltar a trabalhar. Eu me arrastei até a cabine e sentei na privada, ainda tentava retomar o controle do meu corpo, nunca tinha gozado tanto na minha vida. Eu então comecei a me limpar, eu estava toda coberta pelos meus sucos.

Ouvi a porta se fechando, me limpei e depois de uns 15 minutos me senti pronta para voltar ao trabalho. Passei por ela e ela fingia que nada havia acontecido, e desde então só transamos quando ela quer, ela é a minha secretária full time e eu vivo ansiosa para saber quando a Bia vai me dominar. Eu acho que amo ela mas ninguém pode saber.

 

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