Conto erótico lésbico cheira meu grelo sexo com a amiga do irmao

Cheira Meu Grelo

Conto Erótico - Cheira Meu Grelo

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Eu acabei de siriricar lembrando de uma história maravilhosa, uma transa deliciosa que eu tive quando eu era jovem, e vim aqui compartilhar essa delícia com vocês. Eu morava em Osasco na época, famosa OZ, tenho um irmão mais velho e pela tarde nos reuníamos com outra galera da rua em uma praça, meu irmão, sendo popular, andava de skate com os amigos dele enquanto eu só ficava no banco sob a sombra de uma árvore lendo meus bons livros, nossa mãe me forçava a sair e interagir com outras pessoas, más mal sabe ela que eu gostava mais te interagir com meus livros, vez ou outra eu acenava pros amigos do meu irmão quando chamavam meu nome.

- E aê Taty, beleza ?

E eu acenava com minha mão sem nem tirar meus olhos das páginas que eu lia. Minha atenção só era tirada quando ela chegava, a minha musa, meu sonho de consumo.

- E aê seus putos beleza ?

- Fala aê Carol, sua sapatão – Gritava meu irmão.

- Sapatão é rolemã, chupo tua mãe e tua irmã.

- Minha irmã ta ali sua vacilona, fala com ela então.

- Oi Taty, tudo bem ?

- OI CAROL !!! – Eu acenava freneticamente.

Ai, a Carol <3 Ela era maravilhosa, tão estilosa com seu estilo skatista, sempre com sua camisetona de banda, shorts e tennis, um piercing na boca, pulseiras de couro... aaaaiiii ai. Aquele era o melhor momento do dia, ver ela interagir com os rapazes da rua, como ela era habilidosa com aquele skate, fazia manobras que deixavam meu irmão e os outros rapazes putassos de inveja, ela se destacava, e meu coração batia mais forte por ela, hora ou outra nossos olhares se encontravam e eu fingia estar lendo novamente, nesses momentos eu podia jurar que ela sorria ao me ver desconfortável.

Talvez ela soubesse do meu interesse por ela, será que ela imaginava que eu me masturbava todas as noites pensando nela ? Ninguém cogitava ou opinava sobre a minha sexualidade, eu era a irmã estranha e quieta do carinha popular, todos estavam ocupados demais ouvindo as asneiras do meu irmão pra repararem em mim, más eu acho que a Carol percebia algo em mim que eu não falava para os outros.

Certo dia Carol ligou pra casa convidando meu irmão pra jogar vídeo game porque ela estava sozinha em casa e teria a tv só pra ela, naquela época não haviam smartphones, celulares eram só pra receber telefonema, estava chovendo horrores e certamente ninguém se encontraria na praça pra andar de skate ou jogar bola, tanto ele quanto eu estávamos entediados em casa, e nossos pais também não estavam lá, lembro dele conversando com ela pelo telefone.

- Bora zerar essa merda de jogo hoje então hein... ta... demorou então, colo ai logo mais, vou tomar um banho e vazar.

Antes de desligar ele foi interrompido pela Carol perguntando algo de última hora

- Quem, a Taty ? – Meu ouvido se movia como a de um cachorro entrando em estado de alerta, porém fingia desinteresse olhando a tv. - Beleza, eu chamo ela também, sem problemas.

Logo mais ele desliga e joga uma almofada em mim

- Quer colar na Carol ?

- Quero colar velcro com ela ( pensei ) – Na Carol ?

- É, to indo lá e ela sabe que o pai e a mãe não estão aqui, ai ela te convidou também, vamos jogar vídeo game, se quiser jogar também, ou levar teus livros, pra mim tanto faz.

- Vou sim, vou me arrumar então.

E assim o fiz, me arrumei bem arrumadinha, até perfume eu coloquei, por baixo eu vestia minha melhor calcinha e sutiã, mesmo sabendo que ela não veria, más a Carol me incentivava a me arrumar, me mostrar atraente. Sai do meu quarto e la estava meu irmão prestes a bater na porta, ele me olhou de cima a baixo e disse

- Vai pro shopping carai ? Até maquiagem botou !!

- Cala a boca seu bosta, cansei dos seus amigos me achando a estranhona, decidi me arrumar melhor.

- Ta, foda-se, vamos !!

Chegando lá, lá estava a Carol, com suas tradicionais camisas de banda e um rabo de cavalo, ela cumprimentou meu irmão com os típicos insultos que cada um trocava pro outro e ao me ver ela deu um largo sorriso, ah que sorriso, e me deu um abraço apertado e disse

- Nossa, que cheirosa. Bem vinda.

As horas foram passando e íamos interagindo e rindo, jogamos jogos de corrida, de luta, comíamos pipoca, bebíamos refrigerante, fazíamos apostas em quem ganharia, riamos de quem perdia e etc. Em determinado momento o celular do meu irmão toca e é a namorada dele pedindo pra ir ajudar ela com algo urgente, ele resmungou más como a casa dela não era longe ele disse que ia.

- Carol, eu preciso dar uma passada na casa da minha mina, ela precisa da minha ajuda, acho que o pai dela ta passando mal e precisam de alguém que dirija até o hospital. Vou correr lá.

- Claro, claro, corre lá. Me avisa qualquer coisa.

- Taty, você volta pra casa sozinha, pode ser ?

- Claro, vai lá.

Carol levou meu irmão até o portão e voltou e me encarou timidamente.

- Quer continuar jogando ou topa ver um filme ?

- Um filme seria legal.

- Hmmm, vou comprar uns pãezinhos pra gente comer alguma coisa e dai já passo no camelô e vejo algum filme pra gente assistir, é 10 min.

- Não quer que eu vá com você ?

- Não não, eu vou correndo, ta o maior pé d’agua agora, fica ai jogando um pouco que eu já volto - Carol dizia pegando as chaves na mesa de centro e um granda-chuva perto da porta.

Ao me ver sozinha na casa da minha crush eu decidi que eu estava disposta a agarrar aquela oportunidade de xeretar e conhecer o quarto e a cama onde eu me imaginava todas as noites. Não foi difícil saber qual era o quarto de Carol, o pôster na porta do quarto era um belo de um indicativo, sem pestanejar eu corri pra lá, me sentia eufórica, como uma criança explorando um lugar proibido, olhei seus cds, deitei em sua cama, cheirei seu travesseiro e me abracei nele, fingi estar abraçada nela, perto da cama e em meio a algumas peças de roupas jogadas no chão estava a cueca que ela usou, queria saber como era o cheiro da perereca dela, peguei a cueca e a encarei em dúvida, será que tava cheirando a buceta ou cheirando a cú, será que me arrependeria de esfregar aquela peça de roupa no meu nariz ? “AH, FODA-SE” – respondi a mim mesma, e imediatamente me afoguei naquela cueca, ela era preta com elástico branco, ela tinha um cheiro característico de pele e suor, más nenhum odor constrangedor como eu me preocupava.

Eu beijava a cueca dela no lugar onde o clitóris dela deveria roçar cada vez que se movia, eu lambia o tecido, eu o cheirava, eu estava literalmente fazendo amor com uma cueca feminina, más para mim era mais que aquilo, era a representação da mulher que eu desejava, era o mais próximo que eu chegaria ao corpo dela.

Decidi me masturbar enquanto sentia o cheiro de Carol, levei meus dedos pra dentro da minha calça e comecei a esfregar o meu clitóris, pra cima e pra baixo, e em círculos, sentia algo em mim esquentar, sentia meus lábios vaginais morderem minha calcinha, la estava eu, deitada na cama de Carol, cheirando-a e me masturbando, eu estava louca, más mais do que louca eu estava desesperada para gozar, eu estava quase lá quando de repente

- QUE PORRA É ESSA ??

Dei um pulo, apoiei meus braços na cama e encarava com espanto Carol que me encarava de volta perplexa.

- O que você pensa que ta fazendo ? – Carol perguntava

- Eu... – Eu olhava ao redor algo que pudesse justificar meus atos, más nada aparecia, eu estava deitada na cama de Carol com minha calça desabotoada e sua cueca ainda estava apoiada sobre os meus seios. Decidi tomar a decisão mais coerente que era fugir, eu estava muito envergonhada - ME DESCULPE

Sai disparada pra fora do quarto más antes que eu pudesse cruzar a porta, Carol se pôs na minha frente bloqueando a passagem.

- Calma, eu já entendi tudo. Só acho que podemos fazer isso de um jeito melhor. – Carol mudava o tom de sua voz e agora segurava a minha mão tentando me acalmar.

- O que acha ? - Carol levou minha mão até seus lábios e a beijou.

- Mhmm – era tudo o que eu conseguia responder no momento.

- Então você quer saber o que eu estou usando agora ? – Carol sussurrava em meus ouvidos enquanto beijava o meu pescoço.

- Quero sim – Respondi tremula e ofegante.

Carol me empurrou para a sua cama e começou a se despir na minha frente, tirou seu camisetão, revelando seus lindos seios, abaixou sua bermuda até a altura dos joelhos e depois usou os pés para leva-la ao chão. Olhei para ela com surpresa, ela usava uma calcinha rosa com desenhos de sapinhos.

- Surpresa ?

- Demais !! – Respondi

- Quem disse que eu não posso ser fofinha as vezes ?

Eu ri

- Agora vamos ver a sua ? – Carol já se abaixava de encontro com as minhas calças, pronta para puxa-las junto com meus sapatos.

- Acho que você vai gostar, é a melhor que eu tenho. - A encarava com meu melhor olhar de safada.

- Noooossssaaa !! - Carol se surpreendia com a minha calcinha rendada preta com bastante transparência.

- Ela combina com meu sutiã - Imediatamente tirei minha camisa por cima dos ombros e a encarava com desejo.

Carol deu uma longa pausa para me admirar.

- Caramba Taty, que mulherão que você é. Quero te comer todinha.

- Ta esperando o que então ? – Eu via Carol se surpreender com minhas insinuações, jamais ela deveria imaginar que a quietona da irmã do melhor amigo dela fosse tão safada.

- Demorou então. - Carol tirou sua calcinha e jogou na minha cara – Vai se divertindo ai com os sapinhos que eu agora vou chupar a sua buceta.

Deixei de me apoiar em meus cotovelos e comecei a cheirar a calcinha de Carol enquanto ela se preparava para me chupar.

- Essa calcinha é linda demais pra se tirar – Carol dizia.

Ela puxou minha calcinha pro lado e começou a me chupar, o quarto ecoava os estalos que a sucção de Carol fazia em meus lábios vaginais. Eu gemia enquanto me afundava no cheiro de sua calcinha. Carol era muito habilidosa, ela dava leves tapinhas na minha buceta e a beijava com fúria.

Eu gritava de prazer, eu me agarrava aos lençóis de sua cama. Carol veio ao encontro de minha boca e sua língua massageava a minha, eu podia sentir o gosto do meu sexo através de seu quente e saboroso beijo. Eu explorava a buceta de Carol com meus dedos enquanto nos beijávamos com fúria, Carol tirava meus seios do sutiã e os mamava intensamente, eu podia sentir meus mamilos completamente rígidos e sensíveis por conta do prazer. Carol esfregava a calcinha dela em meu rosto e eu me cansei dela.

- Chega da calcinha, senta na minha cara AGORA. – Ordenei

- Uau, a gatinha tem garras. Muito que bem – Carol me encarava com luxuria e foi de joelhos até meu rosto massageando seu clitóris. Eu podia contemplar aquela visão vista de baixo, suas pernas, aquele bucetão maravilhoso, aquela barriga, seus seios. Meu sonho estava se concretizando, eu ia cair de boca na mulher dos meus sonhos.

- Chega de cheirar calcinha então Taty, vem, CHEIRA MEU GRELO !!

Carol como a dominadora que era puxou minha cabeça contra seu sexo, esfregando seu clitóris em meu rosto, era como se ela quisesse foder a minha cara, ela estava molhada, seu sexo estava quente, aquele cheiro de suor misturado com tesão, eu queria aquela mulher, e queria agora, segurei a sua cintura e meti a boca em sua buceta, enquanto enfiava a cara nela minhas mãos buscavam pelos seus seios, eu podia sentir seu corpo tremer e pulsar e enquanto eu trabalhava no oral, mesmo de costas para minha vagina, Carol massageava meu clitóris com uma mão, eu me lambuzava nela, enfiava um dedo em sua vagina e ela estava tão molhada e relaxada, aquele era o cheiro e gosto de Carol, más eu não estaria satisfeita até provar do gozo dela.

A segurei com força pelos glúteos e a puxava com força de encontro com minha língua e boca, era como se agora fosse tudo ou nada, era pra valer, seria o melhor oral da vida dela, e eu estava empenhada e sabia que estava funcionando porque ela parou de me masturbar para segurar minha cabeça contra ela, ela agarrava meus cabelos e gemia, suas pernas tremiam.

- Vou gozar, VOU GOZAR - Carol gritava

Eu não me importava, eu queria ela me encharcando com seu orgasmo, e ela desaguou, seu corpo relaxava após um longo gemido de alivio

- AAAAAAAAAAAHHHHHHHH.

Ela sentava em meu peito e me encarava de cima.

- Quem é você Taty ?? Como você faz isso ?

E eu apenas respondi com um sorriso sarcástico e safado.

- Eu não sou quietinha não. – Respondi

- Agora vem aqui que vou retribuir o favor.

Fizemos a famosa pose de tesourinha e esfregamos nossas bucetas enquanto nos beijávamos até que eu também gozei. Depois ficamos deitadas curtindo o momento de carícias até que ela lembrou que havia voltado para pegar a carteira que esqueceu.

- Ainda quer ver algum filme ?

Balancei a cabeça dizendo que não e deitei em seu peito, até cairmos no sono.

Aquele dia foi maravilhoso, até hoje tenho a calcinha de sapinhos que peguei dela como recordação daquela transa maravilhosa.

 

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3 comentários


  • Lesbipili

    O perfume de Carol era suave ou forte?como foi esse cheiro?Que sabor tem seus fluxos?Que aroma tem sua boceta? É um aroma suave ou forte? Gosto dos seus fluxos?


  • Vampira

    Não consigo parar de maratonar os contos


  • Suelen Provin

    Muito bom os contos, muito divertidos e ótimos de ouvir!!


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