Conto erótico passeio de pedalinho

Passeio de Pedalinho

Conto Erótico - Passeio de Pedalinho

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Sexo em público sempre foi um dos meus maiores fetiches. Não sei muito bem quando foi que entendi que só de pensar em fazer sexo ou ver alguém transando em frente a outras pessoas me daria um prazer enorme, mas desde que comecei minha vida sexual, tinha fixação em tal ideia - e fico muito excitada só de pensar nisso. Consigo imaginar mil cenas quando, por exemplo, estou no metrô e vejo um casal se acariciando, encostado na parede do trem. Fico pensando numa situação em que o trem não esteja muito cheio e um desses casais, encostados no fundo do vagão ou perto da porta, conseguem se masturbar ou mesmo chegar à proeza de uma penetração discreta, se movendo devagarzinho enquanto as pessoas entram e saem nas estações. Será que haveria um jeito de ninguém perceber? Ou, se alguém ver, ficar excitado também?

Se estou passeando em algum parque e vejo aqueles casais jovens e animados deitados em uma canga estendida na grama, se beijando e com os braços cruzados um sobre a barriga do outro, também fico imaginando quanto tesão eles devem estar sentindo naquele momento. E no por que estão trocando carícias de forma intensa em um espaço público. E se bater aquela vontade incontrolável de tirar a roupa da outra pessoa, se tocar e trepar, no meio de todo mundo?

Bem, sempre imaginei quando seria a minha vez de estar nessa situação com alguém que eu, ao mesmo tempo, confiasse e estivesse muito afim. E esse alguém foi o Giba. A gente se conheceu na faculdade, ele estava no último semestre de Psicologia e eu estava na metade do curso de Jornalismo. A gente sempre se via no café da Tia Sônia e fomos apresentados um dia no bar perto da universidade. Toda sexta-feira o pessoal de vários cursos iam pro mesmo bar ali na Urca e era um momento em que estudantes de vários cursos se conheciam. A gente já estava se olhando há um tempo, mas não tinha coragem de chegar e se apresentar um para o outro. Até que uma amiga em comum nos juntou numa mesma mesa, a Maria, que era da minha classe e conhecia o Giba porque ela tinha namorado um amigo dele da escola.

Bom, depois de apresentados, a gente começou a conversar e, entre uma cerveja e outra, a gente acabou se beijando. Nesse mesmo dia, o Giba foi para a minha casa, transamos de uma forma um pouco tímida - ou seja, uma chupadinha aqui, outra ali, nada muito intenso. Ele me comeu por cima, depois eu fiquei por cima, ele gozou e depois me dedou até eu gozar e pronto. Foi burocrático, mas foi ótimo. A nossa primeira vez deixou uma expectativa de que, se transássemos mais vezes, poderíamos ir aprimorando o sexo à medida em que fossemos ficando mais desinibidos. E acabou que deu certo, continuamos nos vendo na faculdade, sem muita cobrança de estarmos juntos ou assumirmos um namoro, e umas duas vezes por semana ele ia para a minha casa, ou eu para a dele. O sexo, realmente, ficava cada dia melhor.

Eu morava em uma república com mais duas amigas. O Giba também dividia o apartamento com um amigo, que era da arquitetura. Mas por mais que tivéssemos um espaço para transar e dormir juntos, em alguns dias que sabíamos que nossos colegas estariam em casa, tínhamos que ser mais contidos, para não fazer barulho, não incomodar e nem constranger ninguém. Isso nos deixava com uma sensação de que estava faltando alguma coisa nas nossas transas. E eu sempre pensava na minha tara de transar em público, mas ainda não tinha coragem de contá-la ao Giba. Por que eu sentia aquele desejo, mas tinha que ser com pessoas desconhecidas vendo? Para falar a verdade, se eu achasse que alguns dos nossos amigos pudessem estar nos escutando, aquilo não me deixava excitada, pelo contrário… eu achava estranho.

Por causa disso, mas não só, eu e Giba viajamos algumas vezes para ter a privacidade e a intimidade que a gente queria. Fomos para praias e casas de campo perto do Rio de Janeiro - Cabo Frio, Lumiar etc. Nessas viagens a gente podia tomar banho juntos, andar pelados pelas casas que alugávamos, gemer alto, gritar, transar fora do quarto. Estava sendo uma aventura ótima com o Giba.

Depois de alguns meses que estávamos ficando, chegamos ao fim do semestre na faculdade e nós dois tínhamos passado por algumas semanas bastante estressantes, de provas e entrega de trabalhos finais. Quase não tínhamos nos visto naqueles dias. No último dia de aula, fomos para o bar com a galera, mas queríamos ficar juntos e fazer algo diferente. Saímos andando pela Urca em direção a Botafogo, pensando qual seria nosso programa de casal naquela sexta-feira, até que decidimos ir passear pela Lagoa Rodrigo de Freitas.

Chegando lá, nos sentamos em um quiosque, pedimos uma água de coco e eu estava sentada com as pernas sobre o colo de Giba. Falávamos das nossas dificuldades nos últimos dias com os trabalhos de fim de semestre, enquanto Giba alisava minhas pernas. Até que ele mudou de assunto…

- Lina, você já transou em um lugar público?

Na hora eu senti minhas bochechas esquentando, certeza que eu devo ter ficado com o rosto vermelho, não sei se de vergonha ou de surpresa. E também senti meu coração disparando, talvez fosse a chance de eu revelar algo que eu sempre pensava, mas não tinha muita coragem de expor para nenhum paquera ou namorado. Aliás, acho que eu tentava esconder até de mim mesma o meu próprio fetiche.

- Não, Giba. Por que? Você já? 

- Também não. Mas uma vez eu estava aqui na lagoa, sentado em outro quiosque, viajando na paisagem e vi um casal se pegando no pedalinho. 

- E eles transaram no pedalinho? 

- Era um casal de jovens. Eles pedalaram até o meio da lagoa e sim, se agarrando meio desajeitados, acho que eles conseguiram dar uma transadinha. Eu fiquei de cara, queria rir e comentar com alguém. Confesso que fiquei de pau duro vendo a cena.

- E tinha mais gente olhando, além de você? 

- Ah, do meu lado eu não vi ninguém reparando, mas com certeza mais alguém deve ter visto. Eles pararam exatamente no meio da lagoa!

- Que maravilhoso! Eu transaria no pedalinho. Inclusive, agora.

- Jura, Lina? 

- Sim.

E num reflexo, puxei a mão de Giba que alisava minha coxa para o meio das minhas pernas para ele sentir que, de fato, aquele papo rápido já tinha sido suficiente para me deixar excitada. Fazia calor no Rio de Janeiro, eu usava uma saia midi de crepe, rodada, e uma camisa cropped soltinha. O Giba estava de calça jeans, porque ele tinha apresentado trabalho na faculdade. Quando ele sentiu que eu estava molhada, deu pra ver o pau dele crescendo de imediato dentro da calça.

Pagamos o coco e fomos ver se tinha algum pedalinho disponível. Todos estavam disponíveis, afinal, tinha que estar muito animado para andar de pedalinho numa tarde de sexta-feira calorenta. Mas lá fomos nós, a excitação era maior que tudo.

Enquanto pedalávamos, fomos nos masturbando. Giba também passava a mão no meu peito, por dentro da minha camisa, fazendo pequenos círculos no meu mamilo com o dedo indicador, ele sabia que esse toque me deixava muito sensível. Giba quis fazer igual ao casal que ele tinha visto antes e parou exatamente no meio da lagoa. Titubeamos um pouco em como íamos conseguir meter ali chamando pouca atenção, sem virar o pedalinho e cair na água.

-Vem, Lina. Senta no meu colo.

Giba afastou o tecido da minha saia, cobrindo as laterais da perna dele. Ele já estava com a calça aberta, então quando sentei, ele puxou minha calcinha pro lado e seu pau entrou em mim com uma facilidade enorme. Eu olhava para o horizonte, via as pessoas passando pela beirada da lagoa, enquanto Giba dava uns trancos suaves dentro de mim. Eu estava tão excitada e molhada que devia estar com um sorriso enorme no rosto enquanto aquilo acontecia.

Giba sussurava no meu ouvido que estava amando aquela trepada. Ele estava com uma mão no meu quadril e outra no meu pescoço, até que ele teve a ideia de me massagear pela frente enquanto eu continuava sentada nele. Eu segurava no volante do pedalinho e comecei a mexer um pouco mais com o pau duríssimo do Giba dentro de mim. Ele acelerou a mão também. Nós dois estávamos escorrendo suor e tesão, então eu gozei olhando a paisagem e pedi pro Giba segurar e não gozar. Ele estava muito excitado em me ver fazendo aquela cena com tamanha naturalidade.

Depois que eu gozei, ficamos mais alguns minutos contemplando o que tínhamos acabado de fazer - e que tinha dado certo, afinal. Por fim, pedalamos de volta e fomos para a casa do Giba, eu estava louca para transar mais e ver ele gozar lembrando de mim gozando em público.

Texto por: Pérola

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