conto erótico. uma mentira de milhões, ilustração

Uma Mentira de Milhões!

Conto Erótico - Uma Mentira de Milhões!

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Primeiro de abril, dia da mentira e dia que vou sair para comemorar com meu gato nosso primeiro ano juntos. É, já faz um ano... um ano que uma mentira boba nos colocou nessa situação, uma mentira de milhões. Vou contar para vocês o azar que acabou virando a maior sorte das nossas vidas.

Eu e o Pedro trabalhamos juntos e ele é super sério no ambiente de trabalho. Sei que as pessoas gostavam de pegar no pé dele por isso. O espírito da 5° série as vezes aparece no ambiente coorporativo não é mesmo? E eu, bom eu era totalmente o oposto: falante e brincalhona, encarava a vida como uma aventura a ser apreciada.

Eis que chego no trabalho e tem um envelope e dentro dele um recado: com todo respeito, você ontem estava tão linda que mal pude me concentrar, Pedro. Eu sorri com alegria porque o Pedro é o maior gato e nunca eu achei que ele iria reparar em mim né? Sério daquele jeito... Então, munida de coragem, fui até a mesa dele e:

 Nós poderíamos almoçar juntos e eu poderia fazer você perder a concentração do jeito certo.

 Perdão?

 Disse que já que tirei sua concentração no horário de expediente, a gente poderia almoçar junto e eu tiraria sua concentração de um jeito certo.

 Não a compreendo. Como assim tirou minha concentração? – Ele falou ajeitando os óculos claramente desconfortável.

Foi quando me dei conta que no canto, algumas pessoas observavam com interesse. Obviamente eu estava sendo vítima de uma pegadinha de primeiro de abril. Que situação. Como eu não pensei nisso? Era bom demais para ser verdade.

 Deixa para lá, Pedro. Recebi um recado assinado por você, mas pelo jeito era uma pegadinha. “Feliz dia da mentira”! – Falei desconversando.

Pedro viu no canto algumas pessoas observando com curiosidade e logo entendeu o que estava acontecendo. Ele sorriu e respondeu:

 Claro que aceito almoçar com você. Seria um prazer. – Ele disse alto o suficiente para que as pessoas ouvissem. O grupinho estava atento, mas não disse nada.

– Pedro, você não...

– Melhor ainda, e se a gente saísse depois do expediente para um happy hour?

– Pedro, é sério.

– Então está combinado. Depois do expediente.

Voltei para minha mesa passando bem satisfeita na frente do grupinho da 5° série. Tomem distraídos, vocês querendo me zoar e eu ganho um chopp com o maior gato do escritório.

Passei o resto do dia trabalhando concentrada e olhando para Pedro sempre que possível, algumas vezes eu o pegava olhando para mim, sorríamos em silêncio e eu me sentia meio boba ante a expectativa, sem saber se de fato a gente iria para algum lugar ou era tudo um teatro para nossos colegas.

No fim do expediente, na hora de sair, ele me esperava para espanto da galera. Me aproximei dele e ele me deu o braço como o próprio Colin Bridgerton faria. Me sentia a própria Penelope Featherington diante da sociedade... Eu avisei sobre o espírito da 5° série né?

– Pedro, sabe que não precisa nada disso. Com certeza você tem seus compromissos e acho que já demos uma boa lição nos nossos colegas.

– E perder a oportunidade de apreciar sua companhia? De jeito nenhum. Se uma mentira fez a sorte me sorrir, não sou eu que vou dar as costas,

– Que exagero... – Falei, mas confesso que apreciei o elogio.

– Exagero nenhum. Observar você é um exercício interessante. É como olhar diretamente para o sol: a luz é forte demais, mas não consigo desviar os olhos.

– SOCORRO! O senhor é um poeta!

– Nem tanto, nem tanto.

– Então vamos? Eu estou de carro, a gente se encontra lá?

– Se você puder me dar uma carona... Meu carro está na oficina.

– Ora ora... tudo isso apenas porque você queria uma carona?

– Adivinhou. – Ele respondeu rindo.

Entramos no meu carro e eu sugeri um barzinho que eu gostava, mas ele convidou para ir a um da preferência dele já é que era quinta e haveria karaokê. Eu sequer conseguia imaginar Pedro num karaokê, mas lá vamos nós.

Chegamos e sentamos, ele parecia conhecer todo mundo e me apresentava cheio de orgulho “a Penélope, do trabalho.” Pedimos nossas bebidas e conversamos amenidades que nunca havíamos falado no trabalho. Descobri que gostávamos das mesmas séries, que tínhamos gosto parecido para a música e dito isso ele foi cantar “a mais pedida”

– Uma homenagem à Penelope! – E não é que ele cantava bem?

Na hora da participação da Penélope na música eu levantei e nós cantamos juntos! E quando a música terminou, nos sentamos ofegantes e felizes rindo juntos porque eu era incrivelmente desafinada.

– Mas eu juro que danço bem! -– Fiz questão de me defender.

– Só acredito vendo! – E antes que eu pudesse pensar, ele estava de pé dançando ao som de “depois do prazer”. Noite de clássicos no karaokê!

Dançamos coladinhos e eu me dei conta que ele dançava bem também. E me dei conta que além de gato, profissional, discreto e inteligente, o homem era divertido. Nossa senhora da bicicletinha, me dê freio porque eu vou precisar. O homem era um pacote completo.

De repente, em meio a sorrisos, música e dança era hora de fechar. Eu não podia acreditar que a hora tinha passado tão rápido! Mas tinha. Pagamos a conta e lá fomos nós para casa. Ele disse que pegaria um uber, mas eu falei que o deixava em casa sem qualquer problema.

Já no carro, eu vi ele sorrindo.

– Tá rindo de quê? – Perguntei cutucando a costela dele com meu cotovelo.

– Pensando que o despertador vai tocar e eu vou acordar e vai ser primeiro de abril antes das sete da manhã. Essa noite foi tão perfeita que eu só posso estar sonhando.

– Bom, eu com certeza não estou. Meu inconsciente não seria tão criativo.

– Ah... o meu seria. Inclusive já sonhei com você várias vezes.

– Tá zoando!? Sonhou o quê? – Perguntei interessada.

Estava surpresa, Pedro nunca me deu a impressão que sequer me enxergasse, que dirá sonhasse comigo.

-Essa é a hora em que eu digo “não lembro” sendo que eu lembro muito bem.

– Hummm... Safadinho. Sonhando besteira com a colega, né?

– Besteira nada, só um beijo.

Como se esperasse uma deixa de um filme romântico ruim, estacionamos na frente da casa dele.

– Então me chama de fada madrinha e vamos fazer esse sonho virar realidade.

Me inclinei para ele, soltando o cinto e nos beijamos. O primeiro beijo. E que SENHOR beijo. A barba dele era macia no meu rosto, ele mesmo sentado no carro, conseguia me abraçar, um abraço que me envolvia e me segurava junto dele. Os lábios macios e com gosto de chope, a língua que parecia saber exatamente como bailar dentro da minha boca. Uau. Um beijo desse assim, de cara... Nossa senhora do elástico, segure minha calcinha!

Tentei me afastar, mas a mão dele na minha nuca parecia um imã. Nossos corpos pareciam estar grudados, tudo parecia feito para aquele momento. E sei lá que jeito, lá estava eu no colo dele, como dois adolescentes. Eu o senti duro em mim e gemi. Ele parecia pronto só com os beijos e eu não vou nem tentar negar, estava pingando de tesão. Pedro apertou meus seios e subiu a blusa, me olhava com veneração.

– Com certeza eu estou sonhando. – Ele ainda disse.

Soltei meu sutiã, e as mãos suaves dele tocaram a minha pele pela primeira vez. Ele massageou os mamilos enquanto beijava meu pescoço e mordia meu queixo, apertou o bico fazendo exatamente a pressão que eu gostava, como se já soubesse.

– Ahhhh... – Gemi em resposta, as mãos na nuca dele, enroscada nos cabelos, Pedro beijou minha pele, beijou meus seios e mamou gostoso.

Eu rebolava no colo dele e queria tirar o jeans, sentir ele em mim de verdade.

– A gente pode entrar? – Eu pedi.

– Minha mãe está em casa, quer tentar?

– Vamos!  Como dois adolescentes!

Rimos e saímos do carro. Pedro abriu a porta na minha frente, chamou a mãe e ninguém respondeu, entramos no escuro e ele me conduziu para o quarto dele. Eu não estava acreditando que estava de penetra na casa de um homem adulto! O que a vontade de dar não faz, né minha amiga?

Entramos em silencio e foi em silêncio que voltamos a nos beijar. Ele me encostou na porta e levantou meus braços tirando minha blusa, o sutiã já tinha ficado no carro. Se abaixou e tirou minha sandália e descalça ele era bem mais alto que eu. Tirou minha calça de joelhos na minha frente, beijando minha barriga, me lambendo e me mordendo. Beijou minha boceta por cima da calcinha e lambeu, eu gemi e rebolei na cara dele. Caralho, como eu queria aquilo. Pedro ficou de pé na minha frente e tirou a roupa rápido, ficando só de cueca e me puxando para a cama. Eu estava de olho naquele volume e queria provar. Ele se deitou e eu me posicionei por cima dele pronta para um 69, tirei o pau dele da cueca e chupei gostoso, matando minha vontade. Que delícia. Que homem gostoso.

E ele puxou minha calcinha e a tirou, ele esfregava a cara inteira na minha boceta, lambendo o cuzinho e o grelo. Eu sentia a língua e os lábios dele em mim e eram gostosos demais. Eu mamava aquele pau gostoso e passava a língua nas veias e na cabeça, sabia que ele estava pronto para meter, mas estava tão perto de gozar na língua dele que esperei um pouco mais, rebolando para cima e para baixo e ele chupava o cuzinho e esfregava o grelo. CARALHO...

– Vou gozar... Ah, Pedro, assim, assim, vou gozar. – Ele nada disse mas apertou minha bunda enquanto eu gozava.

Gozei gostoso e nem parei para respirar, sentei em cima daquele homem e quiquei como eu fosse uma bola de basquete. Pedro me olhava e suspirava ofegante, eu olhava para ele e alternava o ritmo, me esfregando sobre ele, o meu grelo naquele corpo gostoso.

Ele botou as mãos na minha bunda e quando eu estava a ponto de gozar, enfiou o dedo no meu cuzinho de novo. Gozei de escorrer, nunca gozei tão gostoso. E foi com satisfação que vi ele gemer e ficar tenso, as coxas rígidas embaixo de mim e de repente relaxar.

Gozamos em relativo silêncio e eu me deitei ao lado dele. A cabeça em seu peito, ele mexia no meu cabelo e passava os dedos no meu braço. Eu virei para ele e nos beijamos demoradamente. O beijo encaixava perfeitamente. Nossa.

 Eu deveria agradecer o resto da vida aquela equipe de miseráveis que mentiu para nós. – Pedro falou baixinho, eu podia sentir o sorriso na voz dele.

– Deveria mesmo, foi uma mentira de milhões.

Rimos um pouco relaxados nos braços um do outro e Pedro falou:

– Ainda acho que eu estou sonhando.

– Acha? E você acha que se fosse um sonho eu faria isso? – Falei beijando ele novamente.

– Só se eu tivesse muita, muita sorte. – Pedro respondeu depois do beijo.

– E isso? – Falei descendo pelo corpo dele e colocando o pau na boca novamente.

Pedro gemeu e segurou meu cabelo, levantei o rosto e nos encaramos cúmplices. E o resto é história.

Texto por: Madame Tê

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