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A famosa do instagram

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Conto Erótico - A Famosa do Instagram

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Texto por: @elaynebaeta

Não sei direito quando comecei a seguir aquela garota no Instagram. Não me lembro. Pra mim era mais “ok” seguir essas meninas cheias de seguidores, do que seguir o pessoal da faculdade. Ela nunca nem me perceberia ali em seu amontoado de “followers” e eu poderia simplesmente passar os stories dela sempre que tivesse puro tédio no meu horário de almoço no trabalho. Gostava do que ela postava, me identificava com a grande maioria das postagens. Ela me fazia um grande favor quando postava qualquer coisa que fosse, principalmente nas minhas terças-feiras mais entediantes. Ainda que fosse um boomerang qualquer, abrindo um sorriso largo. Eu gostava dos dentes dela e de todo o resto da boca.

Nunca achei que ela fosse reparar em mim, pra ser bem honesta. Eu não sei como aconteceu. De repente, lá estava: a influencer lésbica do meu Instagram respondendo a minha mensagem idiota. Ela postou que estaria na minha cidade pelo fim de semana e eu respondi o storie com um “Que péssimo, você tem o pé frio então, pq tá chovendo muito aqui”.

Eu bloqueei a tela e o sino de notificação tocou no mesmo momento. “Você tá dizendo que eu trouxe a chuva pra sua cidade?” Seguido de um “Hahaha”. Eu respondi com um “Estou sim” como se eu tivesse total costume de falar com ela ou como se eu tivesse essa pose toda pessoalmente. Levei quase 6 minutos pra bolar essa resposta curtíssima. E de algum modo pensei que, Ah, foda-se, eu tô na internet e eu nunca vou conhecer essa menina na minha vida.

Posso agir de qualquer maneira e ser uma garota completamente diferente do que venho sendo todo esse tempo. Eu quis ser ousada, divertida e um pouco implicante com ela. Não achei que fosse render, mas rendeu. Conversamos o dia inteiro. Ela gravava stories fazendo as malas e respondendo perguntas enquanto falávamos sobre nossos gatos e sobre os trabalhos que ela teria que fazer pra uma marca de roupas daqui. Eu podia apostar que tinham várias garotas flertando com ela.

Ela até respondeu algumas em tom de brincadeira nos stories. Me senti um pouco insegura e me perguntei se ela só estava mesmo falando comigo. Odeio ter Vênus em câncer. Mas não conseguia parar de conversar e ela não parava de me responder, mesmo que demorasse um pouco nos intervalos, arrumando as coisas da viagem. “Eu espero que não chova tanto amanhã” foi a última coisa que ela me disse antes de sumir. A esse ponto eu já tinha dito a ela todos os lugares legais que eu conhecia por aqui, os restaurantes veganos mais criativos e todos os barzinhos que fechavam tarde.

Me achei estúpida por isso, ela não precisava de mim pra mais nada. Não tinha nem uma hora desde que ela tinha parado de me responder e eu já tava com saudade dos “Hahaha” entre frases que ela me enviava. Fui ficando inquieta sobre tudo. Uma garota da minha cidade que eu tava “flertando” não parava de me mandar mensagem, estávamos avançando para o nível “sexo na minha casa” e eu precisava dar a ela uma resposta. Ignorei. Por algum motivo quis me manter com a agenda livre. E com “algum motivo” eu quero dizer a influencer lésbica aterrizando no aeroporto da minha cidade. Eu estava sozinha em casa, pronta pra estudar na minha mesinha de trabalho e ela ainda não tinha me mandado nada. Rolei pelo seu Instagram inteiro. Fui reparando mais nas coisas que eu não tinha reparado tanto antes.

Fui vendo fotos e mais fotos e mais fotos e alguns vídeos. Minha coxas foram se esfregando uma na outra contra minha vontade. Quando fui perceber, eu já estava pensando em mil besteiras e me contorcendo na minha cadeira. Eu deixei uma foto dela com cara de séria aberta na tela do meu celular e afastei as minhas pernas na cadeira. Meus dedos deslizaram gelados pra dentro da minha calcinha por causa do frio que estava fazendo. Iria chover a qualquer momento. Eu estava tão molhada já e tão excitada que nem precisei de muito esforço, me esfreguei por pouco tempo enquanto encarava a expressão séria dela na foto. Queria mesmo que ela me comesse, me olhando com aquela cara.

Entrei na minha própria fantasia. Fiquei clicando sobre a tela do celular pra que a foto dela não sumisse quando o visor apagasse. Minha respiração foi ficando cada vez mais densa. Fiquei fazendo umas caras de puta pra tela do meu celular, apertei o meu peito enquanto me esfregava cada vez mais. Gemi o nome dela baixinho algumas vezes pra mim mesma. Não fazia ideia do que eu tava fazendo e o porquê de estar fazendo. Tentei ignorar esses pensamentos quando eles atravessaram minha cabeça. Continuei chamando o nome dela cada vez mais, pra que eu não ouvisse o meu eu-interior supercrítico sobre aquilo.

Meu clitóris latejava, eu mordia meus próprios lábios, minhas pernas estavam cada vez mais suadas, minhas respiração cada vez mais forte, minha mão me esfregando e ficando cada vez mais molhada, pegajosa, suja. Eu apertei meus olhos com força porque faltava pouquíssimo pra que eu gozasse. Mas o sino de notificação do meu celular apitou bem na hora. E eu me inclinei na cadeira pra ler, em completo estado de susto.

“Me manda sua localização, vamos fazer alguma coisa.” Eu me senti um pouco envergonhada, admito. Meu rosto ficou quente e eu podia apostar que ele estava inteiramente vermelho. Digitei a minha rua e as informações do meu prédio tão rápido que errei tudo. Apaguei. Digitei de novo. Apaguei. “Como assim? Você quer fazer o que?” foi o que eu acabei enviando. Ela me respondeu com um “Sei lá, só sei que vai chover e eu tô cheia de tédio na sua cidade”. Era tão, tão bonita. Naquela foto daquele ícone. Tinha um sorriso tão, tão gostoso.

Eu suspirei e voltei a digitar. “Aqui embaixo tem um barzinho massa!” Enter. Vem pra cá [emoji de coração]” Enter. E aí digitei o endereço. Eu nem estava acreditando que aquilo tava acontecendo. Eu fui tomar banho rindo. Eu fiquei “Meu Deus, cancele”, repassei na minha cabeça um milhão de motivos sobre como aquilo iria dar em merda pra mim. Sobre como nada iria acontecer. Sobre como a garota só estava sendo “simpática” com mais uma de suas seguidoras (eu).

E como somente eu estava vendo flerte em tudo. E, inclusive, me masturbando pensando nas possibilidades que claramente não vão rolar. Meu flerte conterrâneo continuava insistindo em me mandar mensagem, ainda que eu já a tivesse ignorado. Rolei o olho. Peguei umas roupas no meu guarda-roupa, passei perfume mil vezes, coloquei uma calcinha e um sutiã normal (eu não fazia ideia de que isso acabaria acontecendo e coloquei tudo que eu tinha de “sexy” pra lavar). Depois ri mais um pouco de mim mesma, por estar chateada com isso, já alimentando a expectativa de que aquele encontro iria resultar em alguma coisa. Fomos num barzinho que eu já conhecia. Marquei com ela lá. Lembro do primeiro instante que a vi, ela não me viu, então pude olhar à vontade.

Estava isolada numa mesa digitando sem parar no celular, o meu no meu bolso não parava de vibrar. Sei que ela estava me mandando mensagem. Como era bonita. Ai, cara, me senti tímida na hora. Me deu vontade de voltar pra casa. Fiquei intimidada com aquela mulher ali, sentada sozinha me esperando. No meio de não sei quantos “K” de seguidoras, ela estava me esperando aparecer. Na terça feira passada, rolando os stories dela, eu jamais iria imaginar aquilo. Quando cheguei perto, ela me percebeu. E abriu um sorriso caloroso. Disse meu @ do Instagram inteiro, eu disse o dela.

Depois falamos nossos próprios nomes e rimos desse cumprimento “black mirror” que fizemos. Que. Garota. Cheirosa. Tudo em três metros de distância tinha o perfume dela. Era um fragrância forte, não se parecia com nada que eu já tivesse cheirado. Contrastava com o perfume doce que eu estava usando. Bebemos, conversamos comendo batatas fritas. Os “Hahaha” foram substituídos por uma risada rouca e divertida de se escutar. Achei que ela só iria falar sobre ela mesma, porque era a visão egocêntrica que eu tinha dessas garotas populares em redes sociais. Mas ela ficou me perguntando muitas coisas sobre mim e eu fiquei ainda mais intimidada.

Contei como descobri o Instagram dela, com a bebida acabei me lembrando que era uma história bem engraçada. E também mencionei sobre como uma garota do meu trabalho era afim dela. Nessa hora ela sorriu torto, de uma forma completamente cínica. E eu percebi imediatamente que ela já estava acostumada a ouvir esse tipo de coisa. Falamos sobre ela também, sobre o trabalho dela e ela me contou que odeia gravar stories. Achei engraçado demais e percebi que não sabemos mesmo nada sobre alguém só com uma primeira impressão de internet. O céu começou a ficar muito nublado.

Os funcionários do bar começaram a recolher as mesas e as cadeiras do lado de fora com muita pressa. Eu chamei um uber para minha casa, que ficava só 4 minutinhos dali e sugeri que ela chamasse o dela já estando lá. A chuva ia cair a qualquer momento e aqui quando chove dura horas sem parar, faz um estrago.

Ela topou, não tínhamos muita escolha. Fiquei cabisbaixa enquanto esperava o uber chegar, não queria que a noite tivesse acabado tão rápido. Nem ligava mais sobre a parte de não transar com ela. Queria muito também que acontecesse qualquer coisa. Mas eu não queria a ponto de acreditar que fosse acontecer de fato. Eu só estava fantasiando e conhecer a minha influencer lésbica preferida pessoalmente já estava de bom tamanho a esse ponto. Ela era uma garota incrível. De tirar o fôlego de qualquer uma. Me senti enciumada com as coisas que descobri. Eu conheci uma versão dela que não tinha na internet e que eu queria guardar apenas para mim, sem que nenhuma daquelas outras tietes dela soubessem. Já estava chovendo quando entramos no uber, sentamos juntas nos bancos do fundo.

Eu já me sentia um pouco alterada pela bebida. Acho que ela também, porque ficou conversando com a motorista o tempo todo e brincou que éramos noivas pra ver a reação dela. A senhora, curiosa, nos olhava pelo retrovisor e não parecia acreditar. Disse que eu era linda demais pra ela. Tive que rir nessa hora. Mas eu ri sozinha. Nossa motorista continuava a dirigir em silêncio e ela, a minha “influencer lésbica”, me encarava do outro lado do banco. “Ela realmente é” foi o que ela disse, me fitando com uma expressão séria. Exatamente como na foto que eu tinha usado pra me tocar. O fogo escalou as minhas pernas até a minha calcinha. Inclinei minha cabeça um pouco para o lado, esperando que ela dissesse mais alguma coisa. Desejando que fosse uma brincadeira idiota, porque eu tenho vênus em câncer e porque, mesmo se eu não tivesse, se sentir remexida por ela não era algo tão difícil assim para qualquer outro tipo de vênus que exista. Foi quando ela me beijou. Foi rápido, o beijo. Nossos lábios só se encostaram e fizeram um barulho estalado.

Quatro segundos, no máximo. Fez com que a senhora desse uma risadinha e murmurasse alguma coisa sobre a juventude de “hoje em dia”. Eu me assustei, ela se assustou. Nossos olhos triplicaram de tamanho uma para outra e depois cada uma de nós focou o olhar em uma outra coisa. Não sei pra onde ela estava olhando, porque não tirei meus olhos das minhas pernas dando pequenas “sacudidas” no fundo do carro escuro. As luzes dos postes entravam as vezes no carro e minhas coxas ganhavam colorações diferentes. Meu coração estava super acelerado, minha cabeça estava zonza e pensando em sexo.

O pouco de dignidade que me restava estava me perguntando: “E se você for só mais uma diversão que ela tem quando visita algum lugar?” Meu lado romântico não queria aceitar isso. Mas o meu lado puta, o que existia imenso dentro de mim, só queria que ela me comesse. A qualquer momento. Que ela só enfiasse a mão por dentro da minha roupa e constrangesse a motorista. Queria gemer o nome dela pra ela.

Passar minha mão naquele cabelo. Saber que cara ela faz quando geme e se parece com algumas caras que ela faz para tirar foto. Tudo no meu corpo estava borbulhando. Chegamos no meu prédio sem falar nada. Subimos o elevador também sem falar nada, molhadas de chuva pela trajetória do uber até a portaria. Queria tanto gemer dentro da boca dela, só conseguia pensar no quanto eu queria isso. Quando chegamos na minha casa, antes mesmo que eu pudesse trancar a porta de novo, ela começou a falar.

“Eu já vou pedir o uber, mas” ela começou dizendo, estávamos de frente uma pra outra na minha sala iluminada por relâmpagos. “Olha, sobre o que aconteceu no carro. Me desculpa, de verdade. Eu não sei. Foi um impulso que eu tive e eu admito que foi errado. Eu deveria…” E então eu encostei a minha boca na dela abruptamente. Jogando a minha bolsa e as chaves no chão.

Enrolei o pescoço dela com os meus braços e suguei os lábios dela pra dentro da minha boca com toda a força que eu tive. Nosso beijo não foi tímido, nem romântico como no carro. Quando o corpo dela entendeu o que tava acontecendo, começou a reagir. Suas mãos apertavam minha cintura e deslizavam pra minha bunda, me agarrando com força. Ela mordia a minha boca, eu a mordia de volta. Sua língua estava tão quente na minha, podia me sentir ficando cada vez mais ofegante e molhada lá embaixo. Nossas línguas se esfregavam, se entrelaçavam, se conduziam.

Era um beijo perfeito. Perfeito demais pra mim. Meu clitóris concordava com isso, porque não parava de pulsar contra o tecido da minha calcinha. Eu a guiei até o sofá da sala e me joguei no colo dela. Meus joelhos dobrados no estofado, cada perna minha encostada em ambas as laterais das pernas dela, sentadas. Ela me puxou pra mais perto de sua boca e eu só queria me esfregar em alguma coisa, então comecei a fazer isso na coxa dela. Sentia o jeans dela contra mim enquanto eu deslizava para frente e para trás, sem parar. Minha respiração foi ficando densa, como tinha ficado mais cedo.

Voltamos para o beijo e a mão dela alcançou a minha calcinha, pela abertura da minha saia. No primeiro contato, quando ela estava só me esfregando, eu soltei um gemido dentro de sua boca. Foi tão gostoso, que eu acabei sorrindo. E ela também acabou sorrindo. E o sorriso dela me fez deixar escapar um outro gemido, de tão gostosa que ela era. Não aguentou muito tempo me esfregando por cima do tecido já encharcado. Afastou a minha calcinha pro lado e eu senti quando seus dedos entraram em mim. Eu não só gemi alto demais, como meus olhos apertaram instantemente.

Minha buceta se contraiu contra os dedos dela. E ela começou a me foder rápido e com força. Eu já não conseguia beija-lá mais. Eu só conseguia gemer olhando para sua cara séria. Pedi que ela me fodesse com mais força, me certifiquei de fazer isso com a boca encostada na orelha dela, senti o brinco de metal gelado nos meus lábios quando o fiz. Dei uma lambida ao longo de sua orelha, seguindo o desenho. Queria continuar provocando, mas ela não me deixava ter respiração suficiente pra controlar o meu corpo. Fodia cada vez com mais força, era uma sacana. E seu rosto oscilava entre me encarar, séria e sorrir. Eu adorava como eu tava me sentindo.

Eu adorava aqueles dedos entrando e saindo dentro de mim. Eu adorava como eles me invadiam. Ela ia cada vez mais fundo, com cada vez mais força. Eu me sentia preenchida de uma forma tão lasciva. E ela me fodia tão gostoso. Não conseguia evitar toda a minha manha, de choramingar quando ela tentava empurrar os dedos pra mais fundo, de choramingar quando ela parava de tentar fazer isso. Fiz beicinho pedindo que ela fosse mais rápido, que ela me comesse, que me fizesse gritar a ponto de levar uma multa do prédio. Eu não sei de onde estava tirando toda a coragem de agir dessa forma, eu me deixei afundar em todas as fantasias que eu tinha criado com essa garota, enquanto ela se afundava em mim.

Eu já estava toda chupada, mordida, lambida, porque a boca dela me alcançava por todos os lados enquanto eu sentava gostoso naqueles dedos. Tão gostoso, tão gostoso, tão forte, tão fundo, “Isso”, “Me fode”, “Tá gostoso?”, “Aham”, “Você quer com mais força?” “Eu quero” Gemi o nome dela. “Eu quero, me fode” gemi de novo, me jogando contra seus dedos, dando pequenos pulos, deixando que ela me fodesse fundo como ela queria fazer. Gemer aquele nome me fazia latejar, principalmente porque estava mesmo acontecendo. Eu estava no colo dela e ela estava dentro de mim, me fazendo sentar, me deixando molhada, me obrigando a morder meus lábios. Minha cintura se movimentava para ajudar os dedos dela a me comerem. Fui me movimentando, rebolando, me jogando contra eles.

Os dedos faziam meus olhos rolarem. “Isso, vai” continuei repetindo para ela. Meus gemidos saíam no meio dos meus choramingos, não sabia por quanto tempo e quão mais fundo eu podia suportar aquilo. “Goza pra mim” ela me pediu em um sussurro, bem na hora que eu tinha empurrando o meu corpo contra os dedos dela e contraído tudo de uma só vez. Gemi o seu nome como se fosse durar uma eternidade para dizê-lo. Senti que aquilo iria acontecer. Seu nome era gostoso na minha boca, eu sentia aquela sensação explodir no meu corpo. Gozei, senti as gotas escorrerem pela minha coxa e ela não parava de continuar me fodendo. Só que, agora, tinha desacelerado.

Eu nem suportava mais a mão dela lá dentro, mas não disse nada sobre isso. Não consegui. Eu só estava em puro êxtase. Eu não conseguia fazer nada além de respirar fundo contra o corpo dela. E aí ela tirou os dedos. Chupou cada vestígio de mim que havia neles na minha frente. Finalizou tudo com um sorriso descarado. O sorriso descarado que me lembrou que eu ainda queria vê-la gemendo. Que eu ainda queria saber que gosto dela tinha.

O sorriso descarado que ligou tudo de novo dentro de mim e que me fez descer desesperadamente para o chão, aproveitando que ela tava sentada no meu sofá. Eu só queria chupa-la, eu só queria retribuir tudo o que ela tinha me feito sentir. Eu só queria ter uma visão do rosto dela me olhando de cima, daquele queixo, daquela boca.

Queria saber que cara ela teria gemendo, queria conseguir dar a ela uma memória que ela não fosse esquecer mais nessa cidade nublada. Comecei a procurar o zíper de sua calça. Ela estava deslizando os dedos pelo meu cabelo quando seu telefone começou a fazer um barulho estranho de alarme. “O que é isso?” “Se eu não voltar pro hotel agora pra organizar as minhas coisas, eu perco o meu vôo nessa madrugada”. Só percebi que ela estava mesmo falando sério quando estávamos trocando mensagem pelo Instagram.

“Esqueci alguma coisa aí?” “Não, eu acho que não, mas vou olhar de novo”.

Que loucura. Saí vasculhando a sala inteira, onde tínhamos fodido anteriormente. As memórias me deram uma rasteira. Eu ainda estava com a mesma roupa, ela tinha voltado pro hotel faziam só quinze minutos. Nem nos despedimos direito.

“Não, nada por aqui”.

Tomei banho, me masturbei de novo, dessa vez com um brinquedinho que eu tinha comprado em um site na internet. Não era os dedos dela, mas era tão gostoso quanto.Gostei de imaginar que era ela manuseando em mim. E depois gostei de imaginar que ela também estava se masturbando ao meu lado. Queria tanto ter descoberto o seu gosto.

Deitei na cama com uma cara triste, meio de cão sem dono, quando lembrei dessa parte. Apesar de que nem sei se saberia chupar direito uma garota como aquela.

Acabei apagando de sono e quando acordei, agarrei imediatamente o meu celular. Tinham algumas notificações. Stories dela, mensagem dela e trocentas outras mensagens do meu flerte conterrâneo da semana passada. Nos stories, ela estava filmando a janela do avião com vários emojis de guarda-chuva, por causa do tempo nublado. “Até logo” e gif típico da minha cidade. A mensagem dela era “Você deveria conhecer o meu estado, pelo menos não chove desse jeito”.

Eu ri da mensagem, franzi o meu nariz enquanto digitava qualquer coisa que acabei apagando. Ela merecia um gelo por não ter me deixado chupa-la. Não li todas mensagens do meu flerte, porque não rolei a tela para cima. Mas vi as últimas dela e eram as seguintes.

“Adivinhe quem está na cidade”

“Ei, é sério. Aquela garota que você segue tá aqui, vi nos stories dela.”

“Você sumiu e agora já era, ela tá voltando pra onde ela mora” Meu coração acelerou, grudei o celular contra o peito e respirei fundo.

“Ah” Enter.

 

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4 comentários

  • Postado em por Vampira
    Muito phoda! Pena que não teve o retorno, fiquei com dó da seguidora e tadinha da crush.
  • Postado em por Vampira
    Muito phoda! Pena que não teve o retorno, fiquei com dó da seguidora e tadinha da crush.
  • Postado em por yas

    os contos da Elayne são maravilhosos demais e meu deus que mulher aaaaaaa 🌚

  • Postado em por lua

    eu amo muito os contos da elayne o jeito q ela escreve

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