Amigo Sexycreto

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Conto Erótico - Amigo Sexycreto

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Fim de ano chegando, clima de Natal em todo lugar... Amo esse clima de paz, amor e boa vontade entre a galere. Toda firma estava organizando suas confraternizações de fim de ano, e na nossa não poderia ser diferente, só que a nossa, esse ano, foi diferente sim!

Trabalho numa equipe pequena e feminina, resolvemos colocar um tema na nossa festinha: um amigo Sexycreto. Brinquedinhos, mimos, sex toys para nossa diversão. Comprei para minha amiga secreta um dildo incrível e quando meu produto chegou eu vi que estava preocupada à toa com a exposição, embalagem super discreta. Amei.

Quando chegou o dia da revelação do amigo sexycreto, eu me banhei e perfumei, me vesti toda linda, toda trabalhada na auto estima da mulher que sabe que é uma deusa e me preparei para esperar as meninas. Como moro só e esse ano estávamos um tantinho ousadas, decidimos festejar em casa. Salgados na cozinha, cervejinha na geladeira, bom papo e muito riso e diversão com as amigas, e olha, a noite foi um sucesso! Teve de tudo: vale presente, que achei muito versátil, teve dildo, teve plug anal, um case lindo próprio pra guardar os toys, teve lub, teve strapon... Acho que só não teve tédio né, vamos combinar com tanta mulher poderosa e brinquedinhos divertidos, não dava pra ser diferente, e entre conversas e brincadeiras a gente passou a comer e tomar nossas cervejas, depois de estarmos todas devidamente presenteadas.

Dançamos, rimos e fofocamos, mas de repente era hora de encerrar a noite, uma a uma, minhas amigas se despediram e se foram, logo restamos apenas eu e Josi, a mocinha bonita e animada da recepção. Estava acostumada a vê-la de uniforme na empresa, hoje era a primeira vez que nos encontrávamos fora do expediente e a mudança foi muito agradável.

Ela usava um vestidinho curto e eu podia ver as pernas dela. Valia a pena olhar! Caramba.

-Quer ajuda para arrumar tudo? – Ofereceu solícita. – Tenho tempo.

-Então quero! – Não havia muito a se fazer, era mais guardar o que havia sobrado e colocar as embalagens no lixo reciclável.

-Limpar o chão?

-Não, amanhã faço isso. Senta um pouco Josi.

Josi se sentou do meu lado. Ela irradiava uma energia incrível, era impossível se sentir desanimada perto dela.

-Que você ganhou de presente mesmo? – Perguntei.

-Um lub e você?

-Vale presente. Amei, achei super versátil.

-Sim, é verdade. – Concordou sorrindo, aquele sorriso bonito de canto de boca que ela dava fazia minha xota piscava de volta. Tesão de menina.

Josi passou a mão pelo meu rosto tirando o cabelo que estava grudado no meu pescoço. Sorri.

-Sabe que queria convidar você para sair, faz um tempo, Josi?

-Por que não convidou? -Perguntou me olhando curiosa.

-Sei lá, a oportunidade não surgia. – Respondi dando de ombros.

-E você acha que agora é uma boa oportunidade? – Josi perguntou.

-Tão boa quanto qualquer outra.

-Boa não é a oportunidade, boa é você. – Josi segurou minha nuca me puxando para ela.

Os lábios eram macios e mornos, a língua provocava a minha e senti que ela colocava a outra mão na minha cintura. Coloquei meu corpo ao dela, um calor que nada tinha a ver com a noite quente de verão me invadiu. Sem interromper o beijo puxei ela para mais perto deitando-a e sentindo o peso dela sobre mim.

Passei as mãos pelos seios, apertei a bunda e tive a satisfação de ouvir ela gemer.

-Gostosa. – Ela levantou a cabeça para dizer.

Josi passava a mão pela minha coxa, o short de alfaiataria que eu usava facilitava o toque. Quando senti os dedos dela na minha xota, empurrei meu corpo ao encontro do dela. Josi se sentou sobre mim e tirou o vestido que usava, ficando de calcinha e sutiã. Um tom lindo de azul que contrastava fabulosamente com a pele dela.

-Linda. – Falei, a pele dela parecia seda nas minhas mãos, imaginar tocá-la de maneira mais íntima me causava um frisson de antecipação.

-Deixa eu ver você. – Falou tirando minha blusinha, as mãos nos meus seios.

Ela beijou a pele com delicadeza, tirou meu sutiã e jogou no chão, próximo a nós. Colocou meu seio na boca e chupou como se tivesse fome. Quando me ouviu gemer, me abocanhou com mais força, provocando um grito de prazer em mim.

– Vamos deixar você nua.

Tirei o shorts e a calcinha com rapidez. Ela se livrou da lingerie também e vi a xota dela. Os pelos escuros formavam um caminho que eu queria percorrer. Levei minha mão até ela, sentindo o veludo nos meus dedos. Ajoelhadas no sofá, os corpos se tocando, nos beijando. Josi rebolou e eu toquei o grelo dela, macio e desejável. Ela também me tocava e nosso beijo era interrompido por sussurros e gemidos. Josi deitou no sofá e percorri o corpo dela com minha língua, chegando onde eu queria. Abri aquela xota com minhas mãos, colocando a língua no grelo, sugando e me acabando naquele sabor delicioso.

-Lídia! – Josi gemia, rebolando no meu rosto, molhando, provocando.

Enfiei os dedos dentro dela, estimulando enquanto a chupava. Ela segurou minha cabeça se esfregando em mim. Eu me masturbava com a mão livre e ouvi Josi dizer

– Não para. Não para. Ah! Ah! – Ela gemia de olhos fechados.

-Delícia. – Falei continuando a me masturbar.

-Pera. – Eu esperei.

Ela se levantou nua, me dando uma visão privilegiada daquela bunda e voltou com o lub que tinha ganhado.

– Vamos testar? – Perguntou com o lub que tinha ganhado mais cedo balançando em suas mãos.

Fiz que sim com a cabeça e Josi me fez deitar, abriu o lub e colocou na mão. Não estava preparada para a sensação que me invadiu. A massagem dela no meu grelo era MA-RA-VI-LHO-SA e o lub! O que era aquilo? Esquentou de um jeito que fez meu coração disparar e eu sentia o grelo vibrar, pulsando mais forte.

-Caralho. – Foi só o que consegui dizer. Abri mais as pernas para Josi, ela colocou um pouquinho mais do lub e montou em mim. O grelo dela se esfregando no meu, nosso tesão intensificado pela ação do lub e com ela rebolando em cima de mim, gozei. Um gozo longo e forte, que parecia não ter fim e se estendeu tanto que me fez gritar. Quando abri os olhos com o coração disparado, Josi olhava para mim.

-Gozei também! Deusa do céu, duas vezes seguidas! Delícia.

Ela se deitou por cima de mim, nos beijamos novamente, eu tocava o cabelo dela, que se divertia com meu coração disparado, descansando a cabeça no meu peito.

-Maravilhosa essa ideia de testarmos seu presente, Josi.

-Ah eu sou assim mesmo, cheia de ideias maravilhosas. E tive outra agora.

-Qual? -E se eu te preparar minha omelete francesa?

-Mas eu comi tanto! – Tive de dizer, desperdiçar comida não dava.

-Não tolinha! – Josi respondeu e fiquei olhando para ela. – Me refiro ao café da manhã.

-Perfeito. – Concordei rindo.

-Não, perfeito você vai ver agora.

Josi foi beijando meu pescoço e me tocando com as mãos de fada, e a magia recomeçou.

Texto por: Madame Te

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