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É Padê ou Pra Comer

Segredo Erótico Lésbico Sexo em publico no motel

#HERSECRET / É Padê ou Pra Comer

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Já é de conhecimento geral que a vida real superou a ficção. Este relato é mais uma prova disso. EQUILÍBRIO É TUDO! Apesar de me matar na firma , aos finais de semana curto um rolê considerado por muitos amigos como subversivo. Costumo frequentar raves, festas de techno que duram muitas horas, normalmente realizadas em galpões abandonados. Além disso tenho uma predileção por bares que nunca fecham. Daqueles bem assombrados.

A minha companheira oficial aos finais de semana é a Lelê . A Lelê adora uma fritação ,e sempre acha que a noite não terá fim. Costumamos brincar que somos BFF , bem fritas e frígidas, porque nunca saímos acompanhadas destas noitadas. Alguns meses atrás, estávamos eu e a Lelê em uma destas festas , dançando muito quando o inevitável aconteceu : o dia clareou.

Sinceramente eu adoro quando a luz do dia aparece, sinto que nos recarregamos novamente, porém a minha amiga tem verdadeira aversão a amanhecer no rolê. Para ela é rebordose na certa! Para completar, neste final de semana ela estava recebendo os pais em casa, e era totalmente inadmissível que ela chegasse neste estagio em casa. Apesar de morar sozinha, a minha casa também não era uma alternativa , pois a última coisa que eu conseguia pensar era em dormir ! Decidi então ir a luta, e tentar angariar outras pessoas para irmos para uma terceira festa, de preferência em um lugar mais intimista.

Acabamos conhecendo uma turma que parecia estar com o mesmo sentimento que a gente. Eles estavam dançando sem parar , e aparentemente sem destino, desconcertados com a iminência do fim do rolê. Nossa cidade é mediana , e acaba não existindo muitas opções para estender o dia. Foi aí que a Lelê teve a melhor idéia da vida: Que tal alugarmos um quarto de motel por algumas horas! Estávamos todos abastecidos , e era um lugar discreto o suficiente para fazermos o que quiséssemos sem julgamentos. Apesar da palavra motel, eu não imaginava em nenhum momento que iriamos transar , estava realmente só querendo estender mais a festa.

Chamamos um uber , e nos apertamos os cinco dentro de um carro em busca de um motel que nos atendesse. Não sei se era devido a quantidade de pessoas, ou se porque a primeira pergunta que fazíamos era se havia bebida no quarto , mas nenhum motel aceitou nos receber. Quando recebemos a terceira negativa as pessoas foram ficando desanimadas e decidimos que iríamos embora. Deixamos o casal que estava conosco, e num mix de tristeza e consternação íamos deixar a Claudia, a última remanescente além de mim e a Lelê em casa quando o motorista resolve dar uma dica preciosa:

Porque uma de vocês não entra no porta malas?

Eu e a Lelê já havíamos aceitado o fim e ignoramos a fala dele, porém neste mesmo instante a Cláudia basicamente pulou para o porta malas e resolvemos então dar uma última chance para a sorte.

Voltamos para o primeiro motel , e para a nossa surpresa eles resolveram que podíamos entrar, ja que aparentemente se tratava de um casal de lésbicas indo ao motel de uber. Pedimos um quarto presidencial, com piscina sauna e tudo que tivéssemos direito. Neste ponto a Lelê que estava no banco da frente, já era super amiga do Wellington nosso motorista, que deu seu número pessoal e falou que nos buscaria quando quiséssemos ir embora.

Chegando no quarto, era um mix de vitória e entusiasmo. Queríamos realmente fazer aquilo valer a pena. Colocamos uma música e já nos jogamos na piscina. Ficamos lá algum tempo, e nisso eu e a Claudia ficamos bem próximas. A Lelê ficava toda hora saindo da piscina e mexendo no celular , e aí ela me solta:

Amigas tudo bem eu chamar o Wellington ( o motorista de uber) para vir aqui?

Mas lelê a gente mal chegou , não queremos ir embora.

Não é isso amiga, é que eu curti bastante ele, e falei que minha amiga ja se arranjou e ele podia vir.

Fiquei extremamente sem graça pois até este instante não havia sequer passado pela minha cabeça em ficar com a Claudia. E também havia achado super estranho o interesse repentino da Lelê pelo boy. Mas realmente a vida é surpreendente e deixei dar uma chance para o destino.

Quando o Wellington chegou eles já foram direto pro quarto e ficamos eu e a Claudia naquela situação, um pouco constrangidas tentando fingir que nada estava acontecendo, que era somente uma desculpa da Lelê para chamar o cara . Como já estava bem claro, e todas as nossas drogas haviam acabado resolvemos ir para o banheiro, onde havia além de uma banheira de hidromassagem imensa, uma sauna particular. A esta altura já queria realmente curar a ressaca para estar plena na segunda feira.

Entramos na banheira e ficamos naquele papo estranho , a água quente foi nos deixando mais a vontade e acabamos começando a nos beijar. Foi aquela loucura, definitivamente a Cláudia tinha uma pegada muito boa. Em menos de 15 minutos estávamos em um 69 maravilhoso na sauna. Nisto esquecemos a banheira ligada, e continuamos transando com o banheiro basicamente alagando sobre os nossos corpos. Foi um match daqueles, tínhamos uma química surreal. Já estávamos no quarto round quando notamos que a divisória do banheiro para o quarto era um vidro , levemente fumê , e que do outro lado Lelê e Wellington nos observavam. Fiquei atordoada e me enrolei na primeira toalha que achei. Enquanto isso a Claudia saiu do banheiro e começou a procurar as suas roupas.

Nos vestimos em silêncio e pedimos para ir embora. Já eram quase duas da tarde, e estava realmente cansada . Deixamos a Claudia primeiro e foi aí que a Lelê me contou tudo sobre o seu plano para me ver transar. Ela havia pedido para o Wellington trazer aditivos para ela, e havia sentido que a Claudia estava me dando mole. Voltamos os três rindo muito no carro, porque ela não acreditava que iríamos nos pegar daquele jeito, e muito menos que não iríamos notar que as divisórias eram de vidro. Foi um dia daqueles, e decidimos almoçar as duas em um restaurante próximo de casa.

Ocasionalmente encontro a Cláudia em algumas festas da cidade, e sempre nos pegamos e é maravilhoso. Realmente o acaso faz encontros potentes.

 

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