Cheiro de Couro

Conto Erótico - Cheiro de Couro

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Eu lembro da noite que o meu marido chegou em casa com um par de luvas de couro que ele ganhou no trabalho, esse foi o prêmio para quem teve o melhor desempenho no setor de vendas daquele mês, e ele ganhou! Aquelas luvas eram feitas de um couro maravilhoso, me lembro dele todo orgulhoso trazendo elas consigo e as colocando sobre o criado-mudo que fica no seu lado da cama.

Naquela mesma noite nós estávamos deitados na cama lendo algum livro, e ele logou se distraiu pegando a luva e a admirando. “Eu nunca senti nada tão suave quanto o couro dessa luva!” ele disse ainda muito empolgado enquanto vestia as suas luvas.

“Era isso que você falava quando me tocava” eu respondi fazendo piada do que ele havia dito.

“Hmm verdade, a sua pele é muito mais suave”, ele disse enquanto passava os sua mão coberta por aquela luva sobre a minha pele. Nesse instante eu engasguei assustada! Tinha algo muito estranho e excitante naquilo, sentir aquele material ~estranho~ alisando a minha pele, mesmo sabendo que era a mão do meu marido dentro daquela luva, não sei, era uma sensação estranha. Mas logo relaxei, e comecei a curtir a sensação daquela luva de couro esfregando a minha pele.

Suspirei e me afundei na cama, e ele vestindo as suas luvas começou a brincar com os meus seios, passando seus dedos delicadamente sobre os meus mamilos e me provocando. Ele os segurava e brincava com os meus mamilos que já estavam durinhos e sensíveis.

“Você vai me deixar louca!” eu disse. Ele então sorriu enquanto descia a sua mão alisando todo o meu corpo, e então a posicionou sobre a minha vagina… Eu estava molhada e abria as minhas pernas levemente enquanto ele pressionava o os seus dois dedos no meio da minha bucetinha. A textura que aquela luva dava a sua mão... hmmm.... aquela era uma nova sensação. Os seus dedos cobertos por aquele couro me fez sentir algo que eu nunca havia sentido antes. E mais incrível que isso foi sentir a sua mão coberta por aquela luva esfregando e explorando os meus lábios vaginais.

Eu me estiquei na cama, sentia ondas de calor e tesão correndo pelo meu corpo. A minha pele vibrava e eu movimentava a minha cabeça para um lado e para outro. Eu então fui movimentando o meu quadril para cima e para baixo enquanto gemia, e eu eu pedia para ele brincar mais, para colocar os seus dedos grossos dentro de mim. Ele então tirou o seus dedos da minha bucetinha e montou em mim.

Eu já estava com tanto tesão, eu me enrolei ao redor dele, eu estava muito excitada, me sentia um animal no cio. Ele então colocou o seu pau longo e grosso para fora e me provocava, ele esfregava o seu membro na minha xoxotinha já encharcada pelos meus sucos vaginais. Eu então fui abrindo as minhas pernas, deixando ele sentir o calor da minha vagina na cabeça do seu pau. Ele então me penetrou e foi movendo o seu pau dentro de mim lentamente...

Ele fode muito bem e conhece o meu corpo, mas dessa vez lá tinha algo novo. Ele com a sua luva acariciava o meu rosto, e o cheiro do couro misturado com o odor da minha vagina me deixou com muito mais tesão.

Aquele cheiro explodiu no meu cérebro e eu senti como se estivesse perdendo o controle. Meu marido metia com mais força, e eu abria as minhas pernas o máximo que eu podia, eu sentia a minha buceta sugando o seu pau para dentro de mim.

Nós trepamos com muito amor, os nossos corpos se encaixavam e o cheiro e toque daquela luva deixava tudo mais especial. No dia seguinte eu fiquei com isso na cabeça e imaginei que deveríamos tentar trazer outros itens de couro para o nosso sexo, de repente poderíamos alcançar um êxtase ainda maior. Eu então fui em várias lojas de couro procurando por novas idéias, até que em uma dessas lojas eu achei um cesto cheio de restos de couro. O cesto tinha todo tipo de couro, de todos os tamanhos e texturas. Eu então comprei aquele cesto todo, paguei uns 200 reais e voltei animada para casa.

Eu não mostrei nada para o meu marido até Sábado a noite. Nós estávamos deitados na cama e eu comecei a falar de umas sacanagens para ele, falei principalmente do dia que fizemos amor enquanto ele vestia as suas novas luvas de couro. “Foi mesmo, fiquei surpreso, vestir a luva também me deixou com muito tesão, fazia tempo que o meu pau não latejava daquele jeito” ele disse. Eu então sorri e tirei de debaixo da cama aquele cesto cheio de couro, e o virei sobre a cama.

Ele arregalou os olhos e sorriu. “Amor, que lindo!” ele disse surpreso. Tinha algo diferente no seu olhar, a sua reação foi maravilhosa. Ele parecia um menino, pegou tudo e ficou observando as texturas e cheiros. Nós dois então ficamos lá, nos divertindo, acariciando todo aquele material e o perfume de couro exalava no nosso quarto.

Eu achei um couro diferente, ele tinha um toque extra suave. Eu então enrolei aquele pedaço na minha mão e comecei a acariciar a barriguinha do meu marido, fui descendo a mão até chegar na sua rola maravilhosa. O seu pau já estava quase que completamente duro, normalmente ele já estaria de pau duro, mas era como aquele cheiro de couro o deixasse mais calmo e tranquilo, ele estava passivo ao meu toque e eu amei o ver assim.

Seu pau grosso logo ficou duro como pedra. Eu o segurava firme e puxava para cima e para baixo, seu pau estava quente e latejava nas minhas mãos. O masturbei por alguns minutos e então nos deitamos, lado a lado. Ele então pegou um pedaço de couro e começou a passar levemente no meu rosto, o cheiro daquele material misturado ao odor de sexo… Hmmm….

Rick (meu marido) então pegou uma grande quantidade de couro e os posicionou sobre o meu rosto, era uma sensação estranha porém muito excitante. Eu não podia ver nada, os meu sentidos ficaram super aguçados, e tudo o que eu podia sentir era aquele cheiro maravilhoso de couro. Ele então montou em mim, eu não sabia quais eram os seus planos mas parecia que ele estava lendo a minha mente.

Ele levantou os meus braços e amarrou os meus pulsos por de trás da minha cabeça com uma fita de couro. Eu estava dominada, não enxergava nada, estava lá deitada com a minha bucetinha toda molhada e super sensível, aquele misterio todo fazia o meu clitóris pulsar e eu ficava mais molhada a cada segundo que passava… Eu então ao sentir a minha buceta pulsar, eu me contorcia e levantava o meu quadril, o meu corpo implorava pelo seu toque.

Ele se movia lentamente para me provocar. Rick colocava o seu pau grosso e quente sobre o meu clitóris e o esfregava. Ele então colocava a cabecinha do seu pau entre os meus lábios vaginais e me provocava, ele colocava um pouquinho e tirava, colocava um pouco mais fundo e tirava. Eu me movia, pressionava o meu corpo contra ele, mas ele se afastava. Ele então me segurou pela cintura me impedindo de mover o meu quadril, e nesse mesmo instante posicionou o seu pau duro na minha bocetinha…Ele deixou seu pau duro lá, vibrando contra a minha xoxota que já estava muito inchada e sensível.

“Mete, fode vai!” ordenei ainda sem enxergar nada, eu me sentia um animal pronta para o sexo.

Ele então começou a me penetrar bem lentamente, ele metia um pouquinho e parava. Metia mais alguns centímetros e segurava. O seu pau vibrava dentro de mim e eu pedia por mais! Ele então começou a espalhar pedaços de couro pelo meu corpo com seu pau ainda dentro de mim. Ele cobriu o meu corpo completamente e o cheiro de couro ficou ainda mais forte no nosso quarto. Eu comecei a gemer muito alto, eu estava cheia de desejo, eu queria mais. Ele então começou a meter na minha xoxotinha com mais força e aumentando a velocidade. Eu me sentia uma selvagem por dentro, parecia que nenhuma pica poderia me satisfazer naquele momento.

Nossos corpos se entrelaçavam e tudo o que nós podíamos sentir era o toque do couro nas nossas peles. Quanto mais nós pressionavamos os nossos corpos um contra o do outro, mais gostoso era a sensação daquele couro tocando as nossas peles, ali entre nós. Rick então metia mais rápido, ele me penetrava em uma velocidade constante, ele estava em êxtase puro.

“Me solta, me desamarra” mandei, e ele então entre uma metida e outra me desamarrou. E eu então comecei a esfregar o meu clitóris com uma das tiras de couro. Que sensacão deliciosa. Ele metia em mim e o meu clitóris pulsava, eu podia sentir aquela tira de couro ficando toda lambuzada pelo suco que a minha bucetinha jorrava.

Nós estávamos fazendo amor com uma intensidade que nós desconhecemos, nós pressionamos os nossos corpos um contra o outro, e gozamos muito, gozamos juntos. A minha buceta contraia o seu pau grosso, que se mexia dentro de mim, jorrando aquele leite quente na minha vagina. O meu clitóris pulsava e eu podia sentir ondas de eletricidade correndo pelo meu corpo.

Nós então exaustos nos deitamos e dormimos naquele quarto que havia sido tomado pelo cheiro do couro e sexo.

Alguns dias depois Rick chegou em casa com uma caixa de presente, disse que havia comprado algo especial. Eu disse que veria no dia seguinte, que estava muito cansada… Nem preciso falar que ele ficou super triste e eu então resolvi abrir o presente antes de ir para cama.

“Nossa, o que é isso?” perguntei, ainda tentando entender o que era aquilo na minha mão.

“O cheiro é maravilhoso né?“ ele disse. E eu concordei, aquilo era uma calcinha de couro com um mini pênis na parte de dentro.

“O que você acha?” ele me perguntou.

“Eu amei, vou colocar já!” disse empolgada, logo tirei a minha calcinha e coloquei. Sentir aquele couro direito na minha xoxotinha era muito bom e delicioso. Pude sentir a minha bucetinha ficando úmida e meu clitóris mais sensível.

Eu então sugeri uma brincadeira, eu iria usar aquela calcinha no trabalho e em um jantar de família na casa dos meus sogros… E ele aceitou, ele achou demais! No dia seguinte então fui trabalhar com aquela calcinha e logo e seguida nos encontramos e fomos para casa dos seus pais.

“Como que ta aí?” Rick me perguntou enquanto dirigia em direção a casa dos seus pais.

“Uma delícia… eu não vejo a hora de gozar” respondi pressionando uma coxa contra a outra. Ele então desceu a sua mão e a manteve por cima da minha bucetinha durante todo o caminho.

“Calma amor, eu quero chupar essa bucetinha toda, ela deve estar com um cheirinho bem gostoso de couro molhado” ele disse enquanto dirigia.

Passei toda a noite pensando em sexo, estava lunática, queria gozar, a minha buceta pulsava pedindo pelos meus dedos. Eu mal conseguia entender o que os meus sogros diziam, até fui ao banheiro algumas vezes durante a noite me tocar de leve… Eu não aguentava mais.

“Amor eu não estou muito bem, vamos para casa?” disse para ele em frente aos meus sogros, eu não aguentava mais de tesão, eu precisava gozar. Ele entendeu a minha dica e logo nos despedimos. Durante todo o caminho de volta eu fui em masturbando, subi a minha saia e explorava a minha bucetinha, eu até esqueci que ele estava lá no carro.

“Posso te ajudar?” ele perguntou enquanto dirigia, e eu disse que não! Ele tinha que prestar atenção na estrada e eu tinha que dar atenção para a minha xoxotinha.

Eu então coloquei os meus dedos em sua boca enquanto me masturbava com a minha outra mão. Esfregava a minha buceta pulsante, a minha xoxotinha exalava aquele cheiro maravilhoso de couro… E eu alternava entre brincar com meu clitóris e enfiar os meus dedos dentro de mim…

“Hmmmmmm aaaa” gozei, gemi alto no carro, gozava e esfregava aquela calcinha de couro contra a minha boceta molhada… Que maravilhoso! Ao chegar em casa transamos ainda mais, dentro da nossa garagem mesmo!

Desde então o couro faz parte do nosso sexo, nós curtimos e muito… Hoje em dia nós só usamos couro ecológico né gatas, pq gozar assim é muito mais gostoso!

 

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1 comentário

  • Adoro os contos erótico ! 😍

    Débora

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