Conto Erótico Mulher Reage Bota Um Cropped

Mulher Reage, Bota um Cropped!

Conto Erótico - Mulher Reage, Bota um Cropped!

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Tem dias que aparecem encomendas da deusa para testar nossa fé! Eu sempre entendi que a frase era “os humilhados serão exaltados”, mas com certeza o correto é “os humilhados serão assaltados” porque foi bem isso que me aconteceu.

Hoje é dia internacional da mulher e eu já fico meio de mau humor porque é um tal de guerreira para lá, rainha para cá, que a vontade é de abrir um sorrisão e dizer “você pode trocar essa lixa de unha de hoje por respeito o ano inteiro, por exemplo”. Mas fiz a phyna o dia inteiro, sorri linda sem franzir a testa!

E qual foi minha recompensa? Um aumento? Uma caixa de chocolate? Amiga, eu saio da firma e daí? Cadê minha bike? ROUBARAM. É u ó mesmo. Achou pouco? Tem mais. Minha rasteirinha arrebentou e nem caminhar eu posso. Tive que acionar a best para pedir uma carona. Trabalhamos meio longe, mas moramos juntas e se não fosse ela a me acudir, quem seria? O lado bom é que ela disse que vinha, o lado ruim é que eu tinha esquecido completamente que a prima dela chegava hoje e ia ficar em casa, veio para prestar um concurso no final de semana.

E é bem aí que você me tem, amiga. Cansada, assaltada, quase descalça e esperando carona. É, não tem cropped capaz de me fazer reagir hoje.

Vejo o carro da Pati chegar, ela estaciona e abre a porta para mim, entro e vou me lamuriando o caminho todo. Pati, diz que vai sair com Evandro, mas que Jaqueline, a tal prima, já está em casa e que ela tem certeza que eu vou gostar dela.

Dou um sorrisinho amarelo e concordo. Não sei de onde vem tanta certeza, mas vamos lá né? A gente chega no prédio e sobe. Pati fala dos planos dela, que vai beijar muito e transar mais ainda, minha vontade é de esganar ela que além de ter tido um dia maravilhoso, ainda esfrega na cara? Isso que é amiga, imagina se não fosse?

Entramos e a primeira coisa que eu percebo é a tal prima, Jaque, sentada na sala. Só duas palavras me passam pela cabeça ao vê-la: Cruz Quero. Não é que a mulher era linda... A mulher era PER-FEI-TA. O cabelo... já imaginei nos meus dedos. Usava brincos pequenos e piercings na orelha, uma tatuagem grande no braço e óculos super estilosos. Usava um short jeans curto, a barra desfiada e um cropped que deixava boa parte da pele dela a mostra. Uma pele que eu tinha certeza, seria macia. Meu corpo reagiu na hora. Retiro o que disse... Com certeza esse cropped me fez reagir.

Ca-ra-lho. Acho que estava babando. Pati me olhava com um sorrisinho besta, analisando minha reação. Não passei recibo e fiz a phyna, estendendo a mão para a prima dela:

- Prazer, sou a Lili. – Eu disse, e ela me olhou de um jeito que só posso classificar como doce. Senti uma quentura se espalhar no meu rosto. Eu corava igual uma virgem.

- Oi, sou a Jaque! – Ela sorriu. – Vou ficar aqui no meu cantinho, você nem vai me notar aqui.

Sorrimos e trocamos mais meia dúzia de palavras. Não notar? Impossível. O sorriso da mulher tinha uma conexão direta com meu grelo, eu juro! Ela sorria, ele pulsava. Fui tomar um banho e deixei elas ali. Lavei meu cabelo, fiquei cheirosa, caprichei no hidrante.

Peguei a tão esperada cerveja e ofereci outra para Jaque, Pati tagarelava enquanto se arrumava, indo para lá e para cá. Era quase hora do boy dela chegar e ela não queria se atrasar. Jaque e eu falávamos do concurso que ela ia fazer, mas eu não conseguia deixar de reparar em como ela era linda e descolada. Deu hora da Pati e o boy saírem e ficamos nós duas ali, em silêncio por um momento. Eu a olhava pela visão periférica e tenho certeza que ela também olhava para mim.

- Que cheiro bom! É de melancia? – Ela perguntou virando o corpo ligeiramente para mim.

- Sim! É meu hidratante.

- Que delícia. Melancia é minha fruta preferida. – Falou me olhando daquele jeito inocente.

De novo a conexão com meu grelo. Mas não... Ela não mandou essa não. Não daria essa sorte:

- Também gosto de melancia e no calor, dá um suco gostoso com gengibre.

- Prefiro chupar. – Jaque falou olhando nos meus olhos e desviando para a boca e depois para o pescoço e para, tenho certeza, que para os meus peitos.

Eu não estava vendo coisa não! Temos uma mandada real senhoras e senhores! Minha bucetinha bateu palmas! Jaque mudou de posição, se sentando com as pernas dobradas, o short que já era curto estava quase mostrando o que devia, quer dizer, o que não devia. Eu olhei, ela me viu olhando.

- Sabe que a Pati me falou muito de você, mas esqueceu de falar o tanto que você é linda. – Ela falou colocando meu cabelo para trás do meu ombro.

- Ela também não me disse que você era assim, uma versão adulta da Hermione. – Jaque riu e colocou a mão na minha perna.

- Você não deixa de ter uma certa razão, eu tenho mesmo uma característica da Hermione.

- É amiga do Harry Potter? – Falei fazendo graça.

- Não, eu sei fazer mágica. - Jaque disse isso com a mão indo da minha coxa para a minha cintura e me puxando para ela.

Que pegada! O beijo era forte e sensual, a língua dela tocava a minha, provocando, lambendo... ela mordeu meu lábio e puxou com os dentes, me fazendo gemer, minha voz morrendo abafada na pele dela, macia e cheirosa.

Ela se deitou me puxando e eu passei a mão pelo corpo dela, de baixo para cima, começando pelas coxas, alisando a barriga e chegando ao cropped que ela usava. Puxei e ela me ajudou tirar ele. O seio dela era perfeito, delicioso e eu o chupei como se fosse uma ameixa madura, engolindo quanto podia, sugando e mordendo.

Jaque gemia e tentava tirar o vestidinho que eu usava, eu levantei o corpo e tirei eu mesma, ficando completamente nua. Quando ela viu que eu estava sem calcinha, tocou meu grelo com o indicador, tirando e levando ao lábios, me olhando nos olhos.

- Safada. Veio para a sala pelada e doce. Do jeito que eu gosto. – Eu estava sentada nela, as pernas abertas e ela me puxou pelo quadril, levando minha buceta para o rosto dela e beijando antes de abrir com as duas mãos e chupar.

Coloquei as mãos para trás, nas coxas dela e só curti o momento, rebolando naquela língua. Que delícia... isso que era uma chupada. Ela sugava meu grelo com os lábios, fazendo a pressão correta, a sucção perfeita, meu grelo tocando a língua macia e úmida dela. Senti minhas coxas tremerem e gemia com vontade.

- Assim... Isso Jaque...Faz assim para mim... Assimmmm, caralho. – Eu sentia meu corpo todo vibrar, que delicia de boca, que desejo ela tinha. Porra, eu não ia durar naquele ritmo. Tentei mudar de posição, mas a mulher me manteve presa ali, no rosto dela. Nem tentei resistir, me entreguei inteira ao momento e quando meu ventre parecia que ia explodir de tanta pressão, o gozo chegou, longo, forte e delicioso.

– Meu deus, que delicia isso.. Que tesão. – Falei tentando sair, mas ela ainda me queria ali, me lambendo, chupando cada pedaço.

E antes que o gozo tivesse passado por completo, eu já estava sentindo meu corpo reagir. Que mulher é essa? Enfim ela me deixou sair e eu fiquei de pé, ela me pegou num beijo delicioso, o gosto do gozo naquela boca gostosa, as mãos apertando minha bunda.

- Já volto, me espera aqui. – Ela falou.

Mas nem por todo chá da China eu ia sair daquela sala. Esperei ansiosa ela voltar e ela não demorou nada. Ela voltou usando um strapon, com um dildo já bem ajustado e na mão um bullet. Se aproximou de mim, passou a mão no meu rosto e disse:

- Abre a boca. – Eu abri e ela colocou o bullet, fazendo eu chupar.

Quando achou que eu já tinha chupado o suficiente, tirou e ligou, colocando dentro do strapon, em contato com a bucetinha dela, que eu ainda não tinha nem visto.

– Iiiisssso! – Ela falou fechando os olhos e voltando a me beijar. – Fica de quatro, cachorra.

- Não...Eu quero seu gosto. – Falei manhosa.

-Tsc tsc tsc – Ela falou fazendo que não com a mão. – Depois. Agora vamos cuidar de eu te comer porque eu não penso em outra coisa desde que te vi passando por aquela porta. – Ela me beijou, a mão esfregando meu grelo, os dedos se enfiando em mim. - De quatro. Agora.

Isso não é ordem que a gente ignore né? Fiquei de quatro no chão e Jaque montou em mim. O dildo entrando inteiro... Caralho. Que trepada. Jaque se curvou sobre mim, a mão alcançando meu grelo e era tanto estímulo, ela me comia de um jeito que eu só pensava naquele momento e em como eu estava perto de gozar de novo. Ela investia contra meu corpo, o som dos corpos colidindo, o suor na nossa pele...Jaque segurava meu quadril e mandava com força, eu ouvia ela gemendo, sentia nossos corpos unidos vibrando. Ela mordia minhas costas, as mãos na minha bunda.

- Isso Lili, rebola para mim. – Ela falou dando um tapa na minha coxa. Eu empinei a bunda, o peito no chão, segurei as pernas dela com os braços estendidos para trás e mandei ver na rebolada. – Assim mesmo... Rebola gostosa... Rebola para mim.

Senti o gozo se aproximando... a quentura das extremidades vindo direto para o meu ventre. Jaque se encaixou ainda mais sobre mim e com um grito abafado gozou deixando o corpo cair no chão ao meu lado, me puxando para os braços dela e beijando meu cabelo enquanto suspirava. Nuas, gozadas, juntas, a respiração voltando ao normal.

Fui eu que quebrei o silêncio:

- Você estava com esses acessórios todos na bolsa. – Ela sorriu de olhos fechados e fez que sim com a cabeça. – E você veio sabendo que ia usar? – Perguntei não aguentando a curiosidade.

- Não, eu não sabia, mas uma garota do interior na cidade grande pode sonhar, não é mesmo?

- As da cidade grande também sonham e, aliás, não posso deixar de agradecer a Santo Expedito pela graça alcançada. - Jaque riu novamente, a face serena, tranquila ali no chão. – Pena que nem me deixou te provar... – Falei com a mão na coxa dela, os dedos roçando de leve o cós do strapon.

- Calma mulher, eu só vou embora na segunda. Teremos tempo e você vai poder fazer o que quiser.

- Então primeiro, a gente banha e depois saímos para jantar. Afinal, hoje é dia das mulheres! Que acha?

- Ótimo. E depois?

- Depois a gente volta aqui para casa e como sou uma menina muito boazinha, você me dá a sobremesa. – Falei passando a mão na xota dela, para não deixar dúvidas do doce que eu queria provar.

- Me parece perfeito! Mas o que você acha de a gente ser malvadinhas e eu te servir a sobremesa antes de jantar? – Jaque perguntou ficando de pé e tirando o strapon, eu pude admirar pela primeira vez aquela xota e sabia exatamente o que queria fazer.

Ela se sentou no sofá e me chamou com um dedo, eu fui para ela e recomeçamos de onde tínhamos parado.

E se o dia havia sido difícil, hum.. Alguns sempre são. Mas o cropped certo pode fazer qualquer mulher reagir, não é mesmo?

Texto por: Madame Tê

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