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Bloquinho do Amor

Conto erótico de carnaval bloquinho de carnaval do amor

Conto Erótico - Bloquinho do Amor

Prefere ouvir? 👩🏻‍🎤 Não tem problema, clique play 👇 e ouça o conto erótico narrado por nós.

Carnaval já chegou para vocês? Vocês também amam essa data? Amadas, eu sou apaixonada pelo Carnaval, uns amam o Natal, outros o ano novo, já eu vivo pelo Carnaval. Te falar que antes eu não era assim não, o máximo que eu associava no Carnaval era rolê com amigos, íamos para uma praia ou chácara, jogávamos cartas enquanto os desfiles passavam na tv e só, más graças a Deus os bloquinhos viraram moda.

Abençoado seja a pessoa que inventou os bloquinhos. Para mim bloquinho é vida, bloquinho é tudo. Amo os temas, é só me chamar para uma festa com dress code que eu estou lá, bloquinho do bicho, bloquinho fundo do mar. É muito glitter, muito adereço... já falei que amo essa data (risos)? Ano passado o Carnaval teve um toque especial para mim. Sabe quando as pessoas têm uma fantasia sexual de transar em lugares públicos (calma, não quis dizer no meio da rua com todo mundo olhando), más um lugar onde tem aquele tesão e adrenalina de trepar e correr o risco de ser pego ou alguém chegar?! Pois estão, ano passado eu tive essa experiência, vou contar para vocês como foi.

Era um dia mega ensolarado, e eu e minhas amigas estávamos fazendo um esquenta na minha casa. Enquanto isso todas se preparavam para o tema do bloco, minhas amigas também levam os temas muito a sério, era o bloquinho do amor, no grupo do face as instruções diziam para irem de vermelho ou rosa, e para quem quisesse deixar explícito que estava afim de paquera, usar amarelo. Minhas amigas todas trabalhadas no gliter vermelhos, faziam maria Chiquinha, colocavam um batom vermelho rouge bafônico, meias rosas, desenhavam corações em seus corpos, brincos de corações, uma das minhas amigas até usava um tutu de ballet. Meu quarto estava sendo um verdadeiro camarim. Eu me troquei no banheiro porque queria ver a reação das minhas amigas, assim que terminei gritei anunciando minha entrada.

- Preparadas para o meu look?

- Anda Larissa, para de drama, está o que? Pelada? – Minhas amigas riam

- Tcharaaam Pulei entrando no quarto, eu estava fantasiada de abelha, uma camisa amarela com listras pretas, um shortinho preto, e asinhas.

- Que porra é essa? Estamos indo para o mesmo bloco? – Paty dizia

- Essa safada está de abelha porque está doida para levar uma picada.

- Você vai de amarelo mesmo né sua piranha? - Katia brincava

- Verdaaaaade, amarelo é a cor para os paqueras. Más gente, e se o Fabio, seu ex aparecer por lá? No face ele também confirmou presença.

- É isso mesmo que eu quero amadas, quero que ele apareça e veja essa abelhona aqui levando ferroada, para ele aprender que homem que trai a gente supera rápido, e com vários.

Riamos enquanto bebíamos nossas caipirinhas. Quando prontas, seguimos para o metrô, o bloquinho ia ser em um grande parque, então fomos direto para lá. No metrô notava-se que muitos também estavam indo para o mesmo lugar, muita gente de vermelho, vi gente fantasiado de tomate, de morango, tudo relacionado ao dress code do bloco, amo a criatividade das pessoas. Um em particular me chamou a atenção, era um moreno alto fantasiado de cupido, uma peruquinha amarela vibrante cacheada, uma bata dourada com sandália gladiadora, e asas de anjinho, para finalizar ele segurava um arco em sua mão.

No meio do vagão trocamos olhares, não acho que inicialmente tenha sido um flerte, más nos reconhecemos pela cor, enquanto a maioria entre nós estava de vermelho e rosa, éramos os únicos de amarelo, nossa mensagem era clara um para o outro, estávamos na pista para fechar negócios. Ele sorriu para mim de longe e eu sorri para ele, percebi naquele instante o quão atraente ele era. Nossa estação chegou e assim que a porta abriu, todos saíram, e com o movimento, acabamos nos perdendo de vista.

Chegando no parque começamos a ir em direção ao bloquinho, tudo muito animado, música alta, o parque era gigantesco, muitas pessoas que não estavam lá pelo evento também se divertiam, seja andando de bike, fazendo caminhada, enfim. Eu estava dançando e curtindo com as minhas amigas, riamos, tirávamos fotos, fazíamos vídeos, interagíamos com outras pessoas, era maravilhoso. Más enquanto curtia eventualmente eu procurava para saber se meu ex estava de fato lá, será que iria acompanhado? Será que iria de amarelo também? Será que ele teria a audácia de querer vir falar comigo?

- Está procurando por alguém em especial, linda ?

Me virei para o lado e lá estava o cupidão delícia, por coincidência do destino estava tocando estúpido cupido da Celly Campello na hora, no momento respondi ele cantando

- Eu dei meu coração a um belo rapaz (oh, oh, cupido). Que prometeu me amar e me fazer feliz, Porém, ele me passou prá trás, Meu beijo recusou e meu amor não quis (oh, oh, cupido).

E ele dançava junto comigo enquanto eu segurava as suas mãos.

- Hei Hei, é o fim, Oh Cupido pra longe de mim.

- Foi mal então gatona.

E ele dava as costas e ia embora. Eu gritei e o puxei pelo braço

- Nãããooo Cupido, eu estava brincando. Eu estava a sua procura.

- Sei, sei. Como se chama, linda?

- Larissa e você? - Ricardo, vulgo Cupido. Você veio de amarelo seguindo as instruções ou só é a fantasia mesmo?

- Oh cupido, vim de amarelo esperando levar uma flechada de amor.

- Então cheguei aqui para isso, só tenho uma flecha.

- Más só estou vendo o arco, cadê a flecha?

Ricardo deu um sorrisinho malicioso e piscou.

- Agora você entendeu o conceito da fantasia.

Admito que a cantada foi podre, porém eu ri, minha Larissinha também riu, porque eu senti uma certa reação lá quando ele deu um sorrisinho piscando para mim.

- Posso provar o seu mel, dona abelha?

Imediatamente o agarrei pela nuca e o trouxe para o encontro dos meus lábios. Nossas línguas se encontraram rápido e dançavam sensualmente, Ricardo passava uma mão pela minha cintura que me puxava ao encontro de seu corpo. Nossas respirações estavam rápidas e ofegantes. O cupido delícia tinha uma pegada boa, suas mãos desceram para o meu quadril e logo depois agarrou a minha nadega. Manas, amadas e beloveds, no que ele pegou minha bunda e me pressionou mais forte contra seu corpo, eu senti a rola dele estalar dura contra minha pele, minha mente já ia a loucura e minha boceta mordia minha calcinha, nosso beijo agora era mais intenso, eu queria era engolir ele todo.

- EEEEEITA PORRA HEIN LARI. – O grito da minha amiga me fez voltar à Terra.

Sorri sem graça arrumando o cabelo atrás da orelha, ali não era o lugar mais propício para dar continuação ao que meu corpo e o corpo de Ricardo queria, más não aguentaria muito tempo esperando. Eu era familiar com o parque, conhecia uns lugares fechados para o público.

- Meninas, vou ao banheiro masculino e já volto.

- Ahhhh tah.

Minhas amigas conheciam a dica, quando falávamos “banheiro masculino” era porque estávamos passando um código que iriamos trepar.

- Então seu cupido, que tal afogarmos um ganso aqui no parque?

- É possível?

- Conheço um lugar sem ninguém, eu fugia das aulas e vinha para esse parque fumar escondido com amigos, descobrimos um lugar secreto.

Ricardo concordou e eu o agarrei pela mão e sai em disparo, felizmente o lugar era próximo, entre algumas arvores e arbustos estava uma área do parque que era proibida ao público, provavelmente área de preservação, sei lá o que era, sei que era um espacinho aberto encoberto de arvores altas, como um espacinho vip.

- Nossa, como você descobriu isso? – Ricardo dizia

-Sorte eu acho - eu já tirava minha camisa por cima dos ombros ficando de sutiã em frente a ele.

O fogo de Ricardo voltava com força total ao ver meus seios e ele me puxava de volta contra seu corpo.

- Sr Cupido, sua flecha está constantemente me espetando.

- Verdade, me desculpe. Precisamos colocar essa flecha em uma bainha.

Ricardo tirou sua bata, revelando estar com um shorts por baixo, e tão breve o shorts foi ao chão revelando um pirocão grosso, duro e pulsante. Minha boca encheu d’agua. Ele bateu sua rola na palma da sua mãe e disse

- Gostou?

Encarei sua piroca e olhei para ele com um olhar de pura luxuria. O puxei pelos ombros e o empurrei contra a arvore. Inclinei meu corpo e me agachei para me aproximar daquele mastro de prazer. Agarrei o pênis de Ricardo e o senti pulsar em minha mão, se a rola dele falasse, ela diria “-me chupa, me chupa”. E assim o fiz, enfiei a flecha do cupido na minha boca e Ricardo gemeu abafado, senti que suas pernas quase perderam o equilíbrio quando a cabeça de seu pênis encontrou o céu da minha boca. Ele estalava dentro de mim, e comecei a mover minha cabeça contra o corpo dele e recuar, o ritmo de vai e vem intensificaram os gemidos abafados dele, ele segurava a minha cabeça e gentilmente me conduzia, ele brincava comigo, ele segurava a rola dele e estalava ela contra a minha língua, eu estava sedenta, eu sentia que minha boceta estava inchada e certamente minha calcinha estava encharcada pelos meus sucos vaginais, ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca, sem me engasgar, Ricardo era um puto, mas carinhoso.

A posição eventualmente me cansou e voltei a ficar de pé, e agora era vez dele de ser possuído por um instinto selvagem. Ele me colocava de costas para arvore, e se agachava puxando meu shorts e minha calcinha para o chão, eu sabia o que ele iria fazer, ele me encarava de baixo e disse

- Quero provar o mel dessa abelha, será que é docinha?

- Me diz então.

Mais uma vez Ricardo lançava um olhar sensual e rapidamente caia de boca em minha vulva, levei minhas duas mão a boca para abafar meu grito de prazer, a língua de Ricardo explorava cada canto da minha boceta já inchada e sensível, aquilo era tão bom, uma mão eu mantinha em minha boca e a outra estava na cabeça do meu cupido, ele me chupava com ferocidade, ele afundava sua cara em mim, aquilo sim era um homem com fome de buceta, ele queria me engolir e eu queria entrar nele, agarrei a cabeça dele e ele firmou sua língua em uma posição, e eu roçava meu clitóris na língua dele, eu estava ofegante, eu estava louca, ele colocava dois dedos em minha vagina e eu estava tão molhada que seus dedos deslizavam como em um pote de mel.

- Mmmm achei a fonte, quero foder essa colmeia... pode?

- Me fode Ricardo, me faz gozar.

Ricardo se levantou e abriu meu sutiã, me mamou rápido enquanto eu agarrava seu pau latejante, ele novamente me encostou contra a árvore e abriu minhas pernas, ele posicionou seu pau contra a entrada da minha vagina e se deslizou para dentro de mim, eu estava tão dilatada que engoli ele rapidamente, quando ambos nos encaixamos, gememos juntos. Ricardo agora controlava a velocidade e aquele vai e vem me massageava, ele tinha o tamanho ideal para mim, era como se o pau dele tivesse sido feito exatamente para minha vagina, ele metia e intercalava, rebolando o pau dele dentro de mim, e esse movimento friccionava meu clitóris contra o corpo dele.

Nos beijávamos enquanto ele metia em mim, minha boceta engolia o pau dele, e minha boca queria engolir a língua de Ricardo, que delícia de homem, que tesão. Ele agarrava os meus seios enquanto estocava mais e mais em mim. Enquanto ele recuperava o fôlego do nosso beijo ele se afastava para me encarar, e o rosto daquele homem só me dava mais tesão, ele estava corado, suado, com uma expressão de prazer que franzia sua testa, ele mordia os lábios enquanto me encarava profundamente, eu não aguentaria por muito tempo, comecei a massagear meu clitóris e a gemer mais intensamente.

Ricardo sabia que eu estava prestes a gozar, ele saiu de dentro de mim e se abaixou entre as minhas pernas para me chupar de novo, e agora a sensação era triplamente melhor, como se minha boceta estivesse triplamente mais sensível, ele me chupava e se masturbava. Comecei a massagear meus seios e logo meu corpo todo anunciava que eu iria explodir na língua de Ricardo.

- Ricardo... Ricardo eu vou... Ricardo eu vou... MMMMMMMMMMM

Novamente eu abafava meu gemido de prazer com as duas mãos enquanto eu desaguava na boca do cupido, meu corpo estava se enfraquecendo, senti minhas pernas bambearem, e Ricardo me chupava, sua língua limpava cada dobrinha da minha vulva. E ele se masturbava rápido, logo em seguida ele também gemeu anunciando o longo gozo que tinha, eu podia ver seu gozo atingindo minha perna. Em seguida ele respirou fundo e me olhava

- Docinha como mel, como esperado.

Eu só consegui sorrir e alisar seu rosto com a minha mão, eu ainda estava bamba e recuperando meu fôlego. Ainda precisávamos voltar e curtir o trio. Minutos depois nos vestimos e voltamos a curtir o bloquinho, e ficamos bastante tempo conversando, o grupinho de amigos dele se juntou ao meu e foi dupla diversão. Em determinado ponto do dia, eu vi meu ex e ele me viu muito próxima a Ricardo. Ricardo notou e perguntou

- Você conhece aquele cara? - Ele disse

E eu apenas respondi.

- Eu não.

Ricardo foi um paquera maravilhoso, más infelizmente mudou de estado. Sinto saudades dele, claro, más Carnaval chegou, quem sabe eu não seja atingida por outro cupido.

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5 comentários

  • Postado em porNina Duarte

    Contos eroticos é tudo de bom. Amei esse.
    Quem quiser ler esse, vai mar com certeza.
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  • Postado em porMística

    Eu queria um cupido desses, oh delícia

  • Postado em porMorena Carioca

    Q delicia de conto e q delicia de voz da contadora.

  • Postado em porKeila

    Que delícia!
    Pude sentir o prazer daqui.

  • Postado em porAnonimusa

    Que delicia de conto!
    Me deu vontade de me masturbar no ônibus

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