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Cachoeira do desejo

Segredo erótico hersecret cachoeira do desejo

#HERSECRET / Cachoeira Do Desejo

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Estávamos no carro, viajando por uma estrada qualquer para chegar no resort que reservamos com meses de antecedência. Conseguimos um desses descontos de férias de verão e esperávamos pelo feriadão há meses. Estávamos tão felizes. Eu não prestava muita atenção no trânsito, mas uma placa ilustrada nos chamou a atenção "Cachoeira dos Desejos a 2 km". Ela, sabendo que eu adoro uma queda d’água, perguntou se eu não queria dar uma olhada. Estávamos dentro do planejamento, por que não ir?

Dois km depois entramos numa pista de barro, e chegamos a um estacionamento com uns 3 carros. Havia uma guarita com um informante, e o cara disse que haviam 10 trilhas no local, 5 davam em cachoeiras, e a mais longa delas dava na Cachoeira dos desejos. Ela só puxou a minha mão e disse que queria me ver no biquíni que havíamos comprado juntas na semana passada. Fizemos a trilha o mais rápido que pudemos, e, meia hora depois, chegamos a majestosa cachoeira.

A queda tinha uns 7 metros e dava num poço grande e fundo. Ela era delimitada por pedras gigantes e árvores com grossos caules. Do lado oposto onde estávamos havia uma margem com pedrinhas pequenas, onde daria para estender uma canga e conversar. Deixamos nosso sapatos e roupas escondidos num canto com a chave do carro dentro. Quando eu terminava de ajeitar nossos pertences ela me puxou e me jogou na água gelada. Eu não a larguei e caímos juntas. E juntas nadamos até o outro lado. Chegando na margem, ela subiu e me estendeu a mão. Quando eu firmava meu pé, ela me soltou. Fingi machucar as costas e ela, desesperada, se jogou na água. Eu a agarrei pela cintura, puxei sua cabeça e dei um beijo que saiu gelado por conta da água. Ela demorou alguns segundos para entender o que estava acontecendo, mas me beijou da forma mais suave que a sua boca poderia beijar. Ela mordeu meu lábio inferior e depois sorriu.

Então ela tirou minha mão de suas costas e me guiou até uma parte mais funda do poço, onde nossas pernas batiam sincronizadamente para nos manter na superfície. Ela mergulhou por inteira, voltando com o cabelo encharcado. "Como eu a amo" passava pela minha cabeça. Eu estava tão atônita com sua presença, que mal senti quando sua língua adentrou minha boca e começou a conversar com a minha. Eu sentia sua mão percorrer minhas costas, minhas nádegas, meu pescoço. Ora ela apertava e arranhava, ora acariciava.

A água deixava as intensidades muito mais perceptíveis. Minhas mãos se encontravam perdidas entre suas curvas. E quando eu as passei pelos seus seios, senti seus mamilos enrijecidos. A gente parou de se beijar e trocamos sorrisos que transbordavam sentimentos. E embora aquele momento tenha se eternizado dentro de nós, ele foi interrompido por minhas mãos, que soltaram o laço das costas do biquíni dela, e por minha boca, que caiu em seu peito. Ela se estremeceu e acariciou meu cabelo. Eu chupava, lambia, sugava seu peito o máximo que conseguia, enquanto acariciava sua cintura. E percebia o quanto ela estava gostando pela oscilação de sua altura na água. As vezes ela me puxava mais forte contra sua pele, e as vezes afrouxava. E eu não sabia se minha respiração se afetava pela água que de vez em quando entrava pelo meu nariz ou pelo meu desejo afobado de tê-la só para mim.

Foi um desejo súbito de conquistar seu corpo naquele momento que fez eu arrancar seu biquíni e jogar para a margem do poço. Ela riu, me abraçou forte, e tirou o meu também. Ela jogou a peça do lado da dela e apertou meus peitos intensamente. E então mordeu meu pescoço, lambeu minha orelha e brincou com meus mamilos duros. Inconscientemente, minha mão entrou na sua peça inferior e senti seus pelinhos eriçados. Eu os acariciei, enquanto me retorcia com o que ela fazia com a boca. Mas foi eu encostar em sua vulva pra ela perder o controle de sua mandíbula e me morder com mais força. Eu me contorcia e ela se remexia. Eu a dominava com o toque dos dedos que passavam por seu clitóris, nervos e lábios.

E ela me controlava com sua boca e língua, que estavam congelantes. Quando ela deu uma pausa estendida e quase afundou pela contração exacerbada de suas pernas eu parei, a segurei e beijei calmamente seus lábios. Beijei seu pescoço e nadamos até a margem de pedrinhas pequenas. E dessa vez, eu tive que dar apoio para ela subir. Eu sentei, peguei minha peça de biquíni, e ela desceu rápido de sua pose em pé e me deitou súbita e delicadamente para eu não me machucar nas pedras duras. Puxou a peça, me beijou os lábios, e então, o pescoço, meus seios, minha barriga, meu quadril, e minha vulva.

A língua dela percorreu minha virilha, e então os lábios maiores e os menores. Ela dividiu minha buceta em duas, rodeou na portinha, subiu e chupou meu clitóris. Eu soltei um suspiro, segurei seus cabelos com força e soltei. Então apoiei minhas mãos em cima das dela, que estavam no meu quadril. Sua língua ainda gelada da água deixava tudo mais sensível. Foram 10 minutos ali, naquela posição. Foram dez minutos de gemidos, pernas tremendo, e reações abruptas incontroláveis do meu corpo. Foi sem a menor sombra de dúvidas a cachoeira mais linda que eu já vi, ou melhor, senti.

 

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